>PORQUE ESTE BLOG É INTERNACIONAL [POR ENQUANTO APENAS LUSO-BRASILEIRO], URGE TENTAR COMPREENDER O FENÓMENO DAS MIGRAÇÕES QUE TANTA TINTA TEM FEITO ESCORRER POR AÍ.
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Os caminhos da diáspora são especialmente caros aos portugueses. Iniciaram-se há séculos, com os descobrimentos e, até hoje, não pararam. Aliás, poderíamos dizer que estes camihos são naturalmente lusos e não é difícil encontrar a fala e o gesto característicos por todo o globo.
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Durante décadas do século XX assistimos à saída de portugueses para os mais diversos países. França, Canadá, Alemanha, Brasil, EUA, Venezuela, entre outros, têm sido alguns dos destinos procurados por todos os que, à falta de condições de vida no seu mundo de nascença, procuraram mais além e partiram de armas e bagagens - com a parca bagagem de que dispunham e com a exímia arte de armar as mãos de trabalho duro.
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Não falo aqui dos “cérebros” que fogem actualmente do país, um outro fenómeno que se enquadra numa cada vez mais crescente globalização e que não tem a ver, de forma alguma, com as condições em que as gerações anteriores deixaram o país. Falo das mulheres e dos homens que, mal sabendo ler e escrever, foram por aí fora, por entre montes e de assalto à fronteira, aprender novas línguas, gentes e costumes, tentar integrar-se numa nova sociedade, tantas vezes gente de idade já avançada. E conseguiram.
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Estes “antigos” emigrantes tinham por objectivo a permanência nesses países pelo tempo estritamente necessário para conseguirem construir uma casa e, quiçá, um “negociozinho” lá na terra mãe. Não tinham por vontade “fazer a vida” no estrangeiro.
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Sofriam de uma espécie de estigma que os colocava numa posição incómoda: eram estrangeiros no país de adopção e tornavam-se estrangeiros no país de origem. De um lado e do outro, a desconfiança e a ridicularização do gesto, da pronúncia. Os “avecs” que vinham da França, os que, no Canadá ganhavam “as dolas”, entre outros, passavam por cá um mês de Agosto em que visitavam a família e faziam casamentos.
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Agora, mudou. Há cada vez mais emigrantes que ficam por lá, que casam com naturais dos países de acolhimento, que voltam esporadicamente a Portugal, sem compromisso de “virem para cá” passar os seus últimos dias. Compreenderam que o seu país é o que lhes dá de comer…
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O fenómeno das migrações na Europa é de extrema importância actual. As novas migrações vindas dos países do leste europeu, da Ásia, da América do Sul, do norte de África, são cada vez mais importantes, trazem uma cada vez maior percentagem de “não naturais” para o território.
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Num tempo em que as crises instaladas ao nível do emprego e da segurança, em vez de conseguirmos pensar em quais os motivos que as provocam - sem dúvida a pesada factura do progresso e das conturbadas transformação social e transformação geo-política das últimas décadas - optamos pelo discurso populista fácil, o da entrega dessa factura aos imigrantes. Esquecemos assim que os motivos básicos da sua opção são exactamente os mesmos que os dos nossos emigrantes.
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Este discurso, muito grato às extremas direita e esquerda europeias, serve para tudo e é claramente assimilado pelas camadas de população com menos acesso à informação. Não raramente podemos ouvir os próprios emigrantes portugueses ditar opiniões menos próprias acerca de outros emigrantes, os árabes na França ou os turcos na Alemanha, os “juifes” no Canadá… enfim, exemplos não faltam.
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A actual situação política mundial tem vindo a acrescentar achas à fogueira. Os islâmicos são vistos como alvos a abater a todo o custo e, europeus esclarecidos que somos, não conseguimos enfrentar a realidade de povos que vivem na miséria a todos os níveis: desde a falta de recursos básicos à maior miséria de todas e mãe de todas as guerras, a ignorância…
- O acolhimento dado pela Europa em geral e por Portugal em particular aos imigrantes que escolhem este destino para fazer a sua vida é igual ao acolhimento dado em qualquer outra parte do globo. Aceitam as novas vindas com alguma reseva e tratam de lhes dar trabalho, quantas vezes mal pago. A sua instalação é guetos é normal e quase inevitável, dada a pouca preparação existente ao nível linguístico, cultural, social, enfim, descurando-se por último o processo de assimilação a que deveriam ser submetidos.
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A obrigatoriedade de frequência escolar não é uma arma contra a segregação que se explore. Não existem leis que determinem que o emprego deverá ser concedido apenas a quem frequente essas aulas. Por vários motivos.
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Primeiro, porque muitos dos imigrantes são ilegais. Esta realidade confere poder aos empregadores menos honestos e origina, uma vez mais, a vida no gueto. Depois, porque eles próprios consideram a aculturação como uma falácia do povo acolhedor para lhes “roubar a identidade”. Por fim, a falta de mecanismos e estruturas para tal, que criariam, por si só, postos de trabalho para os nacionais e imigrantes, não permite esse trabalho.
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O estado das coisas relacionadas com a imigração é, por tanto, um estado em que se potencia a ilegalidade e o trabalho a baixo custo, esse sim, usurpador do trabalho honesto dos naturais [ou não] do país…
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As diferenças culturais que podemos ver em países que acolhem imigrantes são, na sua maioria, olhadas com suspeição em vez de se considerarem riquezas patrimoniais. Numa altura em que o mundo é cada vez mais pequeno, assistimos frequentemente ao aumento da xenofobia. Os motivos alegados são sempre os mesmos: risco de desemprego para os naturais, risco de insegurança, padrões de cultura não compatíveis com a democracia ou com a liberdade, etc. Mas nada se faz para debelar essas ameaças a não ser relegar para o gueto os que deveríamos acolher.
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Estive há algum tempo em Nova Iorque e pude apreciar a multiculturalidade existente, transformada numa riqueza de património inigualável. Se bem que tenha reparado que certos trabalhos estão resevrados para algumas minorias…
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A Europa foi [e é] um continente colonizador. A pesada herança cultural que nos foi imposta é difícil de apagar. Quer queiramos ou não, os países que conhecemos extra-europa são tidos como “terceiro-mundistas” [e grande parte deles são-no na realidade] e as suas populações como seres desleixados que “não conseguem pôr aquilo de pé”.
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Na realidade é, infelizmente, ao que assistimos: a maioria dos países que foram outrora colónias europeias não conseguem dar saída a nada. Mas pensemos no denominador comum desses países. Qual é? A resposta é óbvia: a presença europeia que se retirou de repente a aguardar novas necessidades. “Nós sabemos que eles não se aguentam sozinhos, hão-de pedir ajuda. Aí poderemos lá voltar e governar economicamente, sem os prejuízos da menutenção de um estado.”, parece ser o raciocínio ocidental.
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Esta linha de pensamento, a da diferenciação cultural, a da oposição de valores por comparação à cultura europeia e ocidental, a da diferença entre as formas desses países e a forma democrata de tradição judaico-cristã europeia, é a principal castradora da desejável convivência. Daí as chacotas feitas à expansividade característica brasileira, à pronúncia e forma de vestir leste-europeia, aos rituais estranhos dos islâmicos, à forma de trabalhar e de estar dos chineses.
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A coisa tende a avolumar-se e a não admitir sequer a discussão. De parte a parte.
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Na realidade, creio que também os imigrantes chegam cá já com um espírito de desconfiança. O preconceito subjacente é o de que irão ser mal tratados, discriminados e explorados. Tal não tem que ser assim. Os imigrantes chegados à Europa e a Portugal devem trazer consigo o espírito aberto de quem quer integrar-se por forma a viver em comunhão com a sociedade em que se vão inserir. O preconceito que trazem não ajuda em nada a sua situação.
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De parte a parte, dos acolhedores aos acolhidos, existe uma sensação de mau estar.
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Num mundo que se une cada vez mais por força das novas economias, das novas tecnologias, das novas formas de pensamento, assiste-se a um recrudescimento das diferenças culturais e humanas. Tal não é lógico assim como não é lógica a proibição de entrada nos países.
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Num mundo que se prepara para começar a pensar no combate à fome, ao aquecimento global, às ameaças à Humanidade, como será possível a alimentação destas diferenças?
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É que, bem pensado, o que está em risco actualmente é a Humanidade. E é ela que se suicida.
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Por fim, deixo por aqui a minha expressão de simpatia à Psig que sofreu um pouco este estado de coisas.
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a>Carlos, gostei muito deste texto. Não tenho complexo de colonia. Pelo menos eu, penso que as desgraças de minha terra não se devem aos europeus, aos americanos ou aos portugueses. As culpas de nossas mazelas são nosssas. É nosso “jeitinho” que impede a evolução intelectual, cultural e social. Quando dizes que “A Europa foi [e é] um continente colonizador. A pesada herança cultural que nos foi imposta é difícil de apagar”, não poderei concordar. Por ser o Velho Mundo, o que seria de se esperar? Penso ser uma tendencia natural culpar o passado por um presente não favorarel. Mas é uma atitude que não nos redime. Apenas afunda a possibilidade de mudanças futuras. Pense: o que existe de belo no mundo que não tem pes fincados em solo europeu? Vejamos por este lado. O certo é que quando se trata de emigração, tanto a direita como a esquerda tratam aos estrangeiros como culpados pelos danos causados à cultura, à economia (os subempregos) etc. Mas qual deles oferecem oportunidadas a este aventureiros? Se eles saem de uma pais para outro é sinal que este pais de destio é melhor que o de onde ele saiu. É mais que normal. Assim, o curso natural do mundo é mudança. Sempre haverá um pais melhor do que outro. Hoje é Portugal, amanhã será outro. Quem diria no ano de 1500 que Portugal perderia o seu posto de grande navegador e de descobridor? Amanhã, quem poderá dizer que o Brasil não mude para melhor? São todas circunstancias que fogem a economia, a sociologia e cultural de um povo. Quem faz o futuro somos nos. Mais ninguem. Apenas nos poderemos construir um futuro solido. A humanidade é uma só. Abraços, GR
a>Olá Guilherme.
Quando falo da pesada herança cultural que nos foi deixada, falo do sentimento que lá expresso: o de os países do “ultramar” serem incapazes de resolver os seus assuntos.
Posso pegar, por exemplo, no caso de Angola ou Moçambique que são países que têm os seus problemas bem patentes na qualidade de vida dos seus povos. A opinião generalizada é “Pois, não descansaram enquanto não obtiveram a independência mas, desde que de lá saímos, o país foi ao fundo. Afinal, sem nós, eles não são nada…”.
Isto é falso.
O problema é que, quando os deixamos, foi da mesma maneira que quando para lá fomos: em força.
Enquanto lá estivemos, exploramos os recursos e não demos formação de espécie alguma. Guardámo-la para nós. A segui, viemos, pura e simplesmente, embora.
Agora… que o futuro é uma incógnita, lá isso é.
A abertura de novos mercados, a nova gestão política global, todas as transformações que estão em curso, apontam para uma nova ordem mundial. Vejamos se esta conseguirá ser uma boa ordem para a humanidade.
Olho para países como a Índia e a China, olho para países como o Brasil e Angola. Será que alguns deles serão algum dia, efectivamente, uma potência económica global? Espero que sim, especialmente nos casos do Brasil e Angola, não pelos laços que supostamente nos unem, mas sim pelo menor perigo de absorção dos mercados europeus…
Mas o que interessava mesmo, por agora, seria considerarmos que, realmente, a Humanidade é uma só, deixar,os os discursos populistas de noites de cristal de lado.
E preparar o Futuro. É que, contrariamente ao presente, o Futuro tem, ainda, milhões de caras.
Abraço,
CT
a>CJT : Estive lendo um texto de Carlos Fontes chamado Lusotopia onde o tema é a imigração brasileira em Portugal. Alguns tópicos me chamaram atenção:
*Ao longo dos séculos o Brasil recebeu milhões de portugueses,mas a partir dos anos 60 do século XX foi a vez de milhares de imigrantes brasileiros afluirem á sua antiga colônia.A emigração para Portugal pode ser dividida em duas fases - antes e depois de 1998.
*Em finais dos anos 80 ocorre a célebre polêmica sobre o exercício de atividades dos dentistas brasileiros.O elevado número foi sentido como ameaça pelos dentistas portugueses, o que exigiu um acordo entre Portugal e Brasil.
*Depois de 1998, o número de brasileiros ilegais não parou de aumentar,segundo a investigadora Teresa Sales, os imigrantes brasileiros em Portugal, são sobretudo jovens trabalhadores da construção civil, restauração e trabalho doméstico.Muitos ocupam em Portugal profissões menos qualificadas do que aquelas que exerciam no Brasil, onde eram professores, bancários e estudantes.
*Razões do fluxo migratório do Brasil para Portugal:
.Facilidade da língua e cultura comuns.
.Existência de acordos bilaterais e organizações comuns como a CPLP.
.Incremento dos investimentos do Brasil em Portugal e vice-versa.
.Importantes “ninchos” de emprego para especialistas brasileiros em muitas áreas onde Portugal é carente de quadros.Um crescente de empresários brasileiros está igualmente a instalar-se em Portugal visando a internacionalização das suas empresas, trazendo muitas vezes consigo trabalhadores.
.Idéia de que Portugal é uma espécie de porta de entrada para a Europa.
.Possibilidade de obtenção nacionalidade por via do parentesco.
.Para finalizar, o mais curioso: O número de casamentos entre brasileiro(a)s com portuguese(a)s não tem parado de aumentar.Em 2005 ultrapassaram os 2 mil casamentos(dados do INE). O Brasil é de longe o país que mais fornece noivos ou noivas a Portugal,superando largamente o somatório de todos os restantes.
Pois é, o Brasil que ainda castiga tantos brasileiros, acaba como o carrasco dos seus filhos. Carente, eles vão correndo atrás de colo da Mãe Portugal, tomara que ela compreenda sempre os motivos dos filhos adotivos brasileiros. Ninguém sai de sua casa se ela justa com os moradores.
Carlos: vc recebeu o meu email?
Abraços do Brasil!!!
a>Filhos adotivos. Gostei.
a>Elisabete: bom dia.
Obrigado!
Recebio o seu e-mail. Infelizmente não tenho arquivos neste computador mas chegando a casa, com tempo, responderei apropriadamente
Quanto ao comentário: o fenómeno de imigração brasileira em Portugal é realmente coisa digna de estudo a todos os níveis. Creio que a maioria dos brasileiros, uma vez chegados à Europa, têm um choque inicial bastante forte, choque esse que tende a desaparecer com o tempo. A Europa é, em muito, diferente do Brasil. E é como diz: Portugal é uma porta de entrada.
Importa, no fim, referir que o que acho deveras importante nesta análise é considerar as duas premissas chave.
1. As migrações devem-se, sobretudo, à falta de condições e oportunidades no país de origem.
2. O mundo do trabalho e, consequentemente, a vida em geral, tendem a deixar as fronteiras físicas de parte.
O caminho para um mundo aberto está, assim, à nossa frente. Resta-nos providenciar as condições necessárias para que tal se realize.
Em princípio, já não existem “Eldorados” mas existem reais formas de conseguirmos viver noutros ambientes que não a nossa origem. Pena é que a procura desses ambientes seja quase sempre originada por falhas nas condições de vida.
Mas lá há-de chegar o tempo em que trabalhar aqui ou no Brasil, na Inglaterra ou no Mali, na Alemanha ou na Índia, seja considerado somente “ir para o trabalho”, para um gabinete que fica um pouco longe [fisicamente] do local onde nascemos.
a>Carlos José Teixeira: Concordo plenamente com seu ponto de vista, espero que tudo que profetizou se realize. Acho que seria a solução de grandes problemas do nosso planeta Terra.
Ás vezes fico a me perguntar” Será que a esperança é um mal?” e fico filosafando comigo mesma- Os gregos da Antiguidade, que têm respostas para tudo a partir de sua mitologia,dizem que quem criou a humanidade foi o titã Prometeu. Além disso, ele fez mais duas coisas: roubou o fogo do Olimpo para ser usado pelos homens e prendeu em uma caixa todos os males, como a guerra e a morte. E entre todos esses males, encolhida em um canto estava a esperança.
Zeus , bravo com o roubo do fogo, prendeu Promrteu e o condenou a um castigo perpétuo:acorrentou-o a uma rocha e fez mais : criou uma linda mulher a quem chamou de Pandora, e a mandou á Terra, onde acabou por casar-se com Epimeteu, irmão de Prometeu.
Quando encontrou a caixa que aprisionava os males, Pandora abriu,liberando-os todos,que passaram a afligir a humanidade. a partir de então, os humanos começaram asofrer com sua condição de fracos ,incompletos e mortais, que só conseguem continuar vivendo e povoando a terra porque da caixa também saiu a esperança, que passou a habitar sobre eles.
E é essa esperança que me faz lutar por uma vida humana e digna para todos.Ter esperança é uma qualidade essencial do ser humano.
Eu espero um mundo bem melhor para o meu filho e todas as crianças.O que eu puder fazer ,com certeza farei.!
beijos da amiga brasileira!
PS.Quando tiver um tempinho, visite “encanto”, certo?
a>Oi Carlos…
Com certeza Concordo com vc, já procurei em a internet, e não consegui achar nada, nenhum documento, nenhuma listagem, nada que comprove as miçraçoes feitas para o Brasil.
Estou nessa busca por questoes pessoas, quero conhecer melhor minha familia, e tanto o pai e a mae de minha Avó, são filhos de imigrantes portugueses, gostaria de achar qualquer registro que possa provar isso, ou qualquer documentaçao portuguesa da familia. O objetivo principal da minha busca e um dia encontrar parentes meus em Portugal, e Criar algum contato com eles, mais com o banco de dados fornecido dessa epoca é muito dificil.
Estou com voce nessa luta!!!
a>Cláudia, seja bem vinda.
Essa é uma tarefa difícil… os registos de há muitos anos eram algo confusos. Terá provavelmente que consultar registos civis, de igrejas, e por aí fora…
Enfim, boa sorte!