26.12.2007
Ele é só bocas…
- Tudo bem, compreendo o que o Rui diz: o que a Time faz é exactamente o que já fez quando promoveu o Estaline e… os outros dois senhores. Era tudo muito mais fácil quando se dizia Pequim e Mao Tsé Tung. Teng Hsiao-P’ing? Deve ter a ver com o Deng Xiao Ping dos bons velhos tempos. Ayatullah Khomeini… não tenho a certeza de estar bem escrito na língua original. Mas deve estar relacionado com o tal Ayatolah da moda dos anos 80. O tal. Fico sem a certeza de como se escreve Putin em russo. Mas que escrever assim dá um ar, lá isso dá. Não sei de quê.
- Fico tentado a responder ao Paulo. Mas nas questões relacionadas com o amigo imaginário, não existe objectividade. É que, consideradas as coisas, a fé não admite contra argumentação. Mas digamos assim: considerando que deus está positivamente distante da populaça e só é chamado em alturas de crise relacionada com segurança, não hesito considerá-lo da direita populista. Se considerarmos deus um monarca vitalício e sobre-vitalício, teremos mais dificuldades. Ficamos entre o Hugo Chavez e o Putin, sejam eles de direita ou esquerda, que as coisas nem sempre são o que parecem. Se considerarmos o amigo imaginário uma espécie de presidente da república, será inevitável a comparação com Américo Thomaz, o que não é de esquerda nem de direita, é o que vos aprouver, nem sei se o homenzinho existiu na realidade, o que na minha visão acerca de deus assenta perfeitamente. Que é conservador lá isso é e, como S. Sócrates bem nos ensinou, tanto faz, ou como Teresa Guilherme diz, “isso agora não interessa nada”. Liberal, pode ser de direita ou esquerda, conservador pode ser o que quisermos. Estou em crer que o amigo imaginário, se souber viver a vida [que lhe é loooonga], saberá aprender com Sócrates: é catavento.
- Foda-se pá. E os posts relacionados. Havias de ter 42. Tás a gozar comigo? Só isto dá para sei lá quantos posts!
- JPP: mas alguém quer saber? Temos o Sócrates! Convidai-o para presidente de ambos os partidos que ele dá conta do recado! Já agora, se fosse possível escrever umas coisitas novas, agradeciamos.
- Orlando: o mais vale comprar um Action Man. O aluguer do amigo imaginário está cada vez mais caro. Afinal, acho que é neo-liberal.
- Parabéns: Boina Frígia [atrasados, no decadi da segunda década do ventoso de 2004, duzentos e onze anos desde o início do calendário.
- Daniel: Lá estás tu com essas merdas. Mas alguém quer saber disso? Deu no telejornal do natal, deu? Não deu! Se não deu, não temos que ter pena. Eles que arranjem mas é emprego lá na terra deles e que se deixem de armar em marinheiros. Deu no telejornal do natal? Deu? Não deu! Então... não existe. Deus [que afinal é terceira via] que trate deles.
- Não, meu, não me atrevo. You’re the sliiiimmmmeee! ["Welcome to Fantasy Island", diria o anão com cara de mexicano, após o famoso "The plane, the plane!..."].
- Talvez o amigo imaginário seja o pai natal…