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		<title>DEDICADO A MANUEL PINHO, CONTRA OS POLÍTICOS DE MÁ MEMÓRIA</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 10:54:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a devida ressalva da intenção, aqui se prova que as touradas desde sempre estiveram ligadas à política.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Com a devida ressalva da intenção, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Youtube" href="http://www.youtube.com/v/ZrQzEXIUYQQ" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/v/ZrQzEXIUYQQ?referer=');">aqui se prova que as touradas desde sempre estiveram ligadas à política</a>.
<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZrQzEXIUYQQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ZrQzEXIUYQQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/dedicado-a-manuel-pinho-contra-os-politicos-de-ma-memoria/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fbocas%2Fdedicado-a-manuel-pinho-contra-os-politicos-de-ma-memoria%2F&amp;linkname=DEDICADO%20A%20MANUEL%20PINHO%2C%20CONTRA%20OS%20POL%C3%8DTICOS%20DE%20M%C3%81%20MEM%C3%93RIA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fbocas_2Fdedicado-a-manuel-pinho-contra-os-politicos-de-ma-memoria_2F_amp_linkname=DEDICADO_20A_20MANUEL_20PINHO_2C_20CONTRA_20OS_20POL_C3_8DTICOS_20DE_20M_C3_81_20MEM_C3_93RIA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/blog-de-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: ESTE BLOG NÃO É UM BLOG (SÓ) DE COMUNICAÇÃO'>ESTE BLOG NÃO É UM BLOG (SÓ) DE COMUNICAÇÃO</a> <small>Mas, se fosse, talvez ainda fizesse umas coisas en</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O ESTÁDIO DA NAÇÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 10:05:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não ligo peva aos cornos que o Ministro da Economia ofereceu ao deputado e não concordo com os que dizem que esse gesto reflecte o estado da nação.
A nação não costuma ser assim tão sincera.
Os deputados, com cornos ou sem eles, os governantes, com cornos ou sem eles, são somente responsáveis por transformarem Portugal no país que é agora: um país do terceiro-mundo, mas com televisão a cores e um Estádio da Nação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img132.imageshack.us/img132/2394/arfracturanet.jpg" alt="" width="517" height="288" /></p>

É algo irónico que num local como a Assembleia da República, onde se digladiam retóricas e argumentos que não passam de mentiras e contra-mentiras, onde se esgrimam passados sem cuidar, verdadeiramente, do futuro, uma sessão acabe com a demissão do único elemento que foi capaz de um gesto genuíno.
Argumentemos que se ultrapassou a decência que a solenidade impõe e que a Assembleia da República não é local de garraiada não esquecendo, porém, que não é somente na atitude histriónica que o desrespeito se verifica. Há-os bem mais acalorados e intempestivos, bem mais mal-educados e mal-intencionados em muitas palavras deixadas no habitual discurso de deputado e governante, embora escondidos sob a capa da regra que permite, na política, ir um pouco mais além do que na vida privada, no que à utilização do insulto e de expressões atentatórias da integridade dos oponentes.
Na vida política tudo é permitido, desde que não se desça do patíbulo e se tome a linguagem da plebe. <span id="more-944"></span>
Apesar de concordar que a atitude de Manuel Pinho não se enquadra no espírito que considero desejável numa instituição que representa a vontade soberana do Povo – esse que aparentemente os elege -, sinto estranheza nas atitudes de virgem ofendida vindas da parte de protagonistas de algumas das mais bizarras peixeiradas a que pudemos – e poderemos – assistir.

É especialmente preocupante que, de tudo o que (não) foi dito neste debate, a memória histórica vá apenas registar um par de galhos protagonizado pelo Ministro da Economia, em resposta a uma provocação que a bílis não soube aguentar.
A verdade, essa entidade que ultimamente tem sido tão insultada por todos os quadrantes políticos, é que os debates parlamentares resumem-se apenas a <a title="propaganda" href="http://fractura.net/blogica/propaganda/">propaganda</a> e contra-propaganda, a acções que em nada dignificam a instituição e muito menos o Povo que esta pretende representar.
O debate de ontem, registado sob o pomposo nome de “Estado da Nação”, teve o condão de falar de tudo menos do tema título. Na verdade, resumiu-se ao encadear de retóricas que a nada levam e que nem sequer conseguem definir qual é, na verdade – a tal – o estado em que o país se encontra.
E qual é, afinal, o estado em que o país se encontra?
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img39.imageshack.us/img39/4857/eleiesfracturanet.jpg" alt="" width="544" height="407" /></p>

Nem sempre a suposta objectividade dos números consegue reflectir o estado de um país. O problema reside no facto de um país ser, antes de mais, as pessoas que o constituem, os seus recursos naturais, o ambiente que se vive.
Há, no entanto, alguns números que reflectem um pouco mais a realidade do estado desta nação, os da abstenção e os da mais completa falta de interesse, não só pela vida partidária, como pela política em si. O que é normal, diga-se.
O que os números não conseguem definir por si só é a desolação, a ansiedade, a depressão de um Povo cujo presente nada augura de bom para o futuro mais próximo e, quem sabe, para o mais longínquo, dada a incompreensão revelada pelos políticos em relação à sua realidade.
O que se passa é que os políticos vivem numa espécie de redoma académica em que todas as teorias e experiências são permitidas, no contínuo sacrifício das cobaias que estranhas normas éticas não conseguem proteger. Estes políticos sabem que nos dias que correm a revolta destas cobaias é impossível, já que estas estão por demais endividadas, presas a compromissos que a possibilidade do desemprego e a malfadada crise colocam em risco. Falo de um Povo permissivo na sua desistência, o que esta gente do Estádio da Nação pretende representar.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img443.imageshack.us/img443/1803/empreendedorismofractur.jpg" alt="" width="450" height="238" /></p>

Portugal é um país sem génio. Dependente política e economicamente da Comunidade Europeia e restantes países “amigos”, Portugal não consegue resolver os seus assuntos de forma rápida e segura. Qualquer problema existente, que geralmente implica gastos, apenas tem resolução possível com mais uma injecção de dinheiro vindo de fora.
Como um cão que tenta morder a cauda, corremos em círculos. Pedimos dinheiro emprestado para pagar empréstimos.
Os empresários já há muito deixaram de acreditar no investimento. À crise respondem da forma mais fácil, com a redução de custos – leia-se de gastos com pagamentos de salários -, não sendo estranho a esse facto o decréscimo da inflação ser acompanhado de um decréscimo muito maior dos valores dos vencimentos pagos pelas empresas.
Os atropelos aos direitos dos trabalhadores é constante e assinado por baixo por quase todas as organizações políticas que remetem a defesa dos trabalhadores para os sindicatos senis que continuam a fazer o papel de porta-estandarte de ideologias que a História tratou de, há muito, denunciar.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img189.imageshack.us/img189/7991/educaofracturanet.jpg" alt="" width="450" height="210" /></p>

A educação portuguesa é feita em escolas mal equipadas, por professores mal pagos, obedecendo a programas educativos facilitistas, numa espécie de “no child left behind” americana, o tal programa que tantos ignorantes tem oferecido ao mundo. Assim, Portugal tem a oportunidade de colaborar, também, na espécie de Nova Idade Média em que o Mundo se encontra, em que se distinguem as coisas entre Bem e Mal, valores especificados por regulamentação e campanhas de (des)informação.
A produção académica faz-se, também ela, numa espécie de redoma, apesar das tentativas de Mariano Gago no sentido de ligar as universidades ao tecido empresarial e, assim, fazê-las produtivas. Os que, acabado o curso, revelam alguma inteligência e rasgo empreendedor, desde logo apanham a primeira caravela que os leve a novos mundos. E por lá ficam.
O mundo educativo transformou-se num permanente circo de “Novas Oportunidades” e Magalhães, numa utopia em que todos somos doutores, nem que seja à força, nem que sejamos todos doutores em Ignorância, com todos os pós-doutoramentos que a vida nos vá oferecendo.
Falamos então, do quanto é necessária a avaliação dos professores, da forma como esta deve ser feita, de quem há-de fazê-la. Falamos da sua resistência a esta. Falamos sobre sindicatos cujos representantes têm tido um protagonismo sem igual, sem no entanto contribuírem um pouco que seja para a resolução definitiva do problema.
Não falamos, por outro lado, dos programas educativos completamente desajustados à vida e que apenas apostam nos “desafios actuais” e na “saída profissional”, deixando de parte a formação de cidadãos livres e pensantes, colaborantes com a coisa pública. Deixamos cair o ensino da Filosofia, da História e da Arte para discutirmos se havemos ou não de leccionar Moral Religiosa e Educação Sexual, depois de resolvermos que o melhor é concentrarmos os miúdos em disciplinas “técnicas”. O saldo final é a produção de pessoas cujos exames de matemática são ridículos. Resultado final é o de miúdos cujo maior desconforto na prova de Língua Portuguesa foi o de terem de escrever uma dissertação sobre a Liberdade.
Formemos então fornadas de Médicos, Engenheiros, Doutores e Arquitectos completamente ignorantes, passivos e servis. Em Portugal como na China.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img510.imageshack.us/img510/3984/operariofracturanet.jpg" alt="" width="450" height="376" /></p>

Aos que não têm a sorte (ainda assim) de completar os estudos superiores e que se deixam ficar pelos primeiros bancos de escola, a vida reserva-lhes pouco mais do que a subsistência à custa do cartão de crédito e ao acesso facilitado ao crédito que se oferece em cada esquina. Não façamos contas aos juros, o que interessa é quanto se paga por mês.
O trabalho não tem que ser produtivo. Interessa, sobretudo, cumprir regras e alimentar a máquina. Gerações e gerações de fogueiros, tem sido assim a vida laboral portuguesa, a imitar um pouco a das Forças Armadas que, para tão poucos soldados, tem tantos oficiais. A vida laboral funciona em circuito fechado. A tudo. Às ideias, à vontade de progredir, à assumpção do risco como oportunidade.
E ai do que reclame. A crise está aí para desculpar qualquer supressão de posto de trabalho.
O que interessa ao trabalhador comum, ao que aperta parafusos ou assenta tijolo durante todo o dia, ao que vira frangos na churrasqueira ou que insere caracteres sem fim num computador? A cidadania?
A cidadania do trabalhador comum é a que lhe é pedida pelos nobres deputados da nação: a da abstinência de opinião, a do seguidismo em tempo eleitoral, a do “não faças ondas” em tempo de poder – ou o inverso, que também serve. Ao trabalhador comum apenas se pede que tente pagar as contas ao fim do mês com a anedota de salário que recebe, e que pense onde há-de ir de férias, de preferência a crédito, para alimentar a máquina do sistema bancário, em tantas necessidades.
De resto, esqueçamos o trabalhador comum, por ora, que cousas mais altas se alevantam.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img398.imageshack.us/img398/7922/crianasevelhosfracturan.jpg" alt="" width="450" height="327" /></p>

As crianças e os velhos vivem sem protecção especial. São as franjas mais frágeis da população e ninguém parece conseguir arranjar algo que realmente os apoie. O Estado-providência dos nossos descontos não ata nem desata, limita-se e remendar quando o mal está feito.
Velhos a sobreviver com pensões escandalosamente anedóticas, em casas arruinadas ou em “lares” onde são feitos prisioneiros. Miúdos a viver em casas sem condições, ou em condições sub-humanas, sem recurso a bens essenciais como os da alimentação saudável, para o corpo e para a mente – ou encerrados em instituições, máquinas dignas de um “The Wall”, onde são formados em ignorância, trabalho escravo, prostituição forçada ou voluntária e droga.

E por aí fora: saúde (a que temos, mas sobretudo a que não temos), segurança (a dos polícias mal pagos, mal instruídos, mal tratados), as forças armadas (subsídio-dependentes ao serviço do estrangeiro), a justiça (onde não se percebe o que é o quê, para que serve, se vai ser posto em prática e quando, a impunidade).
Portugal é, acima de tudo, o paradigma do “desenrascanço” – fica assim para agora, depois se vê se conseguimos resolver o assunto. E isto configura-se em algo mais grave.
Transforma este país num grupo de pessoas com o futuro permanentemente adiado, num grupo de gente dependente do todos os outros, cuja necessidade de sobrevivência as faz perder a consciência comum de nação.
Transforma Portugal num desequilíbrio de assimetrias entre o litoral e o interior, entre o Norte e o Sul, entre a riqueza mal aproveitada e esbanjada das principais avenidas das principais cidades e a paupérrima figura do esgoto a céu aberto passadas três ou quatro paralelas a essa avenidas.
Os deputados, com cornos ou sem eles, os governantes, com cornos ou sem eles, são somente responsáveis por transformarem Portugal no país que é agora: um país do terceiro-mundo, mas com televisão a cores e um Estádio da Nação.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img223.imageshack.us/img223/1425/pobrezafracturanet.jpg" alt="" width="450" height="330" /></p>

É por isso que não ligo peva aos cornos que o Ministro da Economia ofereceu ao deputado. E é por isso que não concordo com os que dizem que esse gesto reflecte o estado da nação.
A nação não costuma ser assim tão sincera.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/res-publica/democracia/o-estadio-da-nacao/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fres-publica%2Fdemocracia%2Fo-estadio-da-nacao%2F&amp;linkname=O%20EST%C3%81DIO%20DA%20NA%C3%87%C3%83O" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fres-publica_2Fdemocracia_2Fo-estadio-da-nacao_2F_amp_linkname=O_20EST_C3_81DIO_20DA_20NA_C3_87_C3_83O&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>DESACORDOS ORTOGRÁFICOS: TRADUZIR LÍNGUAS DIFERENTES</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 17:04:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Minha língua é minha pátria, e gosto de saber que meu leitor está em casa, seja ele russo, árabe ou português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img146.imageshack.us/img146/6104/lusofoniafracturanet.jpg" alt="" width="450" height="281" /></p>

<a rel="nofollow" target="_blank" title="Gazeta do Povo" href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=894689" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=894689&amp;referer=');">Cristovão Tezza, escritor</a>:
<blockquote><em>«E então, página a página, preso na ótima narrativa, comecei a perceber mais objetivamente o que nos incomoda tanto, a nós e a eles. Não há a rigor uma só frase que não nos cause estranheza – tudo é familiar, mas pelo caminho espalham-se pedrinhas de sentido a desviar o rumo. Quanto à linguagem, em nenhum momento o leitor se sente em casa, e isso é mortal na prosa literária, que tem na vida cotidiana da língua a sua matéria-prima de origem. Não é só vocabulário, o que seria um problema simples – é sintaxe mesmo, os pronomes todos e seus modos de usar, campos semânticos sutilmente distintos, regências particulares que vão como que armando um novo modo de ver o mundo, tudo que metaforicamente define uma língua.»</em></blockquote>
<blockquote><em>«Se meu livro, escrito em brasileiro, pode ser traduzido para o catalão, porque não para o português? Sei que esse é um vespeiro terrível, e temo estar a provocar serial killers linguísticos esbravejando contra meu crime de lesa-pátria. Ora pois, minha língua é minha pátria, e gosto de saber que meu leitor está em casa, seja ele russo, árabe ou português.»</em></blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/estudos-da-comunicacao/linguistica/desacordos-ortograficos-traduzir-linguas-diferentes/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Festudos-da-comunicacao%2Flinguistica%2Fdesacordos-ortograficos-traduzir-linguas-diferentes%2F&amp;linkname=DESACORDOS%20ORTOGR%C3%81FICOS%3A%20TRADUZIR%20L%C3%8DNGUAS%20DIFERENTES" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Festudos-da-comunicacao_2Flinguistica_2Fdesacordos-ortograficos-traduzir-linguas-diferentes_2F_amp_linkname=DESACORDOS_20ORTOGR_C3_81FICOS_3A_20TRADUZIR_20L_C3_8DNGUAS_20DIFERENTES&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>O SILENCIOSO VÁCUO LARANJA REVISITADO</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 14:11:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um partido que não aposta em mais do que programas fotocopiados do "Índice do Situacionismo" de José Pacheco Pereira, agora em modo Marcello Caetano, educador do Povo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><a rel="nofollow" target="_blank" title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/comunicacao/estrategica/politica/o-silencioso-vacuo-laranja/" target="_blank">A funcionar como adenda ao artigo anterior</a>, regista-se por aqui a <a title=": fractura.net!" href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/523781" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories_amp_op=view_amp_fokey=ex.stories/523781&amp;referer=');">acusação de Agostinho Branquinho, deputado do PSD, de estar a RTP a ser instrumentalizada pelo governo e pelo PS e de prosseguir há três anos uma estratégia de silenciamento do partido nos seus noticiários</a>. Esta acusação do deputado laranja baseia-se nos relatórios da ERC sobre o pluralismo político partidário, cujos valores de referência são contestados por José Alberto Carvalho, director de informação da estação pública, que vai ser ouvido na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura na próxima quarta-feira, pelas 10 horas.

Frase digna de reciclagem, da autoria do deputado Agostinho Branquinho:
<blockquote><em>«O que está por detrás desta estratégia escandalosa de silenciamento do PSD é depois vender-se a ideia de que o PSD sobre as diferentes questões não tem posição. Esse mal nunca vai ser corrigido.»</em></blockquote>
Reflexos da atitude de um partido que <a rel="nofollow" target="_blank" title="Abrupto" href="http://abrupto.blogspot.com/2009/06/coisas-da-sabado-o-que-e-que.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/abrupto.blogspot.com/2009/06/coisas-da-sabado-o-que-e-que.html?referer=');">NÃO aposta</a> em <a rel="nofollow" target="_blank" title="Diário de Notícias" href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1266543" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1266543&amp;referer=');">agências de comunicação</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Abrupto" href="http://abrupto.blogspot.com/2009/06/coisas-da-sabado-os-defeitos-das-jotas.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/abrupto.blogspot.com/2009/06/coisas-da-sabado-os-defeitos-das-jotas.html?referer=');">NÃO aposta</a> nos <a rel="nofollow" target="_blank" title="Sócrates 2009" href="http://www.socrates2009.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.socrates2009.pt/?referer=');">novos media</a>, NÃO aposta em mais do que programas fotocopiados do "<a rel="nofollow" target="_blank" title="Abrupto" href="http://abrupto.blogspot.com/2009/06/indice-do-situacionismo-103-os-abcessos.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/abrupto.blogspot.com/2009/06/indice-do-situacionismo-103-os-abcessos.html?referer=');">Índice do Situacionismo</a>" de <a rel="nofollow" target="_blank" title="SIC" href="http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/pontocontraponto/2009/6/edicao-de-28-06-2009.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sic.aeiou.pt/online/video/informacao/pontocontraponto/2009/6/edicao-de-28-06-2009.htm?referer=');">José Pacheco Pereira, agora em modo Marcello Caetano</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Abrupto" href="http://abrupto.blogspot.com/2009/06/ponto-contraponto-programa-do-programa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/abrupto.blogspot.com/2009/06/ponto-contraponto-programa-do-programa.html?referer=');">educador do Povo</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/comunicacao-estrategica/comunicacao-politica/o-silencioso-vacuo-laranja-revisitado/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcomunicacao-estrategica%2Fcomunicacao-politica%2Fo-silencioso-vacuo-laranja-revisitado%2F&amp;linkname=O%20SILENCIOSO%20V%C3%81CUO%20LARANJA%20REVISITADO" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcomunicacao-estrategica_2Fcomunicacao-politica_2Fo-silencioso-vacuo-laranja-revisitado_2F_amp_linkname=O_20SILENCIOSO_20V_C3_81CUO_20LARANJA_20REVISITADO&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/comunicacao-estrategica/comunicacao-politica/o-silencioso-vacuo-laranja/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O SILENCIOSO VÁCUO LARANJA'>O SILENCIOSO VÁCUO LARANJA</a> <small>A estratégia de Manuela Ferreira Leite e do PSD nã</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O SILENCIOSO VÁCUO LARANJA</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação política]]></category>
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		<description><![CDATA[A estratégia de Manuela Ferreira Leite e do PSD não me parece ser estratégia alguma. Nem eleitoral, nem governativa.
O discurso tecnocrata da líder não convence os portugueses, especialmente no caso de vir o PS a fazer uma espécie de campanha semelhante, começando a relembrar o passado, “em nome da verdade”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Falava-me o Álvaro, ainda ontem ao almoço, sobre as suas impressões acerca da escalada de Manuela Ferreira Leite na escadaria das sondagens de popularidade. Dizia-me ele que a líder do PSD tinha revelado um valente par de tomates ao chamar mentiroso a Sócrates e que essa estratégia se estava a revelar eficaz.
Por minha parte, disse-lhe que o PSD não tem estratégia e nem sequer faz campanha. Na minha modesta opinião, o PSD apenas faz contra-campanha, aproveitando-se das fragilidades discursivas de José Sócrates e restante governo e PS, das mais que badaladas controvérsias em torno de Freepóres, TVI’s, relações com os media, etc.
Digo isto porque me parece evidente que o PSD e Manuela Ferreira Leite se refugiam no contra-ataque, não deixando nunca antever qualquer opção realmente válida à acção governativa. Dali não sai nada, a não ser o mais completo vácuo de ideias, muito pouco próprio de um partido que pretende ser uma alternativa de governo.

De qualquer forma, as eleições legislativas entre o PS e o PSD assemelham-se a uma corrida de Fórmula 1, em que ganha o que cometer menos erros, já que viaturas as viaturas são extremamente parecidas tecnicamente e os condutores apenas diferem ao nível de execução técnica e resistência ao cansaço e aos nervos.
Falar de condições, por parte do PSD, para se constituir uma alternativa governativa na próxima legislatura é falar da condução de uma mesma viatura, num mesmo circuito, mas com um outro piloto. Quais as diferenças restantes? <span id="more-910"></span>

Embalados pela derrota do PS nas eleições europeias, os laranjas parecem esquecer que não devem tomá-la como um dado determinante para as legislativas pois, apesar da sua importância ao nível psicológico, quer os objectivos das próximas eleições, quer o número de votantes, sugerem diferenças a ter em conta.
Neste contexto, seria enriquecedor ouvir de Manuela Ferreira Leite algo mais do que o constante apelo à verdade e a uma moralidade que apenas encontram paralelo na recentemente adquirida humildade de Sócrates. Seria bom, por exemplo, que a líder do que deveria ser o maior partido da oposição nos dissesse, linha por linha, quais as suas acções governativas, explicando detalhadamente o que se propõe fazer no campo das obras públicas, saúde, educação, trabalho e segurança, em vez de escutarmos diariamente os lugares comuns que debita para entretenimento das massas.
Os portugueses já sentem o que está mal. Agora, querem saber porque está mal e, muito importante, como corrigir. Do que nós estamos fartos é de ver governantes a desculparem-se com a crise e oposições a culpá-los desta. Verdade, verdadinha, estão ambos errados, estão ambos a gozar connosco.

Não compreendo por isso a continuidade de uma espécie de “estratégia de silêncio”, aqui e ali interrompida por um esgar salazarento da líder ou por mais um índice do situacionismo, agora ao vivo e a cores.
<a rel="nofollow" target="_blank" title="Jornal de Negócios" href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&amp;id=375408" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION_amp_id=375408&amp;referer=');">Pedro Passos Coelho, ex-candidato à presidência do PSD, pergunta, no artigo para o Jornal de Negócios</a>, se «… verá o País como mobilizador e positivo um programa de reformas que implica, na maior parte das políticas públicas, uma orientação de efeito menos popular por implicar restrições adicionais?», perguntando ainda se «… mesmo supondo que a orientação a seguir fosse a de disfarçar um tal programa para supostamente não assustar o eleitorado, poderia um governo com esta orientação ganhar as eleições com conforto aritmético e conseguir implementar um programa para o qual não havia mobilizado claramente o País?».
É ele mesmo quem responde: «Não escondendo ao País que as reformas serão difíceis, falando pois verdade e apresentando um programa de acção ambicioso a pensar no futuro, pode tornar mais difícil o retorno eleitoral. Mas estará a cumprir um desígnio democrático muito importante que é o de oferecer uma alternativa não meramente funcional ou formal mas substancial, que não pode impor a Portugal mas que deve esperar que os Portugueses subscrevam e adiram. A melhor solução eleitoral é, assim, conseguir mostrar que um programa de reformas difíceis pode ser mobilizador e trazer, em simultâneo, a marca esperança.»

A estratégia de Manuela Ferreira Leite e do PSD não me parece ser estratégia alguma. Nem eleitoral, nem governativa.
O discurso tecnocrata da líder não convence os portugueses, especialmente no caso de vir o PS a fazer uma espécie de campanha semelhante, começando a relembrar o passado, “em nome da verdade”.
Para além disso, são visíveis as diferenças de postura da líder do PSD em relação a Sócrates no que aos principais temas “fracturantes” se refere, o casamento homossexual, o aborto, as relações laborais, etc., temas em que Manuela Ferreira Leite fica muito aquém do Primeiro-ministro em termos de sensibilidade humanista. E, parecendo que não, isso faz toda a diferença, não só na campanha, mas também, espero, na escolha.

Mas o maior problema no meio de tudo isto é o nível de expectativas em termos de governo e opções governativas. Em nome da verdade, convém dizer que são muito baixas. Venha das eleições o que vier, não é de esperar uma maioria absoluta. Considero, neste aspecto, que tal é saudável para a participação democrática dos representantes eleitos e, supostamente, do Povo que os elegeu. Mas, conhecendo as peças como conheço, tal será difícil.
Será, assim, uma legislatura de “caos democrático”, com entediantes debates parlamentares que não levarão a lado algum, excepto ao sublimar do funcionalismo público. Será mais uma legislatura, já sem Manuela Ferreira Leite, em que o governo governará e o principal partido do que deveria ser a oposição tratará de manter os lugares na Assembleia, sem nada a acrescentar ao debate democrático, excepto a retórica parlamentar para gáudio da assistência. Será a continuação da “estratégia do silêncio” apenas pontuada pela crítica óbvia sem um pingo de construção.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/comunicacao-estrategica/comunicacao-politica/o-silencioso-vacuo-laranja/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcomunicacao-estrategica%2Fcomunicacao-politica%2Fo-silencioso-vacuo-laranja%2F&amp;linkname=O%20SILENCIOSO%20V%C3%81CUO%20LARANJA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcomunicacao-estrategica_2Fcomunicacao-politica_2Fo-silencioso-vacuo-laranja_2F_amp_linkname=O_20SILENCIOSO_20V_C3_81CUO_20LARANJA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/comunicacao-estrategica/comunicacao-politica/o-silencioso-vacuo-laranja-revisitado/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O SILENCIOSO VÁCUO LARANJA REVISITADO'>O SILENCIOSO VÁCUO LARANJA REVISITADO</a> <small>Um partido que não aposta em mais do que programas</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>ESTUDANTES CRIAM AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:49:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[PRestige Agency understands traditional and new media’s role in communication today and provides diverse and fresh counsel at the University level to both University and outside clients.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Sigo uma vez mais uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="PiaR" href="http://piar.blogs.sapo.pt/88651.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/piar.blogs.sapo.pt/88651.html?referer=');">ligação oferecida pelo Rodrigo Saraiva</a>, desta vez para algo que me chama particularmente a atenção: uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="PRestige" href="http://prestigeagency.wordpress.com/hofstras-prssa/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/prestigeagency.wordpress.com/hofstras-prssa/?referer=');">associação de estudantes de Relações Públicas</a> que, não contente com o facto de <a rel="nofollow" target="_blank" title="PRestige" href="http://prestigeagency.wordpress.com/faqs-from-pr-students/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/prestigeagency.wordpress.com/faqs-from-pr-students/?referer=');">ser activa</a>, oferece já alternativas de <a rel="nofollow" target="_blank" title="PRestige" href="http://prestigeagency.wordpress.com/prestige-agency/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/prestigeagency.wordpress.com/prestige-agency/?referer=');">serviço pro bono</a> a <a rel="nofollow" target="_blank" title="PRestige" href="http://prestigeagency.wordpress.com/prestige-agency/clients/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/prestigeagency.wordpress.com/prestige-agency/clients/?referer=');">organizações que dele necessitem</a>.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://prestigeagency.files.wordpress.com/2009/03/prestige-staff-group-shot.jpg?w=300&amp;h=225" alt="" width="300" height="224" /></p>

<blockquote><em>«Dedication, integrity, and enthusiasm are core values that are applied to all of PRestige Agency’s services. We take a hands-on approach to communication. PRestige Agency understands traditional and new media’s role in communication today and provides diverse and fresh counsel at the University level to both University and outside clients.»</em></blockquote>
Cá pelo burgo, <a rel="nofollow" target="_blank" title="APERPEC" href="http://aperpec.googlepages.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/aperpec.googlepages.com/?referer=');">o coma do costume</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/res-publica/educacao/estudantes-criam-agencia-de-comunicacao/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fres-publica%2Feducacao%2Festudantes-criam-agencia-de-comunicacao%2F&amp;linkname=ESTUDANTES%20CRIAM%20AG%C3%8ANCIA%20DE%20COMUNICA%C3%87%C3%83O" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fres-publica_2Feducacao_2Festudantes-criam-agencia-de-comunicacao_2F_amp_linkname=ESTUDANTES_20CRIAM_20AG_C3_8ANCIA_20DE_20COMUNICA_C3_87_C3_83O&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/res-publica/educacao/formacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO'>FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO</a> <small>A FORMAÇÃO É GERALMENTE PERCEBIDA COMO O ACTO DE S</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>A CAUDA LONGA DA BLOGOSFERA ESTÁ À MORTE</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 11:03:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não se trata de reduzir a poesia a uma sucessão de haiku. Trata-se, isso sim, de a reduzir a uma sucessão de quadras de São João.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><a rel="nofollow" target="_blank" title="Guardian" href="http://www.guardian.co.uk/technology/2009/jun/24/charles-arthur-blogging-twitter" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.guardian.co.uk/technology/2009/jun/24/charles-arthur-blogging-twitter?referer=');">Quem o afirma é Charles Arthur, do Guardian</a>. Porquê? Segundo o autor, <em>«Because blogging isn't easy. More precisely, other things are easier – and it's to easier things that people are turning.»</em>, explicando mais adiante no mesmo parágrafo que <em>«Writing a blog post is a lot harder than posting a status update, putting a funny link on someone's Wall, or tweeting. People are still reading blogs, and other content. But for the creation of amateur content, their heyday for the wider population has, I think, already passed. The short head of blogging thrives. Its long tail, though, has lapsed into desuetude.»</em>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img19.imageshack.us/img19/8158/twitterfailwhalebigger.jpg" alt="" width="434" height="286" /></p>

Recordo que, há algum tempo atrás, surgiu alguma polémica, de ânimos exaltados, até, em torno da suposta “Morte da Blogosfera”. É com pesar que verifico que agora o artigo do Charles Arthur nem sequer para as exéquias fúnebres consegue chamar curiosos.
Segundo o autor do artigo, apenas 7.4 milhões dos cerca de 133 milhões de blogs existentes foram actualizados nos últimos 120 dias. As hostes mudaram-se de armas e bagagem para o twitter, a ferramenta sms mais hype do mercado, a par do facebook.
Na minha opinião, Arthur tem razão ao caracterizar esta morte como fruto da preguiça. Estará a blogosfera condenada a ficar nas mãos dos políticos, órgãos de informação e das corporações que, aparentemente, são os que a melhor alimentam? Será que desaparecerá, definitivamente, a blogosfera amadora, o tal lixo de que falava Pacheco Pereira lá do alto do púlpito? Espero que não.

Espero que não por vários motivos. Um deles é a falta que fazem artigos com conteúdo suficiente para obrigar a uma análise mais demorada. Ler a espécie de “Blitz Zeitung” do twitter ou do facebook é, na grande maioria, ler apenas uma câmara de eco acerca das impressões que uma determinada “elite” coloca em blogs e sites noticiosos e corporativos, que descamba num spin que, a meu ver, é tudo menos saudável. Logicamente, ambas as ferramentas têm vantagens significativas em relação à blogosfera, nomeadamente a conversação, a rapidez e a ubiquidade. Considero, no entanto – pelas minhas mais que rápidas passagens por ambas – que estas seriam muito mais aproveitáveis se fossem utilizadas como complemento ao blogging. Lamentavelmente verifico que uma grande parte dos outrora melhores e mais inovadores bloggers nacionais e internacionais passaram a assentar por lá arraiais. Esses são, para mim, os casos mais curiosos.
O que levará um blogger de qualidade a trocar o seu blog por uma conta twitter?
Não sabendo ainda a resposta a essa pergunta, tenho uma ideia que passa pela gratificação rápida. Mas fico por aqui, não quero estar a “mandar bocas”. Para isso usaria o twitter.
Outro motivo pelo qual espero que a cauda longa da blogosfera não esteja definitivamente morta é o de – pelo menos a mim – ser extremamente difícil pegar num texto como este e dar-lhe corpo em 140 caracteres. Existem alguns casos em que vejo alguma habilidade para tal mas, na maioria deles, o que vejo é debitar não sei quantas mensagens complementares umas às outras para fazer passar uma ideia. O que acontece é que cada uma delas acaba por resultar numa discussão independente das outras, o que origina, muitas vezes, uma espécie de cacofonia que nada esclarece.
E ainda outro motivo, o da linguagem. Verifico que se assiste ao nascimento de uma espécie de “novilíngua” certamente ditada pelas limitações de caracteres que as plataformas de conversação impõem. É virtualmente impossível ter uma conversa normal quando não se pode utilizar os recursos linguísticos livremente.
Não se trata de reduzir a poesia a uma sucessão de haiku. Trata-se, isso sim, de a reduzir a uma sucessão de quadras de São João.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/opiniao/a-cauda-longa-da-blogosfera-esta-a-morte/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fopiniao%2Fa-cauda-longa-da-blogosfera-esta-a-morte%2F&amp;linkname=A%20CAUDA%20LONGA%20DA%20BLOGOSFERA%20EST%C3%81%20%C3%80%20MORTE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fopiniao_2Fa-cauda-longa-da-blogosfera-esta-a-morte_2F_amp_linkname=A_20CAUDA_20LONGA_20DA_20BLOGOSFERA_20EST_C3_81_20_C3_80_20MORTE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>A FALTA DE CARTAZES E O VAZIO IDEOLÓGICO</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 22:03:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O problema parece residir na saída de cena da ideologia e na entrada do marketing político. Os partidos actuais não querem apostar numa ideologia, pois sabem que esta polariza a decisão. É por tal que preferem apostar num “ecletismo” de ideias, colocando-se ao centro e captando votos de todos os quadrantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->A conselho do <a rel="nofollow" target="_blank" title="PiaR" href="http://piar.blogs.sapo.pt/90394.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/piar.blogs.sapo.pt/90394.html?referer=');">Rodrigo Saraiva</a>, lá fui ler o artigo do José Marmeleira publicado na ípsilon de título “<a rel="nofollow" target="_blank" title="ípsilon" href="http://ipsilon.publico.pt/artes/texto.aspx?id=234402" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ipsilon.publico.pt/artes/texto.aspx?id=234402&amp;referer=');">O cartaz político é ainda uma arma?</a>”. Cabe-me agora a mim aconselhar os que por aqui ponham os olhos a fazer uma visita, pois vale a pena.

Olhando o cartaz de Barack Obama, concebido por Shepard Fairey, sou levado a estabelecer algumas analogias. Este trabalho, para além das características semióticas que o objectivo da sua concepção impôs, tem todas as características de um ícone pop – não é demais compará-lo, por exemplo, aos ícones de Che, de Cristo ou de Lenine.
Como se explica no artigo, este cartaz traduz o esforço de Fairey em apropriar-se de imagens históricas, remetendo o ícone de Obama para os cartazes realizados durante o New Deal, com um pormenor acrescentado: este cartaz já não é tanto para a rua, mas para a Internet. No artigo são reproduzidas, a este propósito, as palavras de Mário Moura, crítico de design, que afirma: «De todas as apropriações da imagem de Obama, esta é a mais bem conseguida. Tornou-se mais oficial qe a imagem oficial. Agarrou naquilo que a campanha de Obama procurava transmitir, uma imagem de esperança no futuro, mas também uma nostalgia de uma América mais inocente e sensata.»
Este cartaz cumpre muito bem as <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/blog/propaganda/" target="_blank">leis da propaganda</a>, à semelhança dos antigos cartazes que se viam em Portugal até inícios da década de 80 do século passado.
Mas então, o que se passou entretanto – sobretudo na Europa – para que este tipo de trabalho não seja já usado nas campanhas?
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img35.imageshack.us/img35/299/84305507.jpg" alt="" width="382" height="501" /></p>

O problema parece residir na saída de cena da ideologia e na entrada do marketing político. Os partidos actuais <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/blog/meios-forma-conteudo-obama-politicos-portugueses/" target="_blank">não querem apostar numa ideologia</a>, pois sabem que esta polariza a decisão. É por tal que preferem apostar num “ecletismo” de ideias, colocando-se ao centro e captando votos de todos os quadrantes.
É por isso que vemos outdoors de um tédio tremendo, cada vez mais iguais, onde a criatividade é nula. Vemos apenas um nome, um partido, um slogan e, invariavelmente, um ou mais representantes em pose de estado.
Esta situação é comum no resto da Europa que, recatada num mundo em que os políticos são de redoma – aparecendo nas feiras e nas tascas apenas em campanha – parece não querer desistir dos preconceitos em relação à comunicação política. Infelizmente, tal preconceito acaba por ser duplamente contraproducente: por um lado, retira qualquer rasgo de honestidade aos candidatos, colocando-os em poses nada menos que denunciadoras de falsidade; por outro, e bem mais grave, resumem numa figura o que é o espectáculo político – a falta de informação, de assumpção de ideologia, de assumir posições inequívocas, tentando conquistar aqui e ali os votos necessários à concretização do maior número de deputados possíveis, supostos representantes de um povo que nem sequer sabe porque os elegeu.

Neste mesmo artigo, a posição dos políticos portugueses e europeus parece ser corroborada por José Luís Garcia, sociólogo e investigador do Instituto de Ciências Sociais, que se baseia em Kracauer, sociólogo e crítico cultural alemão, para dizer, a propósito do cartaz de Obama, que «Ele prenunciava o torpor contemporâneo diante da inundação de imagens industrializadas e acreditava que esse fenómeno podia destruir os traços decisivos da própria consciência. Creio que este tipo de cartaz se inscreve nessa ideia de ornamento da massa, como uma espécie de padronização de coreografias e de traços», exemplificando: «Colocar a face do Obama em traços que poderia servir à representação de jogadores de futebol ou estrelas de cinema significa que estamos a assistir ao fim de fronteiras entre formas de cultura conduzidas por códigos banais e primários.»
Por outro lado, Mário Moura explica que «A falta de fé política está ligada a uma falta de fé no design. Se uma campanha usa design demasiado sofisticado é logo acusada de se preocupar demasiado com a imagem. O que acontece é que a maioria das campanhas são não apenas contra o design vistoso como contra o próprio design.»
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img164.imageshack.us/img164/7438/prptdiasdopresidente.jpg" alt="" width="450" height="298" /></p>

Mas atentemos nas palavras de José Luís Garcia, que apresenta ainda uma outra ideia acerca da utilização de cartazes de carácter icónico mais marcante – ou a falta desta – na Europa: «O sistema político da União Europeia, e de cada um dos Estados europeus, não tem tendência para forjar personagens com a força mítica e icónica de um Barack Obama. A primeira porque a sua personalidade mais importante resulta de uma escolha feita pelos directórios dos partidos maioritários nas costas dos eleitores. E do ponto de vista de cada um dos Estados, por razões sociais e políticas de fundo, as oligarquias políticas europeias não permitem que possa surgir um jogador que, nesse terreno, pudesse restituir uma certa esperança nas transformações políticas. E se não aparecem jogadores, não podem aparecer estrelas da política ou um cartaz como aquele.»
Ora, quer isto dizer que estamos sujeitos a um <a rel="nofollow" target="_blank" title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/comunicacao/estrategica/politica/por-outra-comunicacao-politica/" target="_blank">cinzentismo cada vez mais patente na comunicação</a> que tenta por todos os meios a <a title="Jornalismo e Comunicação" href="http://mediascopio.wordpress.com/2009/06/08/os-meandros-complexos-da-comunicacao/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mediascopio.wordpress.com/2009/06/08/os-meandros-complexos-da-comunicacao/?referer=');">pesca de votos sem compromissos ideológicos para com os eleitores</a>.

Podemos, por estes breves parágrafos, verificar três situações que se resumem da seguinte forma – resumindo, de resto, este post – e que se prendem fortemente com a democracia. São sintomas inequívocos do estado da política.
Em primeiro lugar, o risco existente na banalização da imagem do político que sugere dois perigos: o da formatação ideológica dos eleitores e o da vulgarização do político resultante num rápido desgaste da imagem e consequente esquecimento rápido.
Seguidamente, o preconceito das organizações políticas quanto à utilização de assessorias de comunicação nas campanhas ou, no mínimo, a preocupação de não transparecer demasiada criatividade julgando ser esta causadora de uma percepção de <a rel="nofollow" target="_blank" title="Food for Thought" href="http://feedproxy.google.com/~r/lift/feedforthought/~3/WDbVQHyJnio/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/feedproxy.google.com/_r/lift/feedforthought/_3/WDbVQHyJnio/?referer=');">falsidade junto do eleitorado</a>.
Por fim, e mais importante, a possível confirmação de que talvez as duas situações anteriores não passem de um mito e que tudo se trata, afinal, de uma falta de honestidade para com os eleitores, disfarçada de moral – que é o que sabemos, especialmente no campo político onde a ética é uma batata.

Acabo com uma imagem simples, que me assalta a mente de cada vez que olho para a Casa da Música. Era naquele espaço, no tempo em que ali havia uma estação de recolha do STCP, que existia um mural, vários murais, até. Um tratava-se de arte, uma arte livre e descomprometida para com a própria arte. Outros murais eram os dos partidos que nos diziam quem eram, ao que vinham, ao que se propunham. Sem rodeios, sem cinzentismo, com coragem. Os cartazes eram iguais, os seus ícones reflectiam uma intenção inequívoca e eram eles, em muito, que faziam jovens como eu partilharem uma ou outra ideologia.
Perigoso? Sem dúvida. Honesto? Nem por isso. Bonito? De certeza absoluta.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img15.imageshack.us/img15/7660/obamahopel.jpg" alt="" width="414" height="346" /></p><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/a-falta-de-cartazes-e-o-vazio-ideologico/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcommunicare%2Fcomunicacao-de-massas%2Fpropaganda%2Fa-falta-de-cartazes-e-o-vazio-ideologico%2F&amp;linkname=A%20FALTA%20DE%20CARTAZES%20E%20O%20VAZIO%20IDEOL%C3%93GICO" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcommunicare_2Fcomunicacao-de-massas_2Fpropaganda_2Fa-falta-de-cartazes-e-o-vazio-ideologico_2F_amp_linkname=A_20FALTA_20DE_20CARTAZES_20E_20O_20VAZIO_20IDEOL_C3_93GICO&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/por-outra-comunicacao-politica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA'>POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA</a> <small>«Repetiu-se o que se fez num passado recente. Algu</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>FALTAVA A CASSETE PÓS-RESULTADOS ELEITORAIS</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 20:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação política]]></category>
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		<description><![CDATA[A realidade é que, nestas eleições, não há vencedores. Pelo contrário, Portugal perdeu em todas as frentes ao fazer subir à posição de representantes legítimos do Povo junto da Europa um grupo de políticos eleitos por menos de metade da população. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Calculo que existam ainda muitos que, como eu, se recordam de um PCP com força e representatividade. Muitos outros, não só o recordam, como se mantêm nas fileiras da ortodoxia cujo tempo no cenário ideológico se situa algures entre 1917 e 1918.

Costumo dizer que eu, como muitos, fui comunista aos quinze anos de idade. Mas entretanto cresci. Devo confessar, ainda assim, que me custa um pouco olhar para o PCP, como me custa olhar para um velho no banco do jardim, na sua inactividade fruto da incapacidade de adaptação aos tempos que correm, perdido em memórias. Certo é que a situação do velho será diferente da do PCP, pois a sua vida regrada pelos tempos idos é a que a sociedade lhe soube oferecer. Quanto ao PCP, dá-me a impressão de viver numa redoma burguesa e conservadora, que afasta cada vez mais o partido dos que alegadamente representa.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img196.imageshack.us/img196/4264/urssstaline.jpg" alt="" width="507" height="391" /></p>

E custa-me especialmente observar que o Comité Central continua a despejar ladaínha propagandista, desfiando a cassete do costume. Não há derrotas, o mundo proletário vence sempre pela força do PCP, venham eles. São nossos os amanhãs que cantam. É que, para mim, vir o comité dizer que se sente satisfeito com os resultados eleitorais (embora eu não saiba como há-de haver algum partido satisfeito com a miséria do número de votantes), será algo que a eles compete esclarecer - depende dos objectivos e da fasquia colocada. Agora, depois de esta força política ser relegada para o quarto lugar, vir dizer no <a rel="nofollow" target="_blank" title="Avante!" href="http://www.avante.pt/editorial.asp" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.avante.pt/editorial.asp?referer=');">Avante</a> que <em>«Nas muitas e muito ricas intervenções proferidas no decorrer da reunião do Comité Central da semana passada, foi vivamente sublinhado o ambiente de grande satisfação que se vive em todo o Partido, em consequência do magnífico resultado alcançado pela CDU nas eleições do dia 7»</em>, creio ser ir um pouco mais além no ridículo.

Em abono da verdade, quase todos os partidos, sem motivo que eu compreenda, cantaram vitória. Uns, porque subiram no número de votantes, outros porque cumpriram objectivos estratégicos, outros ainda porque ganharam uma oportunidade de corrigir os erros. Todos eles, cada qual à sua maneira, parecem ter andado na mesma escola, declarando vitória no meio do deserto.

A realidade é que, nestas eleições, não há vencedores. Pelo contrário, Portugal perdeu em todas as frentes ao fazer subir à posição de representantes legítimos do Povo junto da Europa um grupo de políticos eleitos por menos de metade da população. Mas convenhamos: se dizer que se ganha uma eleição com 11% do eleitorado é ridículo, dizer que se teve sucesso quando se perdeu o lugar no pódio é demais. E sinceramente: custa-me um pouco vê-los a envelhecer assim.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/faltava-a-cassete-pos-resultados-eleitorais/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcommunicare%2Fcomunicacao-de-massas%2Fpropaganda%2Ffaltava-a-cassete-pos-resultados-eleitorais%2F&amp;linkname=FALTAVA%20A%20CASSETE%20P%C3%93S-RESULTADOS%20ELEITORAIS" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcommunicare_2Fcomunicacao-de-massas_2Fpropaganda_2Ffaltava-a-cassete-pos-resultados-eleitorais_2F_amp_linkname=FALTAVA_20A_20CASSETE_20P_C3_93S-RESULTADOS_20ELEITORAIS&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/por-outra-comunicacao-politica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA'>POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA</a> <small>«Repetiu-se o que se fez num passado recente. Algu</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>VENDER O REMÉDIO PARA A TOSSE, MAS TOMÁ-LO ANTES</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 20:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[reflexos]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mkt]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[«A Indústria Farmacêutica depara-se com um desafio nunca antes visto. Agora, para levar um novo fármaco para o mercado já não chega apenas demonstrar cientificamente que ele é seguro e eficaz. As ideias de custo-efectividade, custo-utilidade ou custo-benefício vieram para ficar e já fazem parte do léxico diário de empresas, reguladores, administrações hospitalares e profissionais de saúde.» In Relações Públicas e Comunicação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><blockquote>«É preciso estabelecer pontes com públicos-alvo distintos, com especificidades próprias e necessidades diferenciadas: o administrador hospitalar anseia uma linguagem de gestão que possa legitimar as suas opções, o médico cruza a língua da ciência com as expectativas do doente que está à sua frente, o familiar fala e escuta com o coração e o doente simplesmente não aceita que o seu melhor tratamento seja colocado em causa por uma questão financeira. Afinal, a vida tem um preço?»
<p style="text-align: right;"><a rel="nofollow" target="_blank" title="Relações Públicas e Comunicação" href="http://guesswhatpr.com/blog/custa-mais-nao-comunicar/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/guesswhatpr.com/blog/custa-mais-nao-comunicar/?referer=');">Relações Públicas e Comunicação</a></p>
</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/res-publica/saude/vender-o-remedio-para-a-tosse-mas-toma-lo-antes/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fres-publica%2Fsaude%2Fvender-o-remedio-para-a-tosse-mas-toma-lo-antes%2F&amp;linkname=VENDER%20O%20REM%C3%89DIO%20PARA%20A%20TOSSE%2C%20MAS%20TOM%C3%81-LO%20ANTES" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fres-publica_2Fsaude_2Fvender-o-remedio-para-a-tosse-mas-toma-lo-antes_2F_amp_linkname=VENDER_20O_20REM_C3_89DIO_20PARA_20A_20TOSSE_2C_20MAS_20TOM_C3_81-LO_20ANTES&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>DIZEM-ME DAS PALAVRAS</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 15:46:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ah!]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis o sério regabofe das nossas vidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><blockquote>Resta-nos a carne, consolai-vos pouco porque vos resta o que somente nos deram: a carne; que a palavra, essa, nunca existiu senão para arder em si mesma. E nós, esses nós, nunca existiram senão para deixarmos de existir em nós mesmos; carnes refactárias, achais, por certo, alguns de vós, mas sem palavras que as salvem. Eis o sério regabofe das nossas vidas.
<p style="text-align: right;">Até Setembro, <a rel="nofollow" target="_blank" title="O Regabofe" href="http://oregabofe.blogspot.com/2009/06/em-breve.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/oregabofe.blogspot.com/2009/06/em-breve.html?referer=');">Miss Allen</a></p>
</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/reflexos/dizem-me-das-palavras/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Freflexos%2Fdizem-me-das-palavras%2F&amp;linkname=DIZEM-ME%20DAS%20PALAVRAS" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Freflexos_2Fdizem-me-das-palavras_2F_amp_linkname=DIZEM-ME_20DAS_20PALAVRAS&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>AS MARCAS NO NOVO MUNDO DIGITAL: O REFORÇO QUALITATIVO DA DEMOCRACIA GLOBAL</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 12:33:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[comunicação de marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[A democracia que a revolução digital nos trouxe pode reforçar e acelerar, também, o poder das marcas na criação de um futuro melhor.
A esta circunstância não é estranho o facto de as organizações não-governamentais e os activistas acharem mais eficaz a acção junto de uma marca global com o objectivo da mudança ambiental ou social, do que apresentarem queixa a instituições governamentais, mandatadas pela sociedade para tratarem desses assuntos.
É assim que os media digitais criam uma nova democracia global, em que as pessoas com acesso à Internet e com algum poder criativo podem significar influência no comportamento das organizações e das marcas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Algumas organizações e modelos de negócio tomaram os desenvolvimentos das tecnologias de informação e comunicação como um sinal evidente da sua desgraça. A música e a fotografia, entre outros, são bons exemplos desses modelos de negócio. Os restantes empresários, marketeers e comunicadores, para quem as previsões do fim da <a title="publicidade" href="http://fractura.net/blogica/publicidade/">publicidade</a> na televisão se revelaram prematuras, foram seduzidos, após um susto inicial, por um falso sentimento de segurança causado pela profundidade das mudanças que a Internet haveria de oferecer.
As alternativas à publicidade televisiva ilustraram o quão fascinantes são as oportunidades de comunicação oferecidas pelo mundo digital. Mas muito mais interessante do que isso é o facto de a natureza e as regras das marcas estarem a mudar.

No velho mundo top-down da comunicação de sentido único, uma organização dizia o que queria fazer ouvir e o consumidor tinha a escolha de pegar ou largar. Neste novo mundo de transparência e acesso livre a uma cada vez maior informação detalhada acerca de quase tudo, as empresas serão cada vez mais julgadas pelo que dizem e pelo que fazem, pelos seus pontos de vista acerca de problemas relacionados com os consumidores e pela agenda-setting determinada por estes.
Neste contexto, o que é excitante no mundo da comunicação e do marketing actual é o facto de serem as marcas, elas próprias, o veículo pelo qual os consumidores assim actuam. As marcas são o ponto de encontro entre desejos e preocupações dos consumidores por um lado, e compromissos das organizações, por outro.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img36.imageshack.us/img36/5460/40656438.jpg" alt="" width="450" height="467" /></p>

Quais são as preocupações dos consumidores?
Estas ultrapassam cada vez mais as simples exigências de funcionalidade. Influências sobre os consumidores aparecem agora de todos os lados e as marcas passaram a ser objecto de discussão nas mais diversas plataformas onde académicos, celebridades, especialistas e opinion makers discutem tópicos do foro funcional, emocional, ambiental e social.
E desde que a comunicação deixou de se restringir a anúncios televisivos de 30 segundos, as marcas têm que levar em linha de conta todas estas preocupações dos consumidores, mesmo que se tratem de assuntos acerca dos quais a organização não se sinta confortável. Podemos querer falar de desporto e por “just doing it”, originarmos levantamento de questões acerca das “sweat-shops”. Podemos querer falar acerca da importância da hidratação da pele na auto-estima feminina e estar a levantar a questão da desflorestação ou da sustentabilidade da produção de óleo de palma.
Por muito dispendioso que um anúncio possa ser, existem sempre consumidores que, gratuitamente, podem sabotar o campo comunicacional de uma marca.

Um dos efeitos da actual crise financeira é uma revisão dos bastiões da confiança. As marcas fazem parte deste processo.
Pode, no entanto, surgir aqui uma oportunidade oferecida pelo mercado de informação que a Internet nos traz, para separar a percepção dos consumidores entre o bom e o menos bom, o relevante do irrelevante, o verde da lavagem verde.
Os consumidores querem, cada vez mais, saber qual o ponto de vista de uma organização acerca dos grandes temas que lhes interessam.

A comunicação digital está a trazer as preocupações destes consumidores para a frente de uma forma completamente nova e poderosa. Exigem transparência, mais do que nunca.
Há dez anos atrás, os consumidores apenas escreveriam uma carta de reclamação, remetendo-a a um serviço de apoio ao cliente. Hoje, a tecnologia permite ao consumidor que se faça ouvir por canais como o Youtube, Twitter, Blogs…
A democracia que a revolução digital nos trouxe pode reforçar e acelerar, também, o poder das marcas na criação de um futuro melhor.
A esta circunstância não é estranho o facto de as organizações não-governamentais e os activistas acharem mais eficaz a acção junto de uma marca global com o objectivo da mudança ambiental ou social, do que apresentarem queixa a instituições governamentais, mandatadas pela sociedade para tratarem desses assuntos.
É assim que os media digitais criam uma nova democracia global, em que as pessoas com acesso à Internet e com algum poder criativo podem significar influência no comportamento das organizações e das marcas.

O que se vai tornando cada vez mais claro é o facto de a Internet ser maior – e muito mais interessante – do que a simples tarefa de descobrir qual é o próximo anúncio televisivo.
Estamos numa nova era da comunicação de marketing e desenvolvimento de marca, assustadora e atraente, que merece o maior cuidado possível.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/res-publica/democracia/as-marcas-no-novo-mundo-digital-o-reforco-qualitativo-da-democracia-global/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fres-publica%2Fdemocracia%2Fas-marcas-no-novo-mundo-digital-o-reforco-qualitativo-da-democracia-global%2F&amp;linkname=AS%20MARCAS%20NO%20NOVO%20MUNDO%20DIGITAL%3A%20O%20REFOR%C3%87O%20QUALITATIVO%20DA%20DEMOCRACIA%20GLOBAL" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fres-publica_2Fdemocracia_2Fas-marcas-no-novo-mundo-digital-o-reforco-qualitativo-da-democracia-global_2F_amp_linkname=AS_20MARCAS_20NO_20NOVO_20MUNDO_20DIGITAL_3A_20O_20REFOR_C3_87O_20QUALITATIVO_20DA_20DEMOCRACIA_20GLOBAL&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/res-publica/educacao/formacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO'>FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO</a> <small>A FORMAÇÃO É GERALMENTE PERCEBIDA COMO O ACTO DE S</small></li><li><a href='http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/opiniao/da-morte-das-relacoes-publicas-engano-de-cangalheiro/' rel='bookmark' title='Permanent Link: DA MORTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS: ENGANO DE CANGALHEIRO'>DA MORTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS: ENGANO DE CANGALHEIRO</a> <small>Sou da opinião de que as empresas se devem concent</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>THIS NEW FACE: ABOUT WP THEMES - FAZYVO AND MINIMALIA</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 10:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogging]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[fazyvo]]></category>
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		<description><![CDATA[If you like these themes, please pay a visit to Melle and to Dave. They deserve it.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->The increasing Twitter and Facebook addiction is not only the cause for the verified blogging downsizing, it seems to be also responsible for the lowest templates and skins production ever. Until some months ago, it was really simple to find new templates in <a rel="nofollow" target="_blank" title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/extend/themes/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/wordpress.org/extend/themes/?referer=');">Wordpress Extend</a> or at <a rel="nofollow" target="_blank" title="Weblog Tools Collection" href="http://weblogtoolscollection.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/weblogtoolscollection.com/?referer=');">Weblogger Tools Collection</a>, just to name a few. Nowadays it’s getting difficult to find really new works.
However, there is a group of people insisting on weblog tools development.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img155.imageshack.us/img155/2412/apresentao3.jpg" alt="" width="474" height="217" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img13.imageshack.us/img13/2551/apresentao4.jpg" alt="" width="461" height="124" /></p>

In one week I’ve made several changes on the template. First, I installed Fazyvo, now the blog runs with Minimalia.
A few words about <a rel="nofollow" target="_blank" title="Melle Wynia" href="http://www.noonnoo.com/things/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/?referer=');">Fazyvo and Melle</a>. <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.0" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/?referer=');">Fazyvo is a really nice template</a>. Clean and content oriented, brings several special features, like an options page and special Cufon fonts. I installed it for the first time; however, there was the usual problem: “special” characters. I don’t understand why they are so special; I use them every day, together with some million people all over the world.
So, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.0" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/#comment-101" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/_comment-101?referer=');">I posted a comment about this issue on Melle’s blog</a>. Unlike the most developers I posted the same issue – it’s recurrent – Melle <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.0" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/#comment-106" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/_comment-106?referer=');">took care</a> of <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.0" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/#comment-110" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-0/_comment-110?referer=');">the business</a> and <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.1" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/?referer=');">released a new version of this wonderful template</a>.
<a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.1" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/#comment-114" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/_comment-114?referer=');">OK, I know my problem: I want it all</a>. So, I made some tweeks, mostly related to headers and space changes, and it became more or less what I wanted: a really nice blog, focused on content, but also attractive to our eyes.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img193.imageshack.us/img193/3508/apresentao1h.jpg" alt="" width="499" height="249" /></p>

There was a problem still. <a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.1" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/#comment-116" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/_comment-116?referer=');">I can’t see my own blog unless some seconds after I load it, and also some elements appear on the wrong place</a>. This issue is clearly related to IE6 and some restrictions I have to accomplish (doesn’t matters to explain them). But, anyway, I decided to post another comment to Melle.
<a rel="nofollow" target="_blank" title="Fazyvo 1.1" href="http://www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/#comment-118" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/things/fazyvo_1-1/_comment-118?referer=');">And, surprise, I got an answer, not only on the comments box, but also on my e-mail! I must say: Melle, you’re really nice</a>. Thanks!
For those who are asking “How much do we have to pay for this?”, I can say that I payd ZERO. However, if you want to have a great Fazyo, fully customized and with many special features, you can call Melle. <a rel="nofollow" target="_blank" title="Melle Wynia" href="http://www.noonnoo.com/about/wordpress/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/about/wordpress/?referer=');">You’ll have it for a REALLY LOW price</a>.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img14.imageshack.us/img14/3392/apresentao5.jpg" alt="" width="530" height="362" /></p>

But I can’t “live in a blog” which I can’t see correctly. So, after considering that my problem is this preference for “hi-tech” blogs – those who know this blog will understand… -, I changed it to a minimal template, which I hope you like. This is <a rel="nofollow" target="_blank" title="Minimalia" href="http://www.bravenewcode.com/minimalia/installation" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bravenewcode.com/minimalia/installation?referer=');">Minimalia, a white, clean and fast loading theme</a>. Yeap, of course! – I made already some minor teaks… hopefully, it will work.
If you like these themes, please pay a visit to <a rel="nofollow" target="_blank" title="Melle Wynia" href="http://www.noonnoo.com/about/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.noonnoo.com/about/?referer=');">Melle</a> and to <a rel="nofollow" target="_blank" title="BraveNewCode" href="http://www.bravenewcode.com" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bravenewcode.com?referer=');">Dave</a>. They deserve it.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/artes/design/this-new-face-about-wp-themes-fazyvo-and-minimalia/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fartes%2Fdesign%2Fthis-new-face-about-wp-themes-fazyvo-and-minimalia%2F&amp;linkname=THIS%20NEW%20FACE%3A%20ABOUT%20WP%20THEMES%20-%20FAZYVO%20AND%20MINIMALIA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fartes_2Fdesign_2Fthis-new-face-about-wp-themes-fazyvo-and-minimalia_2F_amp_linkname=THIS_20NEW_20FACE_3A_20ABOUT_20WP_20THEMES_20-_20FAZYVO_20AND_20MINIMALIA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>ESTE BLOG NÃO É UM BLOG (SÓ) DE COMUNICAÇÃO</title>
		<link>http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/blog-de-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 14:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[agências]]></category>
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		<category><![CDATA[profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Mas, se fosse, talvez ainda fizesse umas coisas engraçadas. O que falta aqui é apenas um conhecimento profundo das matérias e tempo para publicar. Haja quem os tenha, haja quem o faça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Se isto se passa neste blog, o que se passaria num blog conceituado, como os que existem de comunicadores profissionais, ou mesmo nos sites e blogs das associações? Isto prova apenas que existe interesse na matéria. Mas prova ainda que esta anda a ser tratada de forma insuficiente e, pior, deficiente.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img19.imageshack.us/img19/1241/apresentao1m.jpg" alt="" width="450" height="404" /></p>

O que falta aqui é apenas um conhecimento profundo das matérias e tempo para publicar. Haja quem os tenha, haja quem o faça.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/blog-de-comunicacao/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fbocas%2Fblog-de-comunicacao%2F&amp;linkname=ESTE%20BLOG%20N%C3%83O%20%C3%89%20UM%20BLOG%20%28S%C3%93%29%20DE%20COMUNICA%C3%87%C3%83O" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fbocas_2Fblog-de-comunicacao_2F_amp_linkname=ESTE_20BLOG_20N_C3_83O_20_C3_89_20UM_20BLOG_20_28S_C3_93_29_20DE_20COMUNICA_C3_87_C3_83O&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>DA MORTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS: ENGANO DE CANGALHEIRO</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 09:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação institucional]]></category>
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		<description><![CDATA[Sou da opinião de que as empresas se devem concentrar no que podem controlar. O que as empresas podem controlar neste momento é a consolidação da sua imagem e reputação, no mercado e na sociedade. Falar com as pessoas acerca de quem somos, ao que vimos e do que temos para dar. Parece simples, mas não o é assim tanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Fala-se por aí da “morte” das Relações Públicas. Este vaticínio parece vir, por um lado, emprestado da situação actual dos media tradicionais, com especial ênfase para os jornais que têm vindo a sofrer dificuldades levantadas pela utilização das novas tecnologias de informação e comunicação; por outro, pela reconhecida dificuldade que esta prática tem na medição de resultados, pelo menos na sua forma mais quantitativa, o que leva as empresas a adoptar estratégias de marketing em detrimento das de comunicação estratégica.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img19.imageshack.us/img19/7518/coffinlg.jpg" alt="" width="400" height="378" /></p>

O artigo de Wendy Marx para o Fast Company, "<a rel="nofollow" target="_blank" title="Fast Company" href="http://www.fastcompany.com/blog/wendy-marx/brand-u-wendy-marx/public-relations-call-undertakers?" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fastcompany.com/blog/wendy-marx/brand-u-wendy-marx/public-relations-call-undertakers?&amp;referer=');">Public Relations: Call of the Undertakers</a>" – apontado pelo João Duarte no <a rel="nofollow" target="_blank" title="Do Fundo da Comunicação" href="http://dofundodacomunicacao.blogspot.com/2009/06/o-negocio-das-pr-morreu.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dofundodacomunicacao.blogspot.com/2009/06/o-negocio-das-pr-morreu.html?referer=');">Do Fundo da Comunicação</a> –, vem chamar a atenção para coisas simples e quase óbvias mas que merecem destaque. A estas, junto eu mais algumas reflexões. <span id="more-808"></span>

Em primeiro lugar, o facto de as Relações Públicas não estarem dependentes de um medium em particular, antes estarem em constante adaptação a todos os media, podendo ser facilmente destacada a sua presença nos media sociais da Internet.
Em segundo lugar, o facto de a História da Comunicação nos demonstrar que, até agora, nenhum medium acabou com outro, apenas o adaptou ou incorporou. O facto é que ainda hoje usamos <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/comunicacao/teorias/historia/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-de-elite/" target="_blank">ideogramas e pictogramas</a>, ainda hoje usamos imprensa escrita, rádio e televisão, se bem que, de cada vez que um dos novos meios de comunicação de massas apareceu, tenha sido prenunciada a morte dos meios restantes.
Na realidade, o negócio das Relações Públicas desenvolve-se com o objectivo de mediar os interesses entre o contratante dos profissionais e os seus públicos. E os seus públicos movem-se frequentemente em terrenos diferentes, em velocidades diferentes, com expectativas diferentes. É por tal que as Relações Públicas, numa óptica de estratégia global de comunicação, são a ferramenta essencial para “colocar no mercado” bens intangíveis de extrema importância, como são os da reputação, da imagem, da diferenciação, a par da contínua consolidação de relações com todos os stakeholders e a sociedade em geral.

Outra coisa que as Relações Públicas têm, e que mais nenhuma ferramenta táctica ou operacional de comunicação têm, a sua “naturalidade”.
Relações Públicas é algo que todos nós fazemos, de uma ou outra forma. Não querendo estar a exorbitar os seus limites, creio mesmo que todos nós temos, em diversas frentes e contextos, um plano estratégico de comunicação, que é dinâmico, revisto e adaptado constantemente. Talvez por isso escolhamos um determinado tipo de roupa para determinada ocasião, talvez por isso utilizamos diferentes tipos de conversação para diferentes pessoas. Talvez por isso sejamos capazes de, em tantas ocasiões, delinearmos uma linha de actuação que passa por dizer isto a A, conversar acerca daquilo com B, perguntar algo a C e, por fim, declarar uma intenção, uma decisão, uma tomada de posição a um ou mais públicos. Fazemos isso diariamente.
Podemos, enfim, considerar que tudo isto não passa de uma pragmática conversacional própria do ser humano mas, em todo o caso, este tipo de “plano” tem objectivos óbvios com esperança de retorno. E a isso chama-se Relações Públicas.

Por fim, o contexto actual de crise.
Sou da opinião de que as empresas se devem concentrar no que podem controlar. No momento que atravessamos, com uma carteira de clientes limitada e com uma intenção de compra reduzida, aliadas a um portefólio de produtos que, dadas as limitações, é difícil de aumentar, o que podem as empresas controlar?
Relativamente às vendas, existem várias opções, que passam directamente pelo marketing pois relacionam-se com o produto: diversificação, preço, canal de distribuição, etc. No entanto, estas reformulações estão, em grande medida, comprometidas pela falta de dinheiro.
A adopção de “campanhas de marketing” para a colocação do mesmo produto de sempre, a um preço “especial” ou com ofertas momentâneas apenas consomem recursos e diminuem a margem. Não sei, sinceramente, se os resultados de campanhas deste género estão a contribuir para as empresas e, num plano mais alargado, para a economia e o interesse comum.

O que as empresas podem controlar neste momento é a consolidação da sua imagem e reputação no mercado e na sociedade.
Actuar junto destes públicos, internos e externos, é de extrema importância. Poderá ser factor decisivo da compra e, importante, da impressão residual que, uma vez ultrapassada a crise, resultará numa imagem de segurança, fidelidade, transparência e honestidade face aos mercados e à sociedade.
Falar com as pessoas acerca de quem somos, ao que vimos e o que temos para dar. Parece simples, mas não o é tanto. <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/comunicacao/estrategica/relacoes-publicas/formacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao/" target="_blank">Formar colaboradores da empresa e dos seus canais de distribuição, tentar a excelência que só uma total integração, implicação e coesão podem oferecer, é um trabalho de Relações Públicas</a>. Entre tantos outros.

Mas deixo o desenvolvimento deste tema aos profissionais do ramo que, dando razão ao adágio «em casa de ferreiro, espeto de pau», apenas apostam numa espécie de “Relações Privadas” em circuito fechado.
Continuo a perguntar-me para que lhes servem os blogs, facebooks e twitters. Onde andam as tão esperadas opiniões, reflexões, boas práticas? A impressão que fica, a quem os (não) lê, é a de que estas não existem. Digo eu, que estou à vontade para o dizer, já que apenas GOSTO de comunicação.
Mas se fosse profissional, decerto diria ainda mais.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/opiniao/da-morte-das-relacoes-publicas-engano-de-cangalheiro/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fopiniao%2Fda-morte-das-relacoes-publicas-engano-de-cangalheiro%2F&amp;linkname=DA%20MORTE%20DAS%20RELA%C3%87%C3%95ES%20P%C3%9ABLICAS%3A%20ENGANO%20DE%20CANGALHEIRO" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fopiniao_2Fda-morte-das-relacoes-publicas-engano-de-cangalheiro_2F_amp_linkname=DA_20MORTE_20DAS_20RELA_C3_87_C3_95ES_20P_C3_9ABLICAS_3A_20ENGANO_20DE_20CANGALHEIRO&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/res-publica/saude/vender-o-remedio-para-a-tosse-mas-toma-lo-antes/' rel='bookmark' title='Permanent Link: VENDER O REMÉDIO PARA A TOSSE, MAS TOMÁ-LO ANTES'>VENDER O REMÉDIO PARA A TOSSE, MAS TOMÁ-LO ANTES</a> <small>«A Indústria Farmacêutica depara-se com um desafio</small></li><li><a href='http://fractura.net/res-publica/educacao/formacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO'>FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO</a> <small>A FORMAÇÃO É GERALMENTE PERCEBIDA COMO O ACTO DE S</small></li><li><a href='http://fractura.net/res-publica/democracia/as-marcas-no-novo-mundo-digital-o-reforco-qualitativo-da-democracia-global/' rel='bookmark' title='Permanent Link: AS MARCAS NO NOVO MUNDO DIGITAL: O REFORÇO QUALITATIVO DA DEMOCRACIA GLOBAL'>AS MARCAS NO NOVO MUNDO DIGITAL: O REFORÇO QUALITATIVO DA DEMOCRACIA GLOBAL</a> <small>A democracia que a revolução digital nos trouxe po</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>LEMNISCATA? VOCÊ DISSE LEMNISCATA? ENTÃO, PERCEBI BEM.</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/blogging/lemniscata-voce-disse-lemniscata-entao-percebi-bem/</link>
		<comments>http://fractura.net/blogica/blogging/lemniscata-voce-disse-lemniscata-entao-percebi-bem/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ah! blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[inutilidades]]></category>
		<category><![CDATA[prémios]]></category>

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		<description><![CDATA[Um prémio dedicado aos blogs que contribuem para o enriquecimento desta casa de putas que é a blogosfera. Sinto-me honrado e aceito, por vir de quem vem.
Agora, a vingança.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Para saber sobre a bela Lemniscata e outras curvas mais, remeto a vossa infinita paciência para a leitura do texto de <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.dme.ufcg.edu.br/sites_pessoais/professores/Daniel/A_bela_Lemniscata.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dme.ufcg.edu.br/sites_pessoais/professores/Daniel/A_bela_Lemniscata.pdf?referer=');">Daniel Cordeiro de Morais Filho</a>, texto esse que nos ensina que esta donzela tem muito mais atributos e denotações do que o vulgar símbolo de 'infinito' ou a figura de Möbius - retirando-lhe a conotação esotérica que por aí anda muito.

Esta Lemniscata é outra e assume-se como prémio. Dizem-me ser um prémio oferecido aos «<a rel="nofollow" target="_blank" title="Lemniscata" href="http://creationslemniscata.blogspot.com/2009/04/premio-lemniscata.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/creationslemniscata.blogspot.com/2009/04/premio-lemniscata.html?referer=');">blogs que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores</a>». Muito bonito e muito redundante. Bastaria dizer que se trata de um prémio aos blogs que enriquecem a blogosfera e estava tudo dito.  Mas talvez assim atinja com mais eficácia os compradores da banha da cobra que o premiador original vende. Uma questão de target.

O engraçado desta Lemniscata é o facto de se ter iniciado num blog cujos conteúdos nem por sombras se aproximam a este - antes pelo contrário, como já devem ter visto - e desde aí ter dado a volta por todo o género de bloga, para todos os gostos e feitios. E é por isso que eu aceito o prémio e o divulgo: porque estas pequenas coisas parecem querer provar que a blogosfera ainda está por aí e que os blogs fazem, cada um deles, parte de algo maior. Mas... Lemniscata? Sinceramente! Chamassem-lhe menisco e teriam feito um grande favor às pessoas.

E também o aceito por vir de quem vem, do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Dissidente-X" href="http://dissidentex.wordpress.com/2009/06/16/dissidente-x-premio-lemniscata/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dissidentex.wordpress.com/2009/06/16/dissidente-x-premio-lemniscata/?referer=');">DISSIDENTE-X</a>, aquele fulano que escreve textos ainda maiores do que os meus e com mais curvas ainda - a provar a justeza do título Lemniscata -, uma alma atormentada, portanto. E como não convém contrariá-lo, cá ficam os agradecimentos. E, claro, a retribuição da distinção.

Vai daí, e tenho que nomear mais sete blogs - porque é que são sempre sete? Será daquilo da cabala e assim? Ou está tuda a ver qual é o sétimo filho do sétimo filho? Ou o sétimo selo? Ou o sétimo dia? Ou... <span id="more-802"></span>

E, sendo sete, ficam estes, fora o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Dissidente-X" href="http://dissidentex.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dissidentex.wordpress.com/?referer=');">DISSIDENTE-X</a>, que já está.
<p style="text-align: center;"><a href="http://fractura.net/?attachment_id=315"><img class="alignnone size-full wp-image-315" title="fracturalogo2pek" src="http://fractura.net/wp-content/uploads/2009/05/fracturalogo2pek.jpg" alt="fracturalogo2pek" width="355" height="89" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">| <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://alisenao.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/alisenao.blogspot.com/?referer=');">ali_se</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" title="António Gonçalves" href="http://www.oantoniogoncalves.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.oantoniogoncalves.com/?referer=');">antónio gonçalves</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://avatares-de-desejo.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/avatares-de-desejo.blogspot.com/?referer=');">avatares de um desejo</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://bandeiraaovento.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/bandeiraaovento.blogspot.com/?referer=');">bandeira ao vento</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/abarrigadeumarquitecto.blogspot.com/?referer=');">barriga de um arquitecto (a)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://bibliotecariodebabel.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/bibliotecariodebabel.com/?referer=');">bibliotecário de babel</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cadeiraovoltaire.wordpress.com/?referer=');">cadeirão voltaire</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blog.criticanarede.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blog.criticanarede.com/?referer=');">crítica</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dererummundi.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dererummundi.blogspot.com/?referer=');">de rerum natura</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://entredeusesediabos.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/entredeusesediabos.blogspot.com/?referer=');">entre deus e o diabo</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://lecumedesjours.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/lecumedesjours.blogspot.com/?referer=');">espuma dos dias (a)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://espada-afinada.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/espada-afinada.blogspot.com/?referer=');">espada afinada</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" title="Joana Rêgo" href="http://www.joanarego.com/web/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.joanarego.com/web/?referer=');">joana rêgo</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://klepsydra.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/klepsydra.blogspot.com/?referer=');">klepsýdra</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://luiscarmelo.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/luiscarmelo.blogspot.com/?referer=');">miniscente</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://anaturezadomal.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/anaturezadomal.blogspot.com/?referer=');">natureza do mal (a)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/?referer=');">pedro rolo duarte</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" title="Possibilidades" href="http://oantoniogoncalves.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/oantoniogoncalves.blogspot.com/?referer=');">possibilidades</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://oregabofe.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/oregabofe.blogspot.com/?referer=');">regabofe (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://devaneios-ricardo.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/devaneios-ricardo.blogspot.com/?referer=');">ricardo gross</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://a-trompa.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/a-trompa.net/?referer=');">trompa (a)</a> |</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fractura.net/?attachment_id=316"><img class="alignnone size-full wp-image-316" title="fracturalogo3pek" src="http://fractura.net/wp-content/uploads/2009/05/fracturalogo3pek.jpg" alt="fracturalogo3pek" width="355" height="89" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">| <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://beawareofthedog.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/beawareofthedog.blogspot.com/?referer=');">be aware of the dog</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://buzzofias.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/buzzofias.blogspot.com/?referer=');">buzzófias</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pauloquerido.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pauloquerido.pt/?referer=');">certamente!</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dreamfeel.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dreamfeel.wordpress.com/?referer=');">dreamfeel</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://foodforthought.lift.com.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/foodforthought.lift.com.pt/?referer=');">food for thought</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dofundodacomunicacao.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dofundodacomunicacao.blogspot.com/?referer=');">fundo da comunicação (do)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.innovationsinnewspapers.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.innovationsinnewspapers.com/?referer=');">innovations in newspapers</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mediascopio.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mediascopio.wordpress.com/?referer=');">jornalismo e comunicação</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://josemanuelcosta.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/josemanuelcosta.blogs.sapo.pt/?referer=');">josé manuel costa</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://olago.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/olago.wordpress.com/?referer=');">lago (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://lpm.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/lpm.blogs.sapo.pt/?referer=');">lugares comuns</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://marginante.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/marginante.blogs.sapo.pt/?referer=');">marginante</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://notaboutyou.lift.com.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/notaboutyou.lift.com.pt/?referer=');">not about you (it’s)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://noticiare.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/noticiare.wordpress.com/?referer=');">noticiare</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://on-pr.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/on-pr.blogspot.com/?referer=');">on pr</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://piar.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/piar.blogs.sapo.pt/?referer=');">piar</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ciberjornalismo.com/pontomedia?referer=');">ponto media</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://primeirapaginadacomunicacao.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/primeirapaginadacomunicacao.blogspot.com/?referer=');">primeira página</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://provedordoleitordopublico.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/provedordoleitordopublico.blogspot.com/?referer=');">provedor do leitor</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blog.punchline.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blog.punchline.pt/?referer=');">punch life</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blog.punchline.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blog.punchline.pt/?referer=');">relações públicas</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://guesswhatpr.com/blog" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/guesswhatpr.com/blog?referer=');">relações públicas e comunicação</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ipsissemfiltro.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ipsissemfiltro.blogspot.com/?referer=');">sem filtro</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://whatmatters.mckinseydigital.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/whatmatters.mckinseydigital.com/?referer=');">what matters</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/wordpress.com/?referer=');">wordpress.com</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://wordpress.org/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/wordpress.org/?referer=');">wordpress.org</a> |</p>
<p style="text-align: justify;">| <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://aldaily.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/aldaily.com/?referer=');">arts &amp; letters daily</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.cienciahoje.pt/portal/news.php" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.cienciahoje.pt/portal/news.php?referer=');">ciência hoje</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.eurozine.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.eurozine.com/?referer=');">eurozine</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.slate.com/?from=rss" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.slate.com/?from=rss&amp;referer=');">slate</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://stolen-images.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/stolen-images.blogspot.com/?referer=');">stolen images</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.wired.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.wired.com/?referer=');">wired</a> |</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fractura.net/?attachment_id=314"><img class="alignnone size-full wp-image-314" title="fracturalogo1pek" src="http://fractura.net/wp-content/uploads/2009/05/fracturalogo1pek.jpg" alt="fracturalogo1pek" width="355" height="89" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">| <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://abrupto.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/abrupto.blogspot.com/?referer=');">abrupto</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://activismodesofa.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/activismodesofa.blogspot.com/?referer=');">activismo de sofá</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://adufe.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/adufe.net/?referer=');">adufe</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://almareios.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/almareios.blogspot.com/?referer=');">almareios</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://arrastao.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/arrastao.org/?referer=');">arrastão</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://aspirinab.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/aspirinab.com/?referer=');">aspirina b</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://avenidacentral.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/avenidacentral.blogspot.com/?referer=');">avenida central</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://agualisa6.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/agualisa6.blogs.sapo.pt/?referer=');">água lisa</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.porto.taf.net/dp" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.porto.taf.net/dp?referer=');">baixa do porto (a)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://bichos-carpinteiros.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/bichos-carpinteiros.blogspot.com/?referer=');">bicho carpinteiro</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blasfemias.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blasfemias.net/?referer=');">blasfémias</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://boinafrigia.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/boinafrigia.blogspot.com/?referer=');">boina frígia</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://caminu.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/caminu.net/?referer=');">caminho</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://acausafoimodificada.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/acausafoimodificada.blogs.sapo.pt/?referer=');">causa foi modificada (a)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://corporacoes.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/corporacoes.blogspot.com/?referer=');">câmara corporativa</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cibertulia.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cibertulia.blogs.sapo.pt/?referer=');">cibertúlia</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cidadesurpreendente.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cidadesurpreendente.blogspot.com/?referer=');">cidade surpreendente</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://5dias.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/5dias.net/?referer=');">cinco dias</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://clubedospensadores.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/clubedospensadores.blogspot.com/?referer=');">clube dos pensadores</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/corta-fitas.blogs.sapo.pt/?referer=');">corta-fitas</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dissidentex.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dissidentex.wordpress.com/?referer=');">dissidente x</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://duas-ou-tres.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/duas-ou-tres.blogspot.com/?referer=');">duas ou três coisas</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://economiafinancas.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/economiafinancas.com/?referer=');">economia e finanças</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/?referer=');">entre as brumas da memória</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://filintomelo.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/filintomelo.net/?referer=');">esgravatar</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.esquerda.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.esquerda.net/?referer=');">esquerda net</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://esquerda-republicana.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/esquerda-republicana.blogspot.com/?referer=');">esquerda republicana</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://geracaode60.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/geracaode60.blogspot.com/?referer=');">geração de 60</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ideias-soltas.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ideias-soltas.net/?referer=');">ideias soltas</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://oinsurgente.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/oinsurgente.org/?referer=');">insurgente (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://jugular.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/jugular.blogs.sapo.pt/?referer=');">jugular</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://jeunegarde.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/jeunegarde.blogspot.com/?referer=');">la jeune garde</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ladroesdebicicletas.blogspot.com/?referer=');">ladrões de bicicletas</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://leixao.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/leixao.blogspot.com/?referer=');">leixão (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://lexico-familiar.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/lexico-familiar.blogspot.com/?referer=');">léxico familiar</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://canardlibertaire.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/canardlibertaire.blogspot.com/?referer=');">les canards libertaîres</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://margensdeerro.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/margensdeerro.blogspot.com/?referer=');">margens de erro</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://nortadas.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/nortadas.blogspot.com/?referer=');">nortadas</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://norteamos.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/norteamos.blogspot.com/?referer=');">norteamos</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://notasaocafe.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/notasaocafe.wordpress.com/?referer=');">notas ao café</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/origemdasespecies.blogs.sapo.pt/?referer=');">origem das espécies (a)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://paisrelativo.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/paisrelativo.net/?referer=');">país relativo (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://o-pior-e-o-melhor-de-matosinhos.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/o-pior-e-o-melhor-de-matosinhos.blogspot.com/?referer=');">pior e melhor de matosinhos (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://oportodeleixoes.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/oportodeleixoes.blogspot.com/?referer=');">porto de leixões (o)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ruitavares.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ruitavares.net/?referer=');">rui tavares net</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.miguelportas.net/blog" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.miguelportas.net/blog?referer=');">sem muros</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://sinusitecronica.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sinusitecronica.blogs.sapo.pt/?referer=');">sinusite crónica</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://sociedadeemcomandita.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sociedadeemcomandita.blogspot.com/?referer=');">sociedade em comandita</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://spectrum.weblog.com.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/spectrum.weblog.com.pt/?referer=');">spectrum</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blog.miguelvaledealmeida.net/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blog.miguelvaledealmeida.net/?referer=');">tempos que correm (os)</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/31daarmada.blogs.sapo.pt/?referer=');">trinta e um da armada</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://uniaodefacto.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/uniaodefacto.blogs.sapo.pt/?referer=');">união de facto</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://vidabreve.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/vidabreve.wordpress.com/?referer=');">vida breve</a> | <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://womenageatrois.blogs.sapo.pt/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/womenageatrois.blogs.sapo.pt/?referer=');">womenage a trois</a> |</p>
<p style="text-align: justify;">... ainda faltam alguns, sabem? O problema é que este blog já vai descer que chegue no Google, e lá vai a <a title="publicidade" href="http://fractura.net/blogica/publicidade/">publicidade</a> - sim, rendi-me ao kapital - para o maneta. Ah! é por isso, também, que não coloco aqui o "selo" do prémio. Para publicidade, têm que pagar, a não ser que seja ONG ou cultura gratuita.</p><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/blogging/lemniscata-voce-disse-lemniscata-entao-percebi-bem/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fblogging%2Flemniscata-voce-disse-lemniscata-entao-percebi-bem%2F&amp;linkname=LEMNISCATA%3F%20VOC%C3%8A%20DISSE%20LEMNISCATA%3F%20ENT%C3%83O%2C%20PERCEBI%20BEM." onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fblogging_2Flemniscata-voce-disse-lemniscata-entao-percebi-bem_2F_amp_linkname=LEMNISCATA_3F_20VOC_C3_8A_20DISSE_20LEMNISCATA_3F_20ENT_C3_83O_2C_20PERCEBI_20BEM.&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 16:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação política]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[política nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[reflexos]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[europa 2009]]></category>
		<category><![CDATA[felisbela lopes]]></category>

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		<description><![CDATA[«Repetiu-se o que se fez num passado recente. Alguns ensaiaram réplicas ainda mais monótonas nos gestos e mais desabridas no verbo. Foram fastidiosos estes dias.» - Felisbela Lopes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><img class="  alignright" style="margin: 3px; border: black 1px solid;;  float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;" title="Felisbela Lopes | DN" src="http://fotocache02.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//a5/63/a8/3786899_5ZHSz.jpeg" alt="" width="177" height="435" />
<blockquote><em>«No arranque das caravanas, houve sinais que apontavam para uma vontade de reformular a comunicação política. Afinal, foram falsos indícios. Repetiu-se o que se fez num passado recente. Alguns ensaiaram réplicas ainda mais monótonas nos gestos e mais desabridas no verbo. Foram fastidiosos estes dias.
Talvez esta fosse a altura certa para repensar a comunicação política. Com renovados discursos e outras práticas. Mais efectivas, mais permanentes, mais ligadas à vida de todos os dias. Para que acreditemos que votar é um dever que constrói espaços de cidadania que se prolongam após o dia de eleições.»
</em>Felisbela Lopes, no DN - via <a rel="nofollow" target="_blank" title="PiaR" href="http://piar.blogs.sapo.pt/87731.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/piar.blogs.sapo.pt/87731.html?referer=');">Rodrigo Saraiva</a></blockquote>
O curto artigo da investigadora da Universidade do Minho - a par de muitos outros - vem a denunciar algo que por cá foi já referido diversas vezes. Veja-se, a título de exemplo, "<a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/democracia/portugal/a-gestao-da-informacao-na-politica-portuguesa-ou-a-impossibilidade-de-comunicar/" target="_blank">a gestão da informação na política portuguesa ou a impossibilidade de comunicar</a>" e "<a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/democracia/portugal/meios-forma-conteudo-obama-politicos-portugueses/" target="_blank">os meios, a forma e o conteúdo, Obama e os políticos portugueses</a>". Fica um "remix" de três excertos:
<blockquote><em>«De nada adiantam sites e blogs, twitters e facebooks, sms e cartazes, tudo state of the art, tudo topo de gama, quando não existe conteúdo.
Se é certo que existem magos na comunicação, estes estão ainda limitados ao uso da prestidigitação, estando-lhes vedada a construção de milagres.
Algo está mal quando sabemos mais acerca dos problemas e soluções, dos falhanços e dos sucessos, dos objectivos e dos programas americanos do que dos nossos.»</em>

<em>«Na realidade, autista não é só o infeliz que da maleita padece, mas também o que desse estado de espírito faz jus, nomeadamente a maioria dos governantes e, sem dúvida, a grande maioria dos deputados que paracem agora apenas lidar com o povo via Twitter. E se isso não é sintomático, já não só do estado de espírito, não sei o que o será.»</em>

<em>«Quem se lixa é o povo, esse mexilhão entre as vagas e a rocha, maioritariamente inibido do acesso a estas maravilhosas ferramentas da Internet, e que se queda surdo, mudo e parvo sob tanta javardice política. Resta-lhe aceder à informação disponível, devidamente autorizada pelos lápis de tantas cores que os diversos poderes autorizam.»</em></blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/por-outra-comunicacao-politica/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcommunicare%2Fcomunicacao-de-massas%2Fpropaganda%2Fpor-outra-comunicacao-politica%2F&amp;linkname=POR%20OUTRA%20COMUNICA%C3%87%C3%83O%20POL%C3%8DTICA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcommunicare_2Fcomunicacao-de-massas_2Fpropaganda_2Fpor-outra-comunicacao-politica_2F_amp_linkname=POR_20OUTRA_20COMUNICA_C3_87_C3_83O_20POL_C3_8DTICA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/a-falta-de-cartazes-e-o-vazio-ideologico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A FALTA DE CARTAZES E O VAZIO IDEOLÓGICO'>A FALTA DE CARTAZES E O VAZIO IDEOLÓGICO</a> <small>O problema parece residir na saída de cena da ideo</small></li><li><a href='http://fractura.net/comunicacao-estrategica/comunicacao-politica/a-europa-sob-o-ponto-de-vista-do-utilizador/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A EUROPA SOB O PONTO DE VISTA DO UTILIZADOR'>A EUROPA SOB O PONTO DE VISTA DO UTILIZADOR</a> <small>TUDO FERVILHA EM TORNO DE UMA ELEIÇÃO. DE QUÊ?, PE</small></li><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/faltava-a-cassete-pos-resultados-eleitorais/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FALTAVA A CASSETE PÓS-RESULTADOS ELEITORAIS'>FALTAVA A CASSETE PÓS-RESULTADOS ELEITORAIS</a> <small>A realidade é que, nestas eleições, não há vencedo</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>evidências anedóticas</title>
		<link>http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/evidencias-anedoticas/evidencias-anedoticas-5/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 14:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[evidências anedóticas]]></category>
		<category><![CDATA[ah!]]></category>

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		<description><![CDATA[coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, não acontecendo, poderiam ter acontecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;">a blogosfera portuguesa abre às nove da manhã, excepto aos fins-de-semana e feriados.
aparentemente, poucos bloggers têm internet em casa.
e os patrões são uns tipos porreiros, pá.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/evidencias-anedoticas/evidencias-anedoticas-5/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fevidencias-anedoticas%2Fevidencias-anedoticas-5%2F&amp;linkname=evid%C3%AAncias%20aned%C3%B3ticas" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fevidencias-anedoticas_2Fevidencias-anedoticas-5_2F_amp_linkname=evid_C3_AAncias_20aned_C3_B3ticas&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/evidencias-anedoticas/evidencias-anedoticas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, nã</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS &#124; STARFUCKERS, INC.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 14:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[música industrial]]></category>
		<category><![CDATA[pop/rock]]></category>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[nin]]></category>
		<category><![CDATA[nine inch nails]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
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		<category><![CDATA[trent reznor]]></category>
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		<description><![CDATA[I'll be there for you, as long as it works for me.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Nt91noaf2bg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Nt91noaf2bg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p align="center"><span id="more-738"></span></p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>My God sits in the back of the limousine My God comes in a wrapper of cellophane My God pouts on the cover of the magazine My gods a shallow little bitch trying to make the scene I have arrived and this time you should believe the hype I listened to everyone now I know that everyone was right Ill be there for you as long as it works for me I play a game Its called insincerity</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Starfuckers Starfuckers Starfuckers, inc. Starfuckers</em></p>

<p style="text-align: justify;"><em>I am every fucking thing and just a little more I sold my soul but dont you dare call me a whore And when I suck you off not a drop will go to waste Its really not so bad you know once you get past the taste, yeah
(asskisser)</em>
<p style="text-align: justify;"><em>Starfuckers</em></p>

<p style="text-align: justify;"><em>All our pain How did we ever get by without you?
Youre so vain I bet you think this song is about you
Dont you Dont you Dont you Dont you</em>

<p style="text-align: justify;"><em>Now I belong Im one of the chosen ones
Now I belong Im one of the beautiful ones</em><em> </em></blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/wurlitzer/industrial/trent-reznor-nine-inch-nails-starfuckers-inc/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fwurlitzer%2Findustrial%2Ftrent-reznor-nine-inch-nails-starfuckers-inc%2F&amp;linkname=TRENT%20REZNOR%20%2F%20NINE%20INCH%20NAILS%20%7C%20STARFUCKERS%2C%20INC." onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fwurlitzer_2Findustrial_2Ftrent-reznor-nine-inch-nails-starfuckers-inc_2F_amp_linkname=TRENT_20REZNOR_20_2F_20NINE_20INCH_20NAILS_20_7C_20STARFUCKERS_2C_20INC.&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/industrial/wurlitzer-tv-on-the-radio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: TV ON THE RADIO | DREAMS'>TV ON THE RADIO | DREAMS</a> <small>Proposta de escuta dos TV On The Radio, uma das ba</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/wurlitzer-peter-gabriel-mother-of-violence/' rel='bookmark' title='Permanent Link: PETER GABRIEL | MOTHER OF VIOLENCE'>PETER GABRIEL | MOTHER OF VIOLENCE</a> <small>THE ONLY WAY YOU KNOW SHE´S THERE IS THE SUBTLE FL</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/mundo-cao-morfina/' rel='bookmark' title='Permanent Link: MUNDO CÃO | MORFINA'>MUNDO CÃO | MORFINA</a> <small>SÁBADO 06.JUN.2008, NO THEATRO CIRCO, EM BRAGA: VE</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>ELOGIO DO COBARDE</title>
		<link>http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/elogio-do-cobarde/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bocas]]></category>
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		<category><![CDATA[traiçoeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O cobarde é o único que resiste à extinção. Se todos os seus camaradas de armas morreram no combate, ele é o sobrevivente. Depressa saberá transformar isso num acto heróico que a sua fraqueza não deixará sobressair. E todos nós gostaremos dele uma vez mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Segundo o Wikcionário, ‘cobarde’ é o mesmo que ‘covarde’, o que é bom. Ficam assim servidos nortenhos e mouros no que à palavra serve. Diz-nos ainda que se trata de “pessoa sem coragem”, “medroso”, “poltrão”, “traiçoeiro”, “maldoso”. Informa-nos que o seu étimo é ‘couard’, do francês, que significa “de cauda caída”.
Por sua vez, o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (online) informa-nos que ‘cobarde’ é o “que recua ante o perigo”, “que agride à traição”, que é “valente com os mais fracos” e que, figurativamente, é “tímido”, “acanhado”. É ainda no Priberam que verificamos que esta palavra é consultada cerca de 200 vezes por dia, com um de 800 consultas, coisa decerto curiosa, mas de difícil análise, já que o gráfico não traz datas. Assim, concluo que esta expressão é muito utilizada.
Indo por aí fora, e clicando na pesquisa de palavras relacionadas, encontramos mais informação que auxilia a este elogio. Então, dizem-nos que ‘cobarde’ se relaciona com ‘covarde’ (lá está, em mouro), ‘ignavo’ (preguiçoso, indolente), ‘imbele’ (incapaz de entrar em guerra), ‘mulherico’ (efeminado, fraco), ‘poltrão’ (medroso, pusilânime), ‘pituba’ (pessoa fraca), ‘patife’ (o que é pouco honesto ou procede com fraude), ‘fraco’ (que não é forte), ‘facada’ (golpe com faca), ‘merda’ (excremento humano ou de outros animais).
Poderíamos ir por aí fora, por cada uma das definições que auxiliam a construir a estrutura psicológica e social do cobarde, mas não o faremos. Já assim, após a consulta dos dicionários, quase fico sem artigo para escrever.
Mas este artigo não é de definição do cobarde, tratar-se-á do seu elogio, melhor dizendo, do elogio da importância do cobarde nas relações sociais e do porquê de achar que é a esta espécie que pertence o futuro. <span id="more-730"></span>

Todos nós conhecemos cobardes. São aqueles seres cujos valores baseiam uma moral circunstancial, em constante adaptação, sendo, por assim dizer, uma espécie de camaleão, mas sem coluna vertebral e cauda enrolada. Imagino o cobarde como um rato molhado, mas dotado de um mimetismo ainda mais aperfeiçoado do que o do camaleão. Mas não nos enganemos: os cobardes são seres que, apesar de mesquinhos e desprezíveis, sobrevivem. E, continuemos os desenganos, são mais do que os que o parecem, sendo mesmo normal confundirmos a cobardia com dinâmicas que pensamos próprias da “mestria no jogo”.
<h2>PESSOA SEM CORAGEM</h2>
Esta é a definição por excelência de cobardia. Na realidade, tudo gira à volta disto: o cobarde, com o seu forte instinto de auto-preservação, é aquele que não enfrenta os medos. Refugia-se em atitudes de riso símio – um símbolo redutor da agressão, segundo Desmond Morris e outros – e não vai à luta, preferindo ficar sossegadinho no seu lugar, rindo a uns e a outros, remoendo os seus medos e a sua fraqueza, no arquejante mas mudo “um destes dias vereis”.
Este é o colega do lado que nunca tem opinião, e que, tendo-a, não a transmite para não “ferir susceptibilidades”, é o que não dá ideias que não o comprometam. Este é o chefe que apenas confronta o mais fraco, mas que apesar disso não decide, delegando a única coisa que dele faz chefe, precisamente a decisão. É o director que “não se atravessa”, e que desculpa a sua inaptidão com o trabalho dos seus subalternos. É o camarada de armas que não controla o medo e que coloca todo o pelotão em perigo por não ter chegado ao objectivo, pior, por nunca ter conseguido sair da sua posição. É o oficial que dá a ordem de avanço mas não consegue avançar. É o amigo que nunca nos critica e que, falando de outros, acaba sempre por dizer que “fulano tem um feitio um pouco esquisito, mas cada um é como cada qual”. É o que te diz que disse para dizer a seguir, sem nunca referir nomes, apenas acenando para o outro. Enfim, há-os para todos os géneros.
Há, no entanto, algo acerca dos cobardes que devemos ter em elevada consideração: o mundo é deles.
<h2>O MUNDO É DOS COBARDES</h2>
A verdade é que os cobardes se movem livremente por tudo quanto é sítio. Refugiados numa aura de timidez, eles vão anuindo ao grupo, em cedência democrática, sem, no entanto, discordar do poder. São os que na reunião de trabalho iniciam a resposta a determinado assunto pela frase «se todos estiverem de acordo» e a terminam com um sorridente «isto é, se o chefe estiver de acordo». Não se comprometem.
São, por outro lado, os chefes que nos colocam palavras na boca, utilizando memórias rebuscadas e descontextualizadas para, de uma assentada, se furtarem a uma decisão, ao mesmo tempo que transferem a responsabilidade do processo para o subalterno. Também estes não se comprometem.
São estas as pessoas que baseiam a sua vida em powerpoints cheios de gráficos de histórias de sucesso. A fórmula é simples: não decidi, mas também não coloquei obstáculos. Logo, se não coloquei obstáculos e a coisa deu resultados positivos, fui eu que apoiei o projecto. Por outro lado, se não decidi e a coisa deu para torto, a culpa é de quem a fez sem a minha autorização expressa. Simplificando, se há sucesso, este deve-se a mim, se há insucesso a responsabilidade é dele.

O cobarde consegue, também, eliminar facilmente os seus inimigos. Aliás, os seus adversários pois o cobarde não tem inimigos.
Sendo fraco, o cobarde não tem outro remédio senão o do assassinato pelas costas. Engana até onde pode, até que os seus objectivos sejam cumpridos sem a sua intervenção e sem o risco da sua vida. O problema do cobarde enganador é que, uma vez chegado ao ponto em que se vê em dificuldades para continuar o engano, transforma-se em bombista, matando tudo e todos em seu redor. Ele, como de costume, sai incólume, já que tudo não passou de um “ataque de nervos”.
O cobarde não fala de forma positiva. Formula as frases com um tom entre o afirmativo e o interrogativo, que lhe permite dizer que disse de determinada maneira.
O cobarde engana “mandando bocas” de papagaio. Nós temos uma ideia que, sendo ou não rejeitada por ele, ele trata de repetir até à exaustão. Assim, passados tempos, se a coisa dá resultado, ele poderá sempre dizer que também teve essa ideia, ou mesmo que a ideia foi dele e que a delegou em alguém, no caso de ser chefe. Se a coisa correu para torto, ele pode sempre dizer que se fartou de chamar a atenção para o assunto.

O cobarde é exímio na manipulação do veneno. Mexe e remexe as mistelas sem nunca sujar as mãos e nunca as dá de beber. Antes, deixa-as com um ar causal em cima da mesa para que o primeiro sedento delas se acerque e beba. É sempre o primeiro a notificar da morte do inimigo, cheio de pesar. Com sorte, poderemos ver o cobarde a chorar.
O cobarde deixa que os outros subam à linha de fogo e desculpa a sua imobilidade com necessidades estratégicas. Diz-nos a todos o que quer de nós, mas não o que fazer e muito menos como fazê-lo. Demite-se da responsabilidade com um sorriso nos lábios, enquanto nos oferece uma “oportunidade” ou “autonomia”. Premeia-nos mas nunca nos castiga. Prefere deixar isso para outros, nomeando carrascos que emprenham pelos ouvidos.

O cobarde é o único que resiste à extinção. Se todos os seus camaradas de armas morreram no combate, ele é o sobrevivente. Depressa saberá transformar isso num acto heróico que a sua fraqueza não deixará sobressair. E todos nós gostaremos dele uma vez mais.
O cobarde é crápula, trafulha, engana e mata pelas costas, sobe na vida às custas dos outros, aproveita os nossos erros transformando-os em vitórias pessoais, não nos diz quem é, não nos diz quem somos, não diz o que pensa. O cobarde não tem personalidade nem coluna vertebral, não chama os bois pelos nomes.

O cobarde é um filho da puta. O cobarde há-de sobreviver sempre. O mundo é do cobarde. O mundo é dos fracos.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/elogio-do-cobarde/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fbocas%2Felogio-do-cobarde%2F&amp;linkname=ELOGIO%20DO%20COBARDE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fbocas_2Felogio-do-cobarde_2F_amp_linkname=ELOGIO_20DO_20COBARDE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>evidências anedóticas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 16:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[evidências anedóticas]]></category>
		<category><![CDATA[ah!]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[europa 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, não acontecendo, poderiam ter acontecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><h2 style="text-align: center;">especial pós-abstenção europeia</h2>
<ul>
	<li>
<div style="text-align: justify;">com muito mais de metade dos eleitores a cagar para as eleições, não é um pouco ridículo cantar vitórias e chorar derrotas?</div></li>
	<li>
<div style="text-align: justify;">se o vital moreira meu deus assume a derrota do ps, porque é que não declina o cargo e deixa o tacho da europa para outro?</div></li>
	<li>
<div style="text-align: justify;">se o power rangel é assim tão bom, porque é que não fica à frente do psd e manda a manela para a europa?</div></li>
	<li>
<div style="text-align: justify;">porque é que deixaram aqueles cromos a gritar por detrás do power rangel durante o discurso? não lhes pagaram já, devem-lhes alguma coisa? irão – realmente – ter futuro político? é que estou mesmo a ver pessoal que foi votar e, depois de os ver, a jurar que não torna a pôr lá os pés…</div></li>
	<li>
<div style="text-align: justify;">porque é que o pcp não desiste e se transforma numa cooperativa agrícola? </div></li>
	<li>
<div style="text-align: justify;">porque é que o cds não se junta ao psd e poupa uns dinheiritos na campanha? para ter os resultados que teve após tanta bravata...</div></li>
	<li>
<div>parabéns ao be! (só para provar que não sou tendencioso)</div></li>
</ul><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/evidencias-anedoticas/evidencias-anedoticas/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fevidencias-anedoticas%2Fevidencias-anedoticas%2F&amp;linkname=evid%C3%AAncias%20aned%C3%B3ticas" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fevidencias-anedoticas_2Fevidencias-anedoticas_2F_amp_linkname=evid_C3_AAncias_20aned_C3_B3ticas&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/evidencias-anedoticas/evidencias-anedoticas-5/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, nã</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>MUNDO CÃO &#124; MORFINA</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 21:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[música alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[música portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[pop/rock]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[würlitzer]]></category>
		<category><![CDATA[braga]]></category>
		<category><![CDATA[made in portugal]]></category>
		<category><![CDATA[mundo cão]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[teatro circo]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[SÁBADO 06.JUN.2008, NO THEATRO CIRCO, EM BRAGA: VEM VER A ACTUAÇÃO, O EXÓTICO PERNIL, A DOCE INÉRCIA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><h2 style="text-align: center;">SÁBADO 06.JUN.2008, NO THEATRO CIRCO, EM BRAGA</h2>
<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dF8RknPX3Tw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/dF8RknPX3Tw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p align="center"><span id="more-722"></span></p>

<blockquote>
<div id="contentt" style="font-size: 13px;"><em>Como é bela a deusa do meu céu Actriz de ralé No meu mausoléu de ninfas da maré Faz dança do véu Com um sururu de se tirar o chapéu
A feliz garça com o seu girar Transmuta por dom O meu lupanar em casa de bom tom Angélico altar Onde o varonil tem gosto em capitular</em></div>
<em>Bem vindos ao meu bazar
Propõe chás do Sião, pepitas do Brasil, joias da Pérsia</em>

<em>Morfina
Não perdes nada em entrar
Vem ver a actuação, o exótico pernil, a doce inércia</em>

<em>A morfina</em>

<em>É tão quente a raça do seu ser Seu jeito fatal De dar a entrever o gozo sensual O mole prazer Que a carne retêm depois de esmorecer
E sem mais me deixa suspirar Na maior nudez Que venha a rodar a ter ser minha vez Os braços no ar Que me faça vir na graça do seu picar</em>

<em>Bem vindos ao meu bazar
Propõe chás do Sião, pepitas do Brasil, joias da Pérsia</em>

<em>Morfina
Não perdes nada em entrar
Vem ver a actuação, o exótico pernil, a doce inércia</em>

<em>A morfina</em></blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/wurlitzer/mundo-cao-morfina/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fwurlitzer%2Fmundo-cao-morfina%2F&amp;linkname=MUNDO%20C%C3%83O%20%7C%20MORFINA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fwurlitzer_2Fmundo-cao-morfina_2F_amp_linkname=MUNDO_20C_C3_83O_20_7C_20MORFINA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/industrial/wurlitzer-tv-on-the-radio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: TV ON THE RADIO | DREAMS'>TV ON THE RADIO | DREAMS</a> <small>Proposta de escuta dos TV On The Radio, uma das ba</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/wurlitzer-peter-gabriel-mother-of-violence/' rel='bookmark' title='Permanent Link: PETER GABRIEL | MOTHER OF VIOLENCE'>PETER GABRIEL | MOTHER OF VIOLENCE</a> <small>THE ONLY WAY YOU KNOW SHE´S THERE IS THE SUBTLE FL</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/industrial/trent-reznor-nine-inch-nails-starfuckers-inc/' rel='bookmark' title='Permanent Link: TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS | STARFUCKERS, INC.'>TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS | STARFUCKERS, INC.</a> <small>I'll be there for you, as long as it works for me.</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>MANUELA MOURA GUEDES: O INFORTAINMENT</title>
		<link>http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/televisao/manuela-moura-guedes-o-infortainment/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 22:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[ideologia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[reflexos]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[infortainment]]></category>
		<category><![CDATA[manuela moura guedes]]></category>
		<category><![CDATA[tvi]]></category>

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		<description><![CDATA[MANUELA MOURA GUEDES É REFÉM DE SI PRÓPRIA, DA ESPIRAL DE ENTRETENIMENTO TABLÓIDE QUE CRIOU, ASSIM COMO DO INFORTAINMENT QUE AMARRA OS TELESPECTADORES ENTRE O JORNAL E A NOVELA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft" src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/sub2/alibiMMG.jpg" alt="" width="310" height="283" />Há cerca de um ano tive a grata oportunidade de ouvir o responsável da TVI, Júlio Magalhães, numa jornada dedicada à comunicação, no ISCAP. Apesar de o jornalista vir falar das Relações Públicas dos órgãos de comunicação social, tornou-se inevitável falar-se de jornalismo. O motivo para a conversa fugir para o jornalismo era óbvio: falava-se do trabalho dos RP das individualidades e organizações junto dos jornalistas. Rapidamente a coisa descambou para os "acordos" prévios de perguntas a fazer, de assuntos a tocar.
Foi essa a altura de Júlio Magalhães nos explicar que, nesse contexto, Manuela Moura Guedes é um "animal feroz", que não dá concessões a ninguém. Ao que parece, quem se sujeita a ser entrevistado por ela, sujeita-se ao que der e vier.

Fiquei-me com estas palavras e, relendo os apontamentos da jornada, não consegui deixar de pensar que talvez Manuela Moura Guedes não seja tão independente assim.
Reparo agora que o que pensava na altura é que Manuela Moura Guedes é refém de si própria, da espiral de entretenimento tablóide que criou. No entanto, Manuela parece ser, também, presa por outras amarras, as do infortainment, a sublime receita que a imprensa, sobretudo a televisiva, arranjou para manter as audiências que, de outra forma, escapariam durante o intervalo - obrigatório, de duração fixada por lei.
É, uma vez mais, o negócio que se sobrepõe ao exercício da função.
Creio, a dada altura, ter escrito algo acerca disso mesmo, mais um texto desaparecido que tentarei recuperar e colocar aqui em forma de adenda.

Mas esse texto pecaria por defeito, de certeza absoluta. No entanto, fico feliz por saber que há mais quem partilhe dessa opinião e a explique com mais dados e mais cuidadamente (e ao que parece, sob o ponto de vista de que mais gosto, o do utilizador). <a rel="nofollow" target="_blank" title="Negócios Online" href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&amp;id=371394" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION_amp_id=371394&amp;referer=');">É ler o que escreve Manuel Caldeira Cabral no Negócios Online</a>, de onde retiro alguns excertos. <span id="more-713"></span>
<blockquote><em>«O problema apontado a Manuela Moura Guedes é o confundir notícia com opinião, tornando as entrevistas em debate, com a jornalista a sobrepor-se aos entrevistados. (...)A jornalista argumenta que é apenas independente, mas o facto de ter sido deputada pelo CDS pode levantar questões de conflito de interesse face à sua isenção e independência no exercício de uma profissão em que estes valores são essenciais.»</em></blockquote>
<blockquote><em>«Por outro lado, julgo que os apoiantes do primeiro-ministro exageram quando se queixam do excesso de opinião e do enviesamento dos serviços noticiosos da estação de Queluz, afirmando que José Sócrates está a ser vítima de uma perseguição. O caso Freeport ou o da licenciatura do primeiro-ministro foram tratados com os mesmos excessos e o jornalismo opinativo dedicado ao caso Maddie, onde rapidamente todas as estações passaram da exploração da dor e do drama do casal inglês para o julgamento sumário dos pais como suspeitos. Nestes e noutros casos, que se tornaram tema único, houve dias seguidos de telejornais a falar do mesmo assunto, sem factos novos relevantes, com muitas opiniões e directos de locais onde não se estava a passar nada. Tudo para encher o espaço televisivo.»</em></blockquote>
<blockquote><em>«A obsessão com o tema único significa que quem for apanhado num destes turbilhões será triturado, tenha ou não razão. Significa também que muitos outros temas e problemas vão ficar por discutir. É uma originalidade portuguesa? Não. Deve ser proibida? De certeza que não.»</em></blockquote>
<blockquote><em>«É mais difícil discutir este problema quando se compreende que as opções editoriais não parecem ser baseadas em critérios jornalísticos, mas antes em critérios comerciais e de marketing. É o comercial que limita o espaço para as grandes reportagens e salienta o "infortainment", com peças sobre um burro que canta, o menino pastor de vacas, ou a promover a nova telenovela do canal. É isso o que se espera de um telejornal?
Quem assiste aos telejornais da RTP2, da SIC notícias ou da RTPN compreende que ao contrário do que diz Moura Guedes não são os jornalistas que são maus, é a linha editorial escolhida por alguns telejornais que é má. E no caso desta jornalista é ela própria que escolhe a sua linha editorial. Outros porventura vêem as suas reportagens serem ultrapassadas no alinhamento por "fait divers".</em></blockquote>
<blockquote><em>«A agenda é cada vez mais feita de gafes, tropeções e casos isolados tratados de forma emotiva, enquanto problemas sérios, decisões erradas, e não decisões que comprometem o futuro do país passam sem qualquer referência ou debate.»</em></blockquote>
<blockquote><em>«Tudo isto significa que as televisões, como parte importante do quarto poder, não estão a fazer bem o seu papel regulador e fiscalizador. Hoje promovem mais a má moeda (veja-se os chamados famosos) e menos o debate interessante. Com esta atitude podem, no curto prazo, vencer batalhas de audiências, mas a prazo perdem a guerra da credibilidade e a capacidade de se imporem como referência na nova era mediática centrada na Internet.»</em></blockquote>
E após a leitura do artigo de Manuel Caldeira Cabral, porque não revisitar o texto de José Gil, "<a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/democracia/portugal/como-convem-televiver-por-jose-gil/" target="_blank">Como Convém Televiver</a>"? Fica um breve excerto:
<blockquote><em>«Depois de assistirmos às notícias sobre raptos, assassinatos, acidentes de viação, mortos palestinianos e israelitas, descobertas de centenas de vítimas taliban asfixiadas em contentores no Afeganistão, surge uma notícia que, como uma luz divina, redime todo o mal espalhado pela Terra: nasceu um bebé panda no Zoo de Pequim! O apresentador sorri largamente, pisca mesmo um olho cúmplice aos telespectadores. Depois das imagens de futebol, remata enfim, com um tom sábio: “É a vida!”»</em></blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/televisao/manuela-moura-guedes-o-infortainment/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcommunicare%2Fcomunicacao-de-massas%2Ftelevisao%2Fmanuela-moura-guedes-o-infortainment%2F&amp;linkname=MANUELA%20MOURA%20GUEDES%3A%20O%20INFORTAINMENT" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcommunicare_2Fcomunicacao-de-massas_2Ftelevisao_2Fmanuela-moura-guedes-o-infortainment_2F_amp_linkname=MANUELA_20MOURA_20GUEDES_3A_20O_20INFORTAINMENT&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FORMAÇÃO: COMPONENTE ESSENCIAL DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO</title>
		<link>http://fractura.net/res-publica/educacao/formacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 21:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação institucional]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[rp]]></category>
		<category><![CDATA[rsc]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[A FORMAÇÃO É GERALMENTE PERCEBIDA COMO O ACTO DE SE RECEBER OU DAR INFORMAÇÃO ESPECÍFICA ACERCA DE UMA ACTIVIDADE OU FUNÇÃO. SERÁ LEGÍTIMO CONSIDERAR QUE, PARA ALÉM DISSO, A FORMAÇÃO DEVE SER EDUCAÇÃO, EM TODOS OS SENTIDOS DA PALAVRA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->A percepção mais corrente nas organizações acerca da formação é a do acto de receber ou dar um conjunto de normas, instruções ou informação necessárias ao bom cumprimento dos objectivos de determinada função. Esta percepção, embora correcta, peca por redutora pois, como se tenciona explicar neste artigo, a formação reveste-se de extrema importância para a diferenciação, imagem e reputação da organização, quer esta esteja a recebê-la ou a dá-la.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img198.imageshack.us/img198/1967/formacaoordenada.jpg" alt="" width="500" height="656" /></p>

Foi por aqui referido oportunamente o facto de, em tempo de crise, <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/comunicacao/estrategica/relacoes-publicas-versus-crise/" target="_blank">se preterirem as acções de Relações Públicas em favor das de Marketing de Produto e das de Publicidade</a>. Como era referido, esta preferência está relacionada com a preocupação na obtenção um rápido retorno através das vendas, podendo, no entanto, estar na origem de um engano que poderá ter consequências desastrosas. Se afirmar que «é em tempo de crise que se consolidam posições» se trata de um lugar comum, tal não o será se aceitarmos que, num mercado limitado por circunstâncias que não podemos controlar, devemos focar a nossa acção no maior bem da organização, esse sim, controlável pela organização: a sua imagem e reputação.
É também neste preciso contexto que a Formação se insere: um bem refém das circunstâncias anómalas que passamos, mal percebido no que à sua importância estratégica concerne. O facto é que, a Formação, enquanto forte componente das Relações Públicas, é uma excelente ferramenta de comunicação, que pode simultaneamente auxiliar à optimização da performance técnica, à obtenção de melhores resultados de vendas e, por fim, à formação de uma imagem e reputação sólidas perante todos os públicos internos e externos, stakeholders e sociedade em geral.
Para além disso, a Formação cumpre ainda uma função essencial em termos sociais, a de dotar as pessoas que representam as organizações de mais valias que fazem delas elementos mais produtivos para o bem-estar comum.
<span id="more-702"></span>
<h3>FORMAÇÃO: UM MAL NECESSÁRIO OU UM BEM EXIGÍVEL?</h3>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img26.imageshack.us/img26/1451/cursomercedesabertura.jpg" alt="" width="500" height="312" /></p>

Uma formação implica necessariamente um custo. Tempo, dinheiro, quer esta seja recebida ou dada. Sob este ponto de vista, a formação pode ser encarada sob três prismas: o de despesa, o de investimento e o de produto.
Aparte as organizações mais estruturadas, cuja vida diária se reveste de uma complexidade extrema na adequação e actualização mediante a constante adaptação de métodos, processos, produtos e recursos às exigências do mercado, verifica-se que a maioria do tecido organizacional de média e pequena dimensão, quando aderente à formação, a encara sobretudo como uma despesa necessária à actualização de informação técnica.
Esta despesa, assim encarada, é tanto menor quanto as dificuldades na obtenção do retorno se fazem sentir. Note-se, entretanto, que são precisamente estas organizações as que mais postos de trabalho mantêm e que mais desafios do mercado enfrentam. As grandes organizações, embora padecendo de dificuldades estruturais decorrentes da sua dimensão, aprenderam já a adaptar-se – aprendendo, ao mesmo tempo, a importância que a formação tem nessa adaptação.
A formação é encarada pelas organizações que a contratam, recebem e pagam, como algo que deve surtir efeitos imediatos, verificados na optimização dos processos e do conhecimento técnico, com o objectivo de obterem o retorno necessário à sua sobrevivência.
Nos casos em que os métodos e os processos não exigem uma actualização, ou em que a sua actuação no mercado se pauta por uma atitude passiva, estas organizações nem sequer pensam usufruir de formação.

Outras organizações há que investem na formação interna e externa (a recebida e a dada a clientes e consumidores) como forma de aumentarem as suas vendas, quer mediante a disponibilização das últimas actualizações técnicas em termos ferramentas, de métodos e processos, ou ainda em frequentes acções de formação de produto.
Este tipo de formação, recebido ou dado, trata-se somente de uma ferramenta de marketing, não consistindo, ainda, numa utilização completa dos recursos que podem ir mais além nos seus objectivos e resultados.

Por fim, a formação como produto. A abordagem mais simples é a mais óbvia: existe para ser vendida e fidelizar o cliente.
Não existe, pelo que observo na maioria das empresas de formação com que tenho tido contacto, outro objectivo que se insira no âmbito da actuação social.

Mas como aqui é dito, a formação é algo mais do que tudo isto.
<h3>MAS O QUE É, AFINAL, A FORMAÇÃO?</h3>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img23.imageshack.us/img23/4245/formaopro.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>

Foi dito acima que a formação é geralmente percebida como um acto em que se recebe ou dá informação específica acerca de uma actividade ou função. Será legítimo considerar que, para além disso, a formação deve ser educação, em todos os sentidos da palavra.
As acções de formação, seja qual for a sua natureza, são local privilegiado para a integração, para a implicação e coesão das equipas, dentro da visão, da missão, dos valores, objectivos e estratégia da organização.
Para além disso, estes factores podem perfeitamente reflectir-se em todos os públicos, externos e internos, a montante e a jusante.
Como se tentará demonstrar de seguida, este potencial revela toda a importância estratégica da formação, especialmente no que às Relações Públicas da organização se refere, já que cumpre a sua parte na divulgação do delineado na sua estratégia de comunicação.
<h3>FORMAÇÃO A MONTANTE</h3>
A maioria das organizações tem fornecedores de matérias-primas ou de materiais. Estes fornecimentos obedecem, não raras vezes, a processos que não se adequam mutuamente. Esta circunstância leva a perda de tempo e, muitas vezes, de recursos.
O que se passa, no final da equação, é que o processo imposto é o da entidade com maior capacidade negocial, devendo a outra ajustar os seus próprios processos.
Situações como esta provocam, especialmente nas organizações com recursos mais limitados, um desgaste permanente do aparelho logístico, o que provoca constantes fricções entre os seus representantes e os do fornecedor, que vão por sua vez originar frequentes desentendimentos que provocam atrasos nas entregas de materiais.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img34.imageshack.us/img34/8796/daimlertraining.jpg" alt="" width="500" height="269" /></p>

Mas existe algo mais subtil que advém desta situação: a imagem da organização que tenta, tantas vezes sem sucesso, adaptar os seus processos aos do fornecedor – ou vice-versa –, passando por ser desorganizada. Embora tal pareça de somenos importância, é um facto que não deve ser subvalorizado.
A realidade é que os fornecedores, especialmente os que detêm uma forte capacidade negocial e créditos firmes no mercado, são frequentemente contactados no sentido de darem, não só informações de carácter financeiro e comercial (cumprimento de prazos de pagamento, liquidez percebida, etc.), como também acerca do que lhes é dado a entender acerca da fluidez da organização que abastecem, no sentido de se aferir a capacidade de resolução de problemas e de oferta de soluções rápidas às exigências do mercado.

Nestes casos, urge determinar um plano de formação dedicado ao fornecedor.
Este plano, de simples execução e de curta duração, pretenderá, no sentido estrito da formação, apenas dar a entender quais os processos utilizados pela organização no que respeita à logística. No entanto, essa mesma formação poderá incluir um curto resumo do que é a organização, a sua missão, valores, objectivos, estratégia; a sua implantação no mercado, o seu pessoal, etc.
Este tipo de informação sugerirá aos que vão trabalhar com a organização que esta está apostada numa relação firme com o mercado e que é dotada do espírito necessário à exigente dinâmica social e económica. Idealmente, resultará numa percepção da organização por parte da equipa do fornecedor como sendo uma organização estruturada e com uma identidade própria, não sendo de esperar complicações que não possam ser rápida e agradavelmente resolvidas de parte a parte.
<h3>A FORMAÇÃO DADA PELOS FORNECEDORES</h3>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img259.imageshack.us/img259/8117/evobusbild3.jpg" alt="" width="500" height="236" /></p>

Pelos motivos acima descritos, muitas vezes os fornecedores oferecem uma acção de formação às equipas da organização contratante.
Estas acções são, também elas, uma excelente oportunidade de a organização fazer entender a sua imagem e estabelecer a sua reputação face aos fornecedores e às suas equipas que com eles interagirão.

Neste caso, a oportunidade surge na própria acção, logo antes do início da formação dada pelo fornecedor. Esta é a altura ideal para explicar a ambos – fornecedor e equipa – quais os factores que levaram à selecção daquele fornecedor e a forma como estes cumprem o desejo de estabilidade do processo, qualidade dos materiais, condições ambientais, etc.
Toda esta informação é dada no âmbito do que a organização entende como sendo – uma vez mais – a sua visão, missão, objectivos e estratégia.
O resultado esperado é a percepção da segurança na atitude, fruto de uma visão estratégica, segundo a qual a selecção dos fornecedores passa, também ela, pela atitude da organização face à sua razão de ser. Trata-se de colocar organização e equipa, fornecedor e equipa, todos a remar para o mesmo lado.
<h3>A FORMAÇÃO INTERNA</h3>
A formação interna pode ser dada de duas formas: por pessoal específico da própria organização, ou por pessoal externo contratado para esse fim.
Sendo dada por pessoal interno, esta formação deve ser, antes de mais, inequivocamente aprovada pela Administração de topo como parte integrante da estratégia de comunicação da organização. É uma formação de carácter necessariamente mais informal e reveste-se de cuidados específicos:

A proximidade pessoal dos actores deve ser bem abordada, não devendo dar origem a factores de distracção que resultem em ruído que poderá levar a resultados, se não opostos, pelo menos frustrantes do objectivo;

Sendo uma formação em que estejam chefias presentes, deve cuidar-se na aproximação a estas, no sentido de não dar origem a uma fraca reputação, nos casos em que se torne óbvia a dificuldade de um elemento dessa chefia em abordar o assunto em questão com clareza e propriedade. Deve ter-se em mente que o objectivo é, para além de formar, estabelecer o necessário espírito de corpo;

Deve evitar-se, dada a proximidade do pessoal, abordar assuntos que se tornem facilmente controversos, a não ser que esta controvérsia faça parte de um objectivo de esclarecimento. Tal não surtirá o efeito desejado, a não ser que se tenha, de antemão, previsto os diversos cenários e as necessárias alternativas à discussão;

Deve ser constantemente relembrada a necessidade das pessoas em demonstrar conhecimento de causa, não sendo apropriado contrariar frontalmente uma opinião ou experiência partilhada na acção de formação – coisa que, dada a proximidade dos actores, facilmente pode dar-se; e

Por fim, tomar especial cuidado com a natural resistência à mudança, assim como alguma resistência ao lugar que o formador ocupa. Este deve tratar de ser o centro das atenções sem, no entanto, as usurpar.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img189.imageshack.us/img189/6375/7065371276456425283auto.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>

Esta formação interna exprime-se pela transferência de conhecimentos e práticas, com uma forte componente demonstrativa, já que as experiências são partilhadas pela equipa.
É, por tal, um ponto privilegiado para a organização passar a sua imagem e reputação internamente, já que a troca de experiências pode ser sempre enquadrada numa bitola de boas práticas em relação aos valores e objectivos e estratégia.
É uma boa oportunidade para iniciar a formação com uma apresentação acerca da organização, do seu lugar no mundo e, muito importante, da equipa que lhe dá vida.

Se esta formação é dada por um elemento externo, devemos cuidar que se inicie precisamente com o mesmo tipo de apresentação, sendo explicado pelo formador em que sentido a sua intervenção foi solicitada e de que forma esta se inserirá no espírito da empresa. Este deverá revelar em que grau a organização se revê na sociedade e, muito importante, o que lhe foi transmitido pela organização no que à equipa presente concerne.
Uma vez mais, preparação prévia e possível formação do formador são acções necessárias.
<h3>FORMAÇÃO A CLIENTES</h3>
Este é o terreno privilegiado para a adopção simultânea de estratégias de Relações Públicas e Comunicação de Marketing.
Os clientes – especialmente no segmento de negócios b2b – são sensíveis de igual forma à informação acerca de novos produtos, desenvolvimento e inovação, como à informação acerca dos mais recentes desenvolvimentos da organização, sejam estes de âmbito estrutural, institucional ou de relações com a sociedade em geral.

No campo do produto, devemos adoptar uma aproximação ao marketing: explicar qual o produto, as suas características e vantagens, quais as necessidades implícitas e explícitas do mercado que levaram à sua concepção, o canal de distribuição e a aproximação ao consumidor. No caso de desenvolvimento ou inovação – que podem relacionar-se com o produto, com a produção, com a rede de distribuição, etc. – a informação transmitida é especialmente agradável, pois reflecte a vontade e capacidade da organização em adaptar-se dinâmica e constantemente às exigências do mercado.

Em qualquer dos casos, a informação transmitida deve conter sempre algo relacionado com a forma de a organização estar no mundo. Aliás, não será descabido iniciar sempre as exposições com uma introdução à organização e apresentação dos mais recentes desenvolvimentos, quer no seio desta – novos elementos na equipa, abertura de novas dependências ou outras instalações, eventos de equipa, promoções, etc. –, quer da sua relação com o mercado e a sociedade – resultados, objectivos, acções de responsabilidade social, etc.
Tudo isto não é mais do que pormenorizar, de uma forma mais incisiva, a forma de estar da organização no seio da sociedade de que a cadeia de distribuição (e o consumidor) faz parte. Imagem e reputação, uma vez mais, mediante a exposição da visão, da missão, dos valores, dos objectivos e da estratégia da organização.
<h3>FORMAÇÃO AO CONSUMIDOR</h3>
Esta formação deve conter os pontos referidos atrás, com especial incidência nos factores determinantes da decisão de compra: preço, disponibilidade, distribuição, após-venda; a par de responsabilidade social, actividade originadora de trabalho, condições de trabalho, equipa motivada, etc.
Fazer o consumidor feliz com a aquisição de um produto ou serviço só pode ser suplantado pela circunstância de se obter um consumidor feliz com a aquisição e desejoso de trabalhar na organização que o oferece.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img189.imageshack.us/img189/450/portugalraguebi.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>

<h3>E DE ONDE VEM TUDO ISTO?</h3>
Confesso que este texto foi escrito ao correr da pena. Confesso ainda que todas as observações aqui publicadas são pessoais e pecam por uma possivelmente evidente falta de dados empíricos que a corroborem, tratando-se de informação anedótica. É, no entanto, a minha percepção, a de alguns anos de trabalho, a que se junta, desde há algum tempo, alguma responsabilidade no campo da formação.
Suponho que existam muitos – e de certeza melhores – textos relativos a esta relação entre a Formação e a Comunicação Estratégica, apoiados em estudos e que talvez até contradigam o que aqui se expõe. Sendo esse o caso, agradecerei a todos os que me fizerem o favor de <a rel="nofollow" target="_blank" title=": fractura.net! | e-mail" href="mailto:blog.carlosteixeira@gmail.com" target="_blank">enviarem textos relativos à matéria</a>, assim como quaisquer opiniões e conselhos que me queiram dar. Serão, com o vosso acordo, publicados <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/" target="_blank">aqui mesmo</a>.

Relativamente à minha actividade de formador, devo primeiramente esclarecer alguns aspectos.
Primeiro, esta actividade é exercida em conjunto com outra que não considero ser, de forma alguma, contrastante – bem pelo contrário –, a consultoria comercial.
Outra coisa a esclarecer é que a desempenho inserido num <a rel="nofollow" target="_blank" title="DAIMLER" href="http://www.daimler.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.daimler.com/?referer=');">reputado grupo transnacional</a> que, obviamente, tem algumas regras a levar em conta, dadas as suas normas corporativas.
Por fim, devo dizer que, embora estas “limitações”, tem-me sido possível adaptar os programas de formação, não só às exigências culturais específicas dos meios e dos públicos, como tenho conseguido colocar em prática a grande maioria dos princípios que aqui advogo.

<a rel="nofollow" target="_blank" title="EvoBus Portugal" href="http://www.evobus.pt/inter-evobus-pt/0-679-1086295-351-657132-1-0-0-0-0-1-7054-1086295-0-0-0-0-0-0-0.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.evobus.pt/inter-evobus-pt/0-679-1086295-351-657132-1-0-0-0-0-1-7054-1086295-0-0-0-0-0-0-0.html?referer=');">A formação que vou dando</a> reveste-se de um carácter técnico algo complexo, tratando-se de formação dada a <a rel="nofollow" target="_blank" title="EvoBus Portugal | Rede de Serviço" href="http://www.evobus.pt/inter-evobus-pt/0-679-657088-351-449677-1-0-0-0-0-1-7055-402158-0-0-0-0-0-0-0.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.evobus.pt/inter-evobus-pt/0-679-657088-351-449677-1-0-0-0-0-1-7055-402158-0-0-0-0-0-0-0.html?referer=');">profissionais de elevada qualidade</a>, e com muita informação a tratar. No entanto, posso afirmar que tenho conseguido reservar a entrada da formação (os primeiros 45 minutos a uma hora, até ao coffee-break) para uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="Daimler Buses" href="http://www.daimler.com/dccom/0-5-1043886-1-1104095-1-0-0-0-0-0-8-7145-0-0-0-0-0-0-0.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.daimler.com/dccom/0-5-1043886-1-1104095-1-0-0-0-0-0-8-7145-0-0-0-0-0-0-0.html?referer=');">exploração da organização que represento</a> da qual, no fim de contas, os meus formandos – de clientes e consumidores – também fazem parte. Pelo menos assim o considero e, ao que parece, também eles, pelo agrado que têm demonstrado.
O plano de formação é restrito à informação de carácter técnico. Não é por isso, porém, que deixo de a enquadrar no esforço da organização em adequar-se às constantes exigências do <a rel="nofollow" target="_blank" title="DAIMLER | News" href="http://www.daimler.com/dccom/0-5-1043891-1-1104067-1-0-0-0-0-0-8-7145-0-0-0-0-0-0-0.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.daimler.com/dccom/0-5-1043891-1-1104067-1-0-0-0-0-0-8-7145-0-0-0-0-0-0-0.html?referer=');">mercado</a> e da <a rel="nofollow" target="_blank" title="DAIMLER | Sustainability" href="http://www.daimler.com/dccom/0-5-876574-1-1195274-1-0-0-0-0-0-8-876574-0-0-0-0-0-0-0.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.daimler.com/dccom/0-5-876574-1-1195274-1-0-0-0-0-0-8-876574-0-0-0-0-0-0-0.html?referer=');">sociedade</a>.
Curiosamente, de cada vez que faço a ronda final pelos formandos, fico preocupado: todos eles se sentem extremamente agradados por terem ficado a conhecer muito melhor a organização e, lá está, com a consciência de pertencerem a algo bastante maior do que tinham consciência até aí.
Felizmente, a experiência (ok, e os testes da formação também, a par do trabalho diário…) dizem-me que o fulcro da informação, a que lhes serve para utilizarem as ferramentas, foi bem assimilado. Mas tenho que confessar: tenho a sorte de trabalhar com excelentes profissionais, implicados e exigentes para com eles e para com as <a rel="nofollow" target="_blank" title="DAIMLER | Brands" href="http://www.daimler.com/dccom/0-5-1067290-1-1050229-1-0-0-0-0-0-8-7163-0-0-0-0-0-0-0.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.daimler.com/dccom/0-5-1067290-1-1050229-1-0-0-0-0-0-8-7163-0-0-0-0-0-0-0.html?referer=');">marcas e organizações</a> que lhes agradecem tão digna representação.
<h3>POR FIM</h3>
A formação é contínua... contínua... contínua... como as Relações Públicas.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/res-publica/educacao/formacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fres-publica%2Feducacao%2Fformacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao%2F&amp;linkname=FORMA%C3%87%C3%83O%3A%20COMPONENTE%20ESSENCIAL%20DA%20ESTRAT%C3%89GIA%20DE%20COMUNICA%C3%87%C3%83O" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fres-publica_2Feducacao_2Fformacao-componente-essencial-da-estrategia-de-comunicacao_2F_amp_linkname=FORMA_C3_87_C3_83O_3A_20COMPONENTE_20ESSENCIAL_20DA_20ESTRAT_C3_89GIA_20DE_20COMUNICA_C3_87_C3_83O&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/opiniao/da-morte-das-relacoes-publicas-engano-de-cangalheiro/' rel='bookmark' title='Permanent Link: DA MORTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS: ENGANO DE CANGALHEIRO'>DA MORTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS: ENGANO DE CANGALHEIRO</a> <small>Sou da opinião de que as empresas se devem concent</small></li><li><a href='http://fractura.net/res-publica/democracia/as-marcas-no-novo-mundo-digital-o-reforco-qualitativo-da-democracia-global/' rel='bookmark' title='Permanent Link: AS MARCAS NO NOVO MUNDO DIGITAL: O REFORÇO QUALITATIVO DA DEMOCRACIA GLOBAL'>AS MARCAS NO NOVO MUNDO DIGITAL: O REFORÇO QUALITATIVO DA DEMOCRACIA GLOBAL</a> <small>A democracia que a revolução digital nos trouxe po</small></li><li><a href='http://fractura.net/res-publica/educacao/estudantes-criam-agencia-de-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: ESTUDANTES CRIAM AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO'>ESTUDANTES CRIAM AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO</a> <small>PRestige Agency understands traditional and new me</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>GRIPE A: ANTÓNIO VARIAÇÕES REVELA CEPTICISMO</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ANTÓNIO VARIAÇÕES AFIRMA QUE OS CASOS RELATADOS DE GRIPE A SERÃO, NA SUA MAIORIA, FRUTO DA IRRESPONSABILIDADE DAS PESSOAS NA EXPOSIÇÃO AO SOL.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img222.imageshack.us/img222/7968/38apigandapiglet.jpg" alt="" width="450" height="575" /></p>

Entrevistado pelo "Jornal do Além" acerca das últimas notícias sobre a Gripe A, António Variações afirma que, na sua maioria, os casos relatados se tratam apenas de irresponsabilidade, apontando o excesso de exposição ao sol nestes dias de Verão repentino como um exemplo, declarando:
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><em><strong>«Quando a cabeça não tem juízo, o porco é que paga...»</strong></em></p>
</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/carlos-jose-teixeira/bocas/gripe-a-antonio-variacoes-revela-cepticismo/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcarlos-jose-teixeira%2Fbocas%2Fgripe-a-antonio-variacoes-revela-cepticismo%2F&amp;linkname=GRIPE%20A%3A%20ANT%C3%93NIO%20VARIA%C3%87%C3%95ES%20REVELA%20CEPTICISMO" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcarlos-jose-teixeira_2Fbocas_2Fgripe-a-antonio-variacoes-revela-cepticismo_2F_amp_linkname=GRIPE_20A_3A_20ANT_C3_93NIO_20VARIA_C3_87_C3_95ES_20REVELA_20CEPTICISMO&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>PETER GABRIEL &#124; MOTHER OF VIOLENCE</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 22:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[THE ONLY WAY YOU KNOW SHE´S THERE IS THE SUBTLE FLAVOUR IN THE AIR.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p align="center"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/PaWECj4wtcM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PaWECj4wtcM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>
<p align="center"><span id="more-617"></span></p>

<blockquote>Walking the street with her naked feet, So full of rhythm but I can't find the beat.
Snapping her heels, clicking her toes, Everybody knows just where she goes.

Fear, Fear, she's the mother of Violence, Making me tense to watch the way she breed.
Fear, she's the mother of Violence, You know self-defense is all you need.
It's getting hard to breathe, It's getting so hard to believe, To believe in anything at all.

Mouth all dry, eyes bloodshot, Data stored on a microdot.
Kicking the cloud with my moccasin shoes, TV dinner, TV news.

Fear, Fear, she's the mother of Violence, Don't make any sense to watch the way she breed.
Fear, she's the mother of Violence, Making me tense to watch the way she feed.
The only way you know she's there Is the subtle flavor in the air.
Getting hard to breathe, Getting hard to believe in anything at all
But Fear.</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/wurlitzer/wurlitzer-peter-gabriel-mother-of-violence/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fwurlitzer%2Fwurlitzer-peter-gabriel-mother-of-violence%2F&amp;linkname=PETER%20GABRIEL%20%7C%20MOTHER%20OF%20VIOLENCE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fwurlitzer_2Fwurlitzer-peter-gabriel-mother-of-violence_2F_amp_linkname=PETER_20GABRIEL_20_7C_20MOTHER_20OF_20VIOLENCE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/industrial/wurlitzer-tv-on-the-radio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: TV ON THE RADIO | DREAMS'>TV ON THE RADIO | DREAMS</a> <small>Proposta de escuta dos TV On The Radio, uma das ba</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/mundo-cao-morfina/' rel='bookmark' title='Permanent Link: MUNDO CÃO | MORFINA'>MUNDO CÃO | MORFINA</a> <small>SÁBADO 06.JUN.2008, NO THEATRO CIRCO, EM BRAGA: VE</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/industrial/trent-reznor-nine-inch-nails-starfuckers-inc/' rel='bookmark' title='Permanent Link: TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS | STARFUCKERS, INC.'>TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS | STARFUCKERS, INC.</a> <small>I'll be there for you, as long as it works for me.</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>GRITAR POR QUEM NÃO TEM VOZ</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 21:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O SILÊNCIO É O PIOR INIMIGO DAS MULHERES E CRIANÇAS QUE CONTINUAM A SER VIOLADAS NA LIBÉRIA E NO CONGO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><div class="wp-caption alignleft" style="width: 230px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; float: left;"><img style="border: 0px;" src="http://fotos.sapo.pt/Gn827RtlbQM3ooogC6N8/340x255" border="0" alt="" width="220" height="255" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">www.fotos.sapo.pt</p></div>
<blockquote><em>«In modern times, we’ve seen mass rape as an element of warfare in Congo, Darfur, Bosnia, Rwanda, Liberia — but the lesson here in Liberia in West Africa is that even when the fighting ends, the rape continues. And that brings us to Jackie, a lovely 7-year-old with tight braids and watchful eyes.
Jackie is too young to remember the 14-year civil war in Liberia, from 1989 to 2003, when as many as three-fourths of women were raped.»</em></blockquote>
<blockquote><em>«Let Congo be the place where we ended femicide, the trend that is madly eviscerating this planet -- from the floggings in Pakistan, the new rape laws in Afghanistan, the ongoing rapes in Haiti, Darfur, Zimbabwe, the daily battering, incest, harassing, trafficking, enslaving, genital cutting and honor killing. Let Congo be the place where women were finally cherished and life affirmed, where the humiliation and subjugation ended, where women took their rightful agency over their bodies and land.» </em></blockquote>
.<span id="more-613"></span>
Dois parágrafos encontrados no Jugular, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Jugular" href="http://jugular.blogs.sapo.pt/929216.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/jugular.blogs.sapo.pt/929216.html?referer=');">pela mão da Palmira F. Silva</a>, a chamar a atenção para as atrocidades que continuam a cometer-se no Congo e na Libéria. Por lá ainda, chamadas de atenção para o artigo de Nicholas Kristof, "<a rel="nofollow" target="_blank" title="New York Times" href="http://www.nytimes.com/2009/05/21/opinion/21kristof.html?_r=2" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.nytimes.com/2009/05/21/opinion/21kristof.html?_r=2&amp;referer=');">After Wars, Mass Rapes Persist</a>" e para a <a rel="nofollow" target="_blank" title="CNN" href="http://www.cnn.com/2009/WORLD/africa/05/18/ensler.congo/index.html?iref=newssearch" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.cnn.com/2009/WORLD/africa/05/18/ensler.congo/index.html?iref=newssearch&amp;referer=');">peça da CNN</a>, com o testemunho da dramaturga e fundadora do <a rel="nofollow" target="_blank" title="V-Day" href="http://www.vday.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.vday.org/?referer=');">V-Day</a>, Eve Ensler, que <a rel="nofollow" target="_blank" title="V-Day" href="http://www.vday.org/node/1695/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.vday.org/node/1695/?referer=');">testemunhou também no senado norte-americano</a> acerca do mesmo tema. Por fim, ainda no Jugular, a iniciativa "<a rel="nofollow" target="_blank" title="Discover" href="http://blogs.discovermagazine.com/intersection/2009/06/01/silence-is-the-enemy/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blogs.discovermagazine.com/intersection/2009/06/01/silence-is-the-enemy/?referer=');">O Silêncio é o Inimigo</a>", já <a rel="nofollow" target="_blank" title="Discover" href="http://blogs.discovermagazine.com/intersection/blogger-coalition/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blogs.discovermagazine.com/intersection/blogger-coalition/?referer=');">amplamente subscrita</a>, e que pretende angariar fundos para os Médicos Sem fronteiras, <a rel="nofollow" target="_blank" title="Médicos sem Fronteiras" href="http://doctorswithoutborders.org/donate/?ref=main-menu" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/doctorswithoutborders.org/donate/?ref=main-menu&amp;referer=');">especialmente destinados a estas causas</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/res-publica/direitos-humanos/gritar-por-quem-nao-tem-voz/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fres-publica%2Fdireitos-humanos%2Fgritar-por-quem-nao-tem-voz%2F&amp;linkname=GRITAR%20POR%20QUEM%20N%C3%83O%20TEM%20VOZ" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fres-publica_2Fdireitos-humanos_2Fgritar-por-quem-nao-tem-voz_2F_amp_linkname=GRITAR_20POR_20QUEM_20N_C3_83O_20TEM_20VOZ&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>A EUROPA SOB O PONTO DE VISTA DO UTILIZADOR</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 21:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação política]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[europa 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[TUDO FERVILHA EM TORNO DE UMA ELEIÇÃO. DE QUÊ?, PERGUNTA O UTILIZADOR DA EUROPA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Sob o ponto de vista do utilizador, mais precisamente do utilizador comum, da mulher, do homem, dos jovens que vivem neste Portugal que talvez nunca tenha sido dos pequeninos, a Europa é uma entidade obscura que vive lá longe, numa terra onde toda a gente é elegante, veste fato e tailleur e fala francês.

<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img src="http://europa.eu/abouteuropa/images/banner_about_pt.jpg" alt="www.europa.eu" width="375" height="73" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">www.europa.eu</p></div>

É uma Europa onde homens que eram primeiros-ministros se chamam Zé Manel e onde todos sorriem enquanto falam de milhões para cá, milhões para lá. É a Europa El-Dorado, a Europa dos subsídios, é a Europa das oportunidades.
Mas também é a Europa da crise e do desemprego, a Europa dos de Leste e de outros orientes embarcados para o assalto nas águas mediterrânicas em busca do sonho dos nossos pais e avós. É a Europa de onde saem leis que parecem ter algo a ver connosco. <span id="more-603"></span>

Vamos a votos e, tal como votamos por cá, votaremos para lá, sem sabermos exactamente em quê, para quê, porquê. A discussão eleitoralista, os cartazes e as chamadas gratuitas, as velhas tecnocratas e os tipos pequeninos e sapudos, os engenheiros de sucesso e os doutores – meu deus! -, os pseudo-mussolinis e os proto-berlusconis, os trotskistas desiludidos e os socialistas-liberais, tudo fervilha em torno de uma eleição. De quê?, pergunta o utilizador da Europa.

Nada de novo, portanto, no horizonte da campanha, exceptuando, talvez, uma ou duas coisas: já que não se fala do que é a Europa, para que serve, e coisas assim do género, que nos elucidem, a nós, simples pagadores de impostos e de promessas dos outros, porque não se convidam os restantes representantes dos partidos europeus, os que se sentarão na mesma bancada que os nossos dignos representantes? Talvez, para além de aprendermos algo sobre essa terra longínqua, pudéssemos ficar a saber, também, ao que vão realmente os nossos políticos em tão esplendorosa empreitada.
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="339" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.dailymotion.com/swf/x20z17" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" src="http://www.dailymotion.com/swf/x20z17" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<blockquote><em>We’ll be the Pirate Twins again, Europa. Oh my country. Europa. I’ll walk beside you in the rain, Europa. Ta republique…</em></blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/comunicacao-estrategica/comunicacao-politica/a-europa-sob-o-ponto-de-vista-do-utilizador/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fcomunicacao-estrategica%2Fcomunicacao-politica%2Fa-europa-sob-o-ponto-de-vista-do-utilizador%2F&amp;linkname=A%20EUROPA%20SOB%20O%20PONTO%20DE%20VISTA%20DO%20UTILIZADOR" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fcomunicacao-estrategica_2Fcomunicacao-politica_2Fa-europa-sob-o-ponto-de-vista-do-utilizador_2F_amp_linkname=A_20EUROPA_20SOB_20O_20PONTO_20DE_20VISTA_20DO_20UTILIZADOR&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/por-outra-comunicacao-politica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA'>POR OUTRA COMUNICAÇÃO POLÍTICA</a> <small>«Repetiu-se o que se fez num passado recente. Algu</small></li><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/faltava-a-cassete-pos-resultados-eleitorais/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FALTAVA A CASSETE PÓS-RESULTADOS ELEITORAIS'>FALTAVA A CASSETE PÓS-RESULTADOS ELEITORAIS</a> <small>A realidade é que, nestas eleições, não há vencedo</small></li><li><a href='http://fractura.net/communicare/comunicacao-de-massas/propaganda/a-falta-de-cartazes-e-o-vazio-ideologico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A FALTA DE CARTAZES E O VAZIO IDEOLÓGICO'>A FALTA DE CARTAZES E O VAZIO IDEOLÓGICO</a> <small>O problema parece residir na saída de cena da ideo</small></li><li><a href='http://fractura.net/res-publica/democracia/o-estadio-da-nacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O ESTÁDIO DA NAÇÃO'>O ESTÁDIO DA NAÇÃO</a> <small>Não ligo peva aos cornos que o Ministro da Economi</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>TV ON THE RADIO &#124; DREAMS</title>
		<link>http://fractura.net/wurlitzer/industrial/wurlitzer-tv-on-the-radio/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 14:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[música alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[música industrial]]></category>
		<category><![CDATA[pop/rock]]></category>
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		<category><![CDATA[fusão]]></category>
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		<category><![CDATA[tv on the radio]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta de escuta dos TV On The Radio, uma das bandas que considero mais interessantes da actualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GX8g_IR2OEA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/GX8g_IR2OEA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<blockquote>
<p align="center"><span id="more-536"></span>
<em>All your dreams are over now And all your wings have fallen down Oh all your dreams are over now And all your wings have fallen down </em>
<p style="text-align: center;"><em>She's just like you So why keep doing what you do Why cut a friend Why cruise that mean lean to an end </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>You could have heel toed To another place You could have peeled slow To a better face</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>But your heart can't grieve For your little dreams Oh no your heart can't grieve Not for your little dreams</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Broke trust in two Now no one's looking out for you Why keep it cruel Why waste so much to play the fool</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>And maybe I'm the fool but I think we'd find That we could all be so so kind If you'd just leave your tread ill powertrip behind Oh leave your treadmill powertrip behind And maybe it's best that you're so so blind It's best that your so so blind Because your heart can't grieve I know your heart can't grieve</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>I know your heart can't grieve What your eyes won't see But you were my favorite moment Of our dead century</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>I know your heart can't grieve What your eyes won't see But you were my favorite moment Of our dead century</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>But all your dreams are over now And all your wings have fallen down Oh all your dreams are over now And all your wings have fallen down</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Oh warfarin' terrapin Unconfined undesigned Undersigned bantering Bartering bellowing Barracking blundering Pillaging plundering Living and lavishing Hammerings harrowing Flourishing flattening Levelling reveling Wrecking and ravaging Savoring savaging </em><em>Oh warfarrin terrapin Unconfined undesigned </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>You've got me worried and wondering</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>All your dreams are over now And all your wings have fallen down All your dreams are over now</em></p>
</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/wurlitzer/industrial/wurlitzer-tv-on-the-radio/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fwurlitzer%2Findustrial%2Fwurlitzer-tv-on-the-radio%2F&amp;linkname=TV%20ON%20THE%20RADIO%20%7C%20DREAMS" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fwurlitzer_2Findustrial_2Fwurlitzer-tv-on-the-radio_2F_amp_linkname=TV_20ON_20THE_20RADIO_20_7C_20DREAMS&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/industrial/trent-reznor-nine-inch-nails-starfuckers-inc/' rel='bookmark' title='Permanent Link: TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS | STARFUCKERS, INC.'>TRENT REZNOR / NINE INCH NAILS | STARFUCKERS, INC.</a> <small>I'll be there for you, as long as it works for me.</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/wurlitzer-peter-gabriel-mother-of-violence/' rel='bookmark' title='Permanent Link: PETER GABRIEL | MOTHER OF VIOLENCE'>PETER GABRIEL | MOTHER OF VIOLENCE</a> <small>THE ONLY WAY YOU KNOW SHE´S THERE IS THE SUBTLE FL</small></li><li><a href='http://fractura.net/wurlitzer/mundo-cao-morfina/' rel='bookmark' title='Permanent Link: MUNDO CÃO | MORFINA'>MUNDO CÃO | MORFINA</a> <small>SÁBADO 06.JUN.2008, NO THEATRO CIRCO, EM BRAGA: VE</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>evidências anedóticas</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-4/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 11:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ah!]]></category>

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		<description><![CDATA[coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, não acontecendo, poderiam ter acontecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->num café lisboeta, o padre o’connely, cliente habitual desde que passou a trabalhar em portugal, acabava a sua prédica contra o casamento homossexual, coisa contra-natura que abominava alto e bom som. 
estava satisfeito, de resto, com a concordância da maioria da clientela que ali parava, frente à igreja.

lembrou-se entretanto que não tinha ainda tomado o pequeno-almoço, pelo que disse alto e bom som: «um garoto, que hoje ainda estou a seco!».
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<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram ou que, não</small></li><li><a href='http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-3/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, nã</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>evidências anedóticas</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 21:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
		<category><![CDATA[ah!]]></category>

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		<description><![CDATA[coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, não acontecendo, poderiam ter acontecido.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->«na segunda-feira há 'exames de aflição' lá na escola!», dizia a elisa, aluna do primeiro ciclo.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-3/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fevidencias-anedoticas-3%2F&amp;linkname=evid%C3%AAncias%20aned%C3%B3ticas" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fevidencias-anedoticas-3_2F_amp_linkname=evid_C3_AAncias_20aned_C3_B3ticas&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram ou que, não</small></li><li><a href='http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-4/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, nã</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>SEMIÓTICA E WEBDESIGN: A INFLUÊNCIA NA PERCEPÇÃO E NA ACÇÃO</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 16:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A estética de um website pode infliuenciar a forma como os públicos vêm a organização, os seus produtos ou serviços. Isto não é ciência espacial: as pessoas respondem a estímulos que as atraem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Em algumas conversas que tenho com pessoas responsáveis por sites e blogs institucionais, noto a constante preocupação com validações, usabilidade e optimização dos resultados de buscas. Uma vez visitados esses sites e blogs, verifico que muitos deles não têm uma imagem conveniente à organização que pretendem representar face aos diversos públicos.
Em muitos sites e blogs institucionais, o layout resume-se à adaptação de templates predefinidos, com pouca personalização e, pior, pouca personalidade. Na realidade, para além de verterem os códigos html para a língua desejada e alterarem o cabeçalho e rodapé – códigos, meta-tags, links e imagens -, os responsáveis pela manutenção desses sistemas de conteúdos pouco ou nada mais fazem.
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img41.imageshack.us/img41/5286/semioticaplixada.jpg" alt="" width="420" height="379" /></p>

Um site ou blog institucional é a representação online da organização. O público adquire uma percepção positiva ou negativa acerca da organização, dos seus produtos ou serviços e, finalmente dos indivíduos que a representam, baseada no design do site.
Um bom webdesign é importante não só por auxiliar a organização à construção de uma imagem forte e positiva, mas também porque um bom webdesign pode realmente espoletar nos visitantes a acção desejada. <span id="more-521"></span>

Os profissionais que trabalham no ramo do design sabem que a componente visual pode gerar sentimentos nas pessoas e levá-las a tomar certas atitudes. Isto acontece porque os processos cognitivos são afectados por estímulos sensoriais. Ao longo das nossas vidas, o nosso cérebro é condicionado a responder a um sem número de logótipos, sinais, cores, símbolos. Um bom webdesigner sabe disso e tira vantagem do facto.
Tomemos o exemplo da cor vermelha: o vermelho é frequentemente associado ao perigo, ao erro. Quando nos deparamos com uma notificação de erro durante um processo online, esta vem geralmente apresentada a vermelho, juntamente com um ponto de exclamação.
O vermelho pode também significar importância. É usado para realçar mensagens importante, dado sobressair facilmente.
Para além disso, o vermelho pode ser facilmente conotado com facções políticas e sociais, religiosas, clubistas, etc.

Os símbolos entregam também significados específicos, pelo que é necessário utilizá-los convenientemente. O uso errado da simbologia pode causar confusão ao público e diminuir a eficácia do site.
Os bons webdesigners utilizam fontes apropriadas, a par dos símbolos e das cores mais indicadas para transmitir correctamente a mensagem desejada aos públicos. Um bom webdesign é aquele que cria um website que complementa os esforços de branding da organização.
A organização quer ser percebida como divertida? O seu website deve ter uma tonalidade engraçada. A organização trabalha em negócios e finanças? O website não poderá apresentar textos em fonte “Comic Sans”.

O bom webdesign vai além da estética, do SEO e do SMO. O bom design utiliza a semiótica intensivamente.
A semiótica é um aspecto de extrema importância na comunicação online pois é esta que auxilia os públicos a identificar os valores positivos e a tomar acções positivas no site da organização.

Desta forma, uma organização que deseje eficácia no seu site, não deve colocar a sua construção nas mãos de amadores, por muito que estes saibam, por muito boa vontade que estes tenham. Deve, isso sim, dar a fazer o site a profissionais que entendam a comunicação como um todo, que não se comportem como meros técnicos informáticos.
As empresas de webdesign devem oferecer aos seus clientes um serviço multifacetado, executado por equipas multidisciplinares que contenham técnicos de webdesign e pessoal versado na semiótica e na comunicação institucional.

Por fim, algo essencial: a organização pode ter um site perfeito, bem elaborado tecnicamente, bem organizado, com excelentes SEO e SMO, excelentemente usável, e dotado de uma semiótica aplicada que confira ao seu aspecto uma imagem em tudo cumpridora do espírito, da imagem e da mensagem que a organização quer divulgar.
Mas há uma coisa por que estas pessoas não são responsáveis: o conteúdo.
Esse, terá que ser a organização a decidir, de preferência junto de alguém que compreenda bem o que é a Comunicação Estratégica. De outra forma, poderá ter, em vez de um website ou blog institucional, um barco com remadores descoordenados.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/semiotica-e-webdesign-a-influencia-na-percepcao-e-na-accao/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fsemiotica-e-webdesign-a-influencia-na-percepcao-e-na-accao%2F&amp;linkname=SEMI%C3%93TICA%20E%20WEBDESIGN%3A%20A%20INFLU%C3%8ANCIA%20NA%20PERCEP%C3%87%C3%83O%20E%20NA%20AC%C3%87%C3%83O" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fsemiotica-e-webdesign-a-influencia-na-percepcao-e-na-accao_2F_amp_linkname=SEMI_C3_93TICA_20E_20WEBDESIGN_3A_20A_20INFLU_C3_8ANCIA_20NA_20PERCEP_C3_87_C3_83O_20E_20NA_20AC_C3_87_C3_83O&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>DAVID BYRNE / TALKING HEADS &#124; THANK YOU FOR SENDING ME AN ANGEL</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 11:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minimais no trato da música, da letra, do palco, nessa altura os Talking Heads souberam divulgar o que de mais importante a sua arte tinha: um conteúdo rico numa forma que, mais complexa do que parece à primeira vista, o fazia sobressaír.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --> 
<p align="center"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/MhQU3fgCMXA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MhQU3fgCMXA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>
<p align="center"><span id="more-515"></span></p>
<p style="text-align: center;"><em>Oh, oh, baby you can walk, you can talk just like me. You can walk, you can talk just like me. You can look, tell me what you see. You can look, you won't see nothing like me If you look around the world.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Oh, baby you can walk, you can talk just like me. With a little practive, you can walk like, talk just like me. If that's what you wanna do. Well, you can look, you'll walk in circles around me. But first, I'll walk in circles 'round you. But first, I'll walk around the world.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>I'm walking 'round the world I ... you can. But first, show me what you do.</em></p><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/david-byrne-talking-heads-thank-you-for-sending-me-an-angel/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fdavid-byrne-talking-heads-thank-you-for-sending-me-an-angel%2F&amp;linkname=DAVID%20BYRNE%20%2F%20TALKING%20HEADS%20%7C%20THANK%20YOU%20FOR%20SENDING%20ME%20AN%20ANGEL" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fdavid-byrne-talking-heads-thank-you-for-sending-me-an-angel_2F_amp_linkname=DAVID_20BYRNE_20_2F_20TALKING_20HEADS_20_7C_20THANK_20YOU_20FOR_20SENDING_20ME_20AN_20ANGEL&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/make-the-girl-dance-baby-baby-baby/' rel='bookmark' title='Permanent Link: MAKE THE GIRL DANCE | BABY, BABY, BABY!'>MAKE THE GIRL DANCE | BABY, BABY, BABY!</a> <small>Sex Sells. Nada a fazer. A música, até nem tem nad</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>evidências anedóticas</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[coisas que ouvi dizer, que aconteceram ou que, não acontecendo, poderiam ter acontecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->o senhor alberto é muito consciencioso e perfeito no seu trabalho.
digitou a carta no word com os dois dedos informáticos e imprimiu-a.
mal detectou o malfadado erro ortográfico, apressou-se a cobri-lo com o corrector pritt, a sua marca preferida, e a corrigí-lo com a sua maravilhosa caligrafia de escriturário.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-2/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fevidencias-anedoticas-2%2F&amp;linkname=evid%C3%AAncias%20aned%C3%B3ticas" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fevidencias-anedoticas-2_2F_amp_linkname=evid_C3_AAncias_20aned_C3_B3ticas&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-3/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, nã</small></li><li><a href='http://fractura.net/blogica/evidencias-anedoticas-4/' rel='bookmark' title='Permanent Link: evidências anedóticas'>evidências anedóticas</a> <small>coisas que ouvi dizer, que aconteceram, ou que, nã</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>APONTAMENTOS &#124; FIGURAS DE RETÓRICA E FIGURAS DE SINTAXE NA PUBLICIDADE</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 17:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apontamentos da aula de Teorias da Argumentação e Técnicas de Expressão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: left;">A <a title="publicidade" href="http://fractura.net/blogica/publicidade/">publicidade</a> trata-se de um tipo de comunicação cujas mensagens recorrem ao tecto e imagem, num discurso que recorre a características semióticas que aliam as comunicações verbal e não-verbal ao código icónico.
Não existindo uma língua específica da publicidade, existem habilidades e técnicas linguísticas que são utilizadas nos textos e anúncios publicitários, rotulados de “linguagem publicitária”.

As figuras de retórica são importantes no discurso publicitário, sendo usadas para prender a atenção. Tratam-se de expressões figurativas que quebram a relação significativa existente num determinado campo lexical, chamando a atenção pela criatividade. <span id="more-500"></span>
<h3>FIGURAS DE RETÓRICA NA PUBLICIDADE</h3>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img41.imageshack.us/img41/9012/comparacao.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>

Comparação: trata-se de um mecanismo baseado na semelhança, através do qual se justifica a conotação.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img269.imageshack.us/img269/2710/metafora.jpg" alt="" width="420" height="195" /></p>

Metáfora: de uma forma geral, quase toda a publicidade é baseada na metáfora. Trata-se de uma comparação subentendida, um mecanismo de substituição baseado na semelhança, através da qual se justifica a conotação.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img51.imageshack.us/img51/1499/metonimia.jpg" alt="" width="420" height="500" /></p>

Metonímia: nesta figura substitui-se um nome pelo outro, numa relação de associação pelo tipo: a parte pelo todo, o produto pela matéria-prima, a marca pelo produto, o continente pelo conteúdo (sinédoque).
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img51.imageshack.us/img51/7071/anttese.jpg" alt="" width="420" height="508" /></p>

Antítese: trata-se do uso de conceitos opostos com finalidades estilísticas.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img51.imageshack.us/img51/7286/personificacao.jpg" alt="" width="420" height="236" /></p>

Personificação ou prosopopeia: figura em que são atribuídas qualidades ou sentimentos humanos a seres irracionais ou inanimados.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img193.imageshack.us/img193/710/hiperbole.jpg" alt="" width="420" height="293" /></p>

Hipérbole: exagero como efeito estilístico.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img42.imageshack.us/img42/8017/paradoxo.jpg" alt="" width="420" height="288" /></p>

Paradoxo: esta figura está relacionada com a antítese, sendo uma figura de pensamento que consiste na exposição contraditória de ideias. À primeira vista contraditória, a afirmação ou opinião expressa realmente uma verdade possível.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img198.imageshack.us/img198/3696/gradacao.jpg" alt="" width="420" height="217" /></p>

Gradação: apresenta as ideias em progressão ascendente ou descendente.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img199.imageshack.us/img199/530/elipse.jpg" alt="" width="420" height="347" /></p>

Elipse: esta figura consiste na supressão de uma palavra facilmente subentendida, omitindo intencionalmente um termo facilmente identificável pelo contexto ou por elementos gramaticais presentes na frase. Esta omissão torna o texto conciso e elegante.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img194.imageshack.us/img194/1371/eufemismo.jpg" alt="" width="420" height="217" /></p>

Eufemismo: figura em que são empregues termos mais agradáveis com o objectivo de suavizar uma expressão.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img194.imageshack.us/img194/1893/disfemismo.jpg" alt="" width="420" height="294" /></p>

Disfemismo: trata-se do emprego deliberado de termos ou expressões depreciativos ou sarcásticos, opondo-se assim ao eufemismo.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img51.imageshack.us/img51/6107/ironia.jpg" alt="" width="420" height="316" /></p>

Ironia: é um instrumento de retórica em que o que é dito é o contrário do que se pensa, deixando entendida a distância intencional entre o que dizemos e o que realmente pensamos.
<h3>FIGURAS DE SINTAXE NA PUBLICIDADE</h3>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img30.imageshack.us/img30/8643/quiasmo.jpg" alt="" width="420" height="420" /></p>

Quiasmo: verifica-se pela relação repetida entre duas palavras, mas invertida na sequência da frase, num cruzamento de quatro elementos, agrupados dois a dois - «é necessário comer para viver e não viver para comer.».
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img36.imageshack.us/img36/5755/trocadilho.jpg" alt="" width="420" height="381" /></p>

Jogo de palavras ou trocadilho: trata-se de um jogo de palavras, ou jogo do equívoco, que comummente utiliza uma palavra recorrendo ao signo de uma outra, porque as duas são homófonas – conselho, concelho -; servir-se de palavras ou expressões homónimas, utilizando a ambiguidade de sentidos.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img39.imageshack.us/img39/1117/nivelfonico.jpg" alt="" width="420" height="379" /></p>

Nível fónico: algumas das figuras retóricas a nível fónico: aliteração (repetição do mesmo som), rima, ritmo, onomatopeia, etc.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/apontamentos-figuras-de-retorica-e-figuras-de-sintaxe-na-publicidade/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fapontamentos-figuras-de-retorica-e-figuras-de-sintaxe-na-publicidade%2F&amp;linkname=APONTAMENTOS%20%7C%20FIGURAS%20DE%20RET%C3%93RICA%20E%20FIGURAS%20DE%20SINTAXE%20NA%20PUBLICIDADE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fapontamentos-figuras-de-retorica-e-figuras-de-sintaxe-na-publicidade_2F_amp_linkname=APONTAMENTOS_20_7C_20FIGURAS_20DE_20RET_C3_93RICA_20E_20FIGURAS_20DE_20SINTAXE_20NA_20PUBLICIDADE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO DE ELITE</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-de-elite/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 09:43:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TEORIAS E MODELOS DE COMUNICAÇÃO #1.004 &#124; PERSPECTIVA HISTÓRICA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img190.imageshack.us/img190/6408/pictograma.jpg" alt="" width="420" height="420" /></p>

<h3>Pictogramas e ideogramas</h3>
Circunscrita às linguagens de transposição, a fase de comunicação de elite é a que vê os pensamentos do homem e os objectos do seu mundo transpostos para esquemas, desenhos, ritmos, música; transmissão da realidade essa iniciada nos muros das cavernas, em desenhos e gravuras designados por pictogramas.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img33.imageshack.us/img33/9721/pictograma02.jpg" alt="" width="420" height="418" /></p>

Ao associar uma ideia abstracta ao objecto, o pictograma evolui, ele próprio, para o ideograma, numa época em que o homem primitivo inicia as suas maiores revoluções: a roda e a escrita fonética. <span id="more-488"></span>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img30.imageshack.us/img30/3793/ideograma.jpg" alt="" width="420" height="344" /></p>

<h3>A escrita fonética</h3>
Este tipo de escrita já não depende da imagem (pictograma) ou da ideia (ideograma), mas sim de palavras que, traduzindo sons, fazem sentido ao leitor que os associa.
Apesar da existência, ao longo do tempo, das mais diversas espécies de escrita, pictográfica e silábica, existe apenas um tipo de alfabeto fonético. Neste, utilizam-se letras sem significado semântico, correspondentes a sons de igual forma semanticamente sem significação.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img40.imageshack.us/img40/9126/escritafontica.jpg" alt="" width="420" height="590" /></p>

É esta condição única que lhe confere a importância atribuída por McLuhan, que refere ser este alfabeto «uma tecnologia única».
Os mundos de significados e percepções dantes assegurados pelo hieróglifo ou pelo ideograma chinês são sacrificados ao alfabeto fonético, no que se pode considerar uma violenta divisão entre o mundo visual e o mundo auditivo. A maior riqueza cultural desta forma de escrita não representava, porém, uma ponte entre o mundo descontínuo e tradicional da palavra no seio da tribo para o meio visual.
<h3>Vencer a distância e o tempo</h3>
O homem primitivo olhava a natureza como uma entidade povoada de espíritos que necessitavam de ser apaziguados de forma ritual, pelo que a sobrevivência da tribo exigia que as histórias e experiências dos anciãos chegassem ao conhecimento dos mais novos, por via de lendas e proibições transmitidas oralmente.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img199.imageshack.us/img199/7517/msica.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>

Os sons passam a ser símbolos independentes, o homem inventa e aperfeiçoa instrumentos musicais que passam a ser um prolongamento da voz, vai dissociando a dança da música, a linguagem passa a ser independente do gesto.
Após as primeiras colecções de mensagens gravadas em paredes de cavernas, assiste-se aos registos em papiros ou em pergaminho.
Estas evoluções permitem ao homem a vencer a distância e o tempo.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img51.imageshack.us/img51/6821/papiro.jpg" alt="" width="420" height="331" /></p>

São desenvolvidos sistemas de comunicação gráfica por alguns privilegiados com conhecimentos técnicos e acesso às ferramentas necessárias (daí o termo “comunicação de elite”), ligando intimamente a história da cultura humana aos meios de comunicação.

A História inicia-se com a invenção da escrita que vem permitir um armazenamento de conhecimentos muito superior ao existente até então. Assiste-se, por via deste instrumento, a uma aproximação cultural e social entre os diversos povos onde a escrita surge, sendo registados e difundidos os processos e resultados do crescente domínio sobre a natureza.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img40.imageshack.us/img40/7663/copistas.jpg" alt="" width="420" height="316" /></p>

Inevitavelmente, surge o livro, durante muitos séculos um objecto de arte, escrito manualmente por copistas sobre papel precioso, com as suas margens e vinhetas soberbamente ilustrados.
No entanto, o livro escrito pelo copista era, em si mesmo, um fim. O seu objectivo era o de executar um trabalho artístico que reflectisse a sua capacidade artesanal e a sua dedicação religiosa, não acrescentando rapidez à transmissão de conhecimento e, por isso, chegando a congelar a cultura.
<p style="text-align: center;">***</p>

Actualmente, o livro é um objecto de consumo, de produção de escala e acessível a todos. Com o elevadíssimo volume de informação disponível, torna-se difícil ao homem actual detectar e assimilar a maior parte dos novos conhecimentos. Os novos meios de comunicação de massas auxiliam-no na selecção e resumo da informação e na tradução desta para a sua vida quotidiana.
Como aqui chegamos, será revisto no <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/tag/serie-21/" target="_blank">próximo artigo da série</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-de-elite/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Ffases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-de-elite%2F&amp;linkname=FASES%20OU%20EPIS%C3%93DIOS%20DA%20COMUNICA%C3%87%C3%83O%3A%20COMUNICA%C3%87%C3%83O%20DE%20ELITE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Ffases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-de-elite_2F_amp_linkname=FASES_20OU_20EPIS_C3_93DIOS_20DA_20COMUNICA_C3_87_C3_83O_3A_20COMUNICA_C3_87_C3_83O_20DE_20ELITE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-interpessoal/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL'>FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL</a> <small>TEORIAS E MODELOS DE COMUNICAÇÃO #1.003 | PERSPECT</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>MAKE THE GIRL DANCE &#124; BABY, BABY, BABY!</title>
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		<comments>http://fractura.net/blogica/make-the-girl-dance-baby-baby-baby/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 09:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
		<category><![CDATA[dance]]></category>
		<category><![CDATA[make the girl dance]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sex Sells. Nada a fazer. A música, até nem tem nada de especial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p align="center"><a rel="nofollow" target="_blank" title="DayliMotion" href="http://www.dailymotion.com/video/x99ein_make-the-girl-dance-baby-baby-baby_music" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dailymotion.com/video/x99ein_make-the-girl-dance-baby-baby-baby_music?referer=');">Vídeo: Baby, Baby, Baby</a>, dos Make The Girl Dance</p>

<p style="text-align: center;"><object width="420" height="339" data="http://www.dailymotion.com/swf/x99ein" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.dailymotion.com/swf/x99ein" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>

<a rel="nofollow" target="_blank" title="Buzzófias" href="http://buzzofias.blogspot.com/2009/05/licoes-de-danca.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/buzzofias.blogspot.com/2009/05/licoes-de-danca.html?referer=');">Explicações e complicações no Buzzófias</a>... who cares?<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/make-the-girl-dance-baby-baby-baby/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fmake-the-girl-dance-baby-baby-baby%2F&amp;linkname=MAKE%20THE%20GIRL%20DANCE%20%7C%20BABY%2C%20BABY%2C%20BABY%21" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fmake-the-girl-dance-baby-baby-baby_2F_amp_linkname=MAKE_20THE_20GIRL_20DANCE_20_7C_20BABY_2C_20BABY_2C_20BABY_21&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/david-byrne-talking-heads-thank-you-for-sending-me-an-angel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: DAVID BYRNE / TALKING HEADS | THANK YOU FOR SENDING ME AN ANGEL'>DAVID BYRNE / TALKING HEADS | THANK YOU FOR SENDING ME AN ANGEL</a> <small>Minimais no trato da música, da letra, do palco, n</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		<title>REDUNDÂNCIA: A PESCADINHA DE RABO NA BOCA DA BLOGOSFERA</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/redundancia-a-pescadinha-de-rabo-na-boca-da-blogosfera/</link>
		<comments>http://fractura.net/blogica/redundancia-a-pescadinha-de-rabo-na-boca-da-blogosfera/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 21:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
		<category><![CDATA[ah!]]></category>
		<category><![CDATA[joão duarte]]></category>
		<category><![CDATA[redundância]]></category>

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		<description><![CDATA[Para além de toda esta câmara de eco, e acima dela, estão os que fazem realmente opinião.
Esses são bloggers que, pela experiência e conhecimentos de causa que demonstram, se preocupam com o que realmente é importante num blog: o conteúdo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><a rel="nofollow" target="_blank" title="Do Fundo da Comunicação" href="http://dofundodacomunicacao.blogspot.com/2009/05/redundante.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dofundodacomunicacao.blogspot.com/2009/05/redundante.html?referer=');">Escrever este post acerca daquele do João Duarte</a> é, em si, uma <a rel="nofollow" target="_blank" title="Dicionário" href="http://www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/R/redundancia.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/R/redundancia.htm?referer=');">redundância</a>. Ao fazê-lo, não só confirmo que o li, como tento explicar em que medida entendi a mensagem, e faço-o recorrendo às ideias por lá publicadas como forma de autenticação desse meu entendimento.
Este tipo de redundância pode encontrar-se nas mais variadas formas de transmissão de informação, desde os circuitos electrónicos de um alarme de automóvel à canção pop e o seu refrão.
Mas a redundância, no sentido comunicacional, é a grande responsável pelo sucesso dos objectivos de transmissão às massas. É na redundância que encontramos a fórmula A, B, _, D. Esta fórmula permite a identificação do símbolo em falta e é ela a responsável, muitas vezes, por sucessos improváveis: canções, quadras populares, palavras de ordem partidárias, cartazes políticos, etc. Apesar de na redundância se “gastarem” recursos comunicacionais que provavelmente não seriam necessários, esta por vezes resulta, para o receptor, numa economia de meios, muito do género “para bom entendedor…”
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img186.imageshack.us/img186/1894/redundantclockbyjilee49.jpg" alt="" width="450" height="391" /></p>

A redundância é oposta à entropia. No discurso entrópico, o texto não é tão facilmente assimilável pelas massas, sendo frequentemente dirigido a especialistas que não necessitam de confirmação da qualidade de recepção do texto.
Falamos, por exemplo, da literatura técnica, em que os técnicos a quem esta é dirigida não necessitam de outros recursos senão os de uma linguagem clara e objectiva.
E, mesmo aqui, não é raro encontrarmos redundância.

Esta redundância a que o João Duarte se refere é aquela redundância oca que, mais câmara de eco que redundância, se limita a propagar incessantemente o texto original, ad nauseam, como se tal referência fosse, por si, garantia de popularidade.
Se essa garantia de popularidade é possível, no caso da Internet e, especialmente, no caso da blogosfera, tal popularidade é obtida por meios artificiais.
Poderemos considerar que a situação de um post, por exemplo, como este, baseado num post de outrem, seja similar a uma situação provocada por uma simples conversa.
Digamos então que me encontro com o João Duarte e ele me diz «Ser redundante não acrescenta valor. Ninguém se lembrará de si por repetir ideias já lidas ou ouvidas inúmeras vezes.» O que acontecerá a seguir? <span id="more-454"></span>

Podem acontecer várias coisas. Eu posso discutir com ele e, logo de seguida esquecer o assunto (concordando ou discordando); posso nem sequer discutir o assunto e não lhe ligar nada por manifesta falta de interesse da minha parte; posso estar interessado e, discutindo ou não com ele, repercutir a conversa junto de amigos, no café: «Sabes, estive com o João Duarte e não é que o gajo me manda com aquela de que “ser redundante não acrescenta valor”?»
Mas pode acontecer ainda uma outra coisa, que acontece frequentemente na blogosfera: a pressão social.
Esta é aquela pressão em que a procura de popularidade obriga o indivíduo a reter informação para a poder papaguear quando lhe perguntarem “Ouve lá, então o que pensas do que disse o João Duarte acerca da redundância?» Os indivíduos que cedem a esta espécie de pressão são, em grande parte dos casos que conheço, aquela espécie de pessoa que sabe dizer tudo timtim por timtim, mas que não consegue acrescentar grande mais-valia ao texto que tenta comentar.
Salvo honrosas excepções, a chusma de comentadores sociólogos, politólogos, e outros ólogos que por aí pululam nos media, são disso exemplo. Mas, façamos-lhes justiça, conseguem capitalizá-lo.

A diferença entre estes casos e a blogosfera reside no facto de alguns bloggers terem como objectivo principal a popularidade. Por motivos vários, existem autores que, a todo o custo, fazem do blog uma câmara de eco, sem acrescentar alguma espécie de valor ao que reproduzem com o devido link para o artigo original.
As coisas são, assim, artificiais, na medida em que o blogger consegue tanta popularidade quanta produção consiga dedicar ao “buzz” do momento.
Isso, junto aos links que o promovem e a mais algumas técnicas de posicionamento, dão-lhe a “vantagem” de aparecerem, se não na primeira, entre as primeiras páginas dos motores de busca.

Para além de toda esta câmara de eco, e acima dela, estão os que fazem realmente opinião.
Esses são bloggers que, pela experiência e conhecimentos de causa que demonstram, se preocupam com o que realmente é importante num blog: o conteúdo.
Não é de estranhar, por isso, que um blogger como eu, cuja ascensão aos motores de busca é de uma lentidão extrema – não que isso me interesse lá muito, claro – revele preocupações estéticas e de forma que os bloggers reconhecidos pela sua qualidade não fazem caso.
Mas as coisas, para lá disso, continuam difíceis para quem ouse não ser redundante nos conteúdos que propõe.
Fazer-se notar significa passar a pertencer a um grupo, tal e qual como na sociedade “física”. Isto é, de que me adianta ser redundante em relação ao artigo do João Duarte, se este não me favorecer com um link ou um pequeno apontamento no blog dele?
É que esse pequeno apontamento – dependendo do que referir, claro está – não só irá dirigir visitas a este blog, como me incluirá na listas de “gajos de quem o João Duarte fala”.

Ora bem, os bloggers mais recentes, ao ler este artigo, estarão já a pensar «Porra, vou ter que andar a dar graxa a meia dúzia de gajos, se quiser que alguém leia isto!».
Não é tanto assim. Mas, se acharem muito trabalhoso fazer conteúdos, podem sempre ir para o Twitter. Isso sim, é <a rel="nofollow" target="_blank" title="Twitter" href="http://twitter.com/cjt" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/cjt?referer=');">câmara de eco</a>.
O objectivo da blogosfera é conversar. É inevitável que exista redundância – prefiro o termo câmara de eco, devido ao eco em si: replicação, ampliação, distorção, cacofonia. Afinal, sempre há assuntos comuns.
O que o João Duarte quer dizer é que devemos evitar os erros que eu tanto cometo por aqui: o de ler um post daqueles “o gajo já disse tudo, se eu escrevo mais alguma coisa só vou estragar” e, enfim, decidir fazer uma <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/sociedade/civilizacao/o-mundo-e-meu-uma-utopia-futurista-de-joao-duarte/" target="_blank">reprodução parcial do artigo original, com uma imagenzita por cima e uma opinião atabalhoada só para inglês ver</a>.

Esta situação é ainda mais grave nos blogs e sites institucionais, especialmente naqueles protagonizados por responsáveis de topo.
Estes são, por natureza, opinion makers ou, no mínimo, pessoas que devem revelar um pensamento próprio acerca dos assuntos correntes. Devem tentar dominar a agenda em vez de a seguir.
A isso chama-se (chamo eu…) gerir a reputação pela diferenciação ou, mais coloquialmente, não ir com a manada.
Estamos a precisar disso.

Mas, enquanto tal não acontece, e já que a situação de blogger amador – realmente, literalmente – me permite, cá irei colocando umas redundâncias para vosso gáudio.
Mas irei tentar corrigir isso. Prometo.
Não sei é se irão gostar… este artigo, por exemplo, para além de redundante, é graaandeeeee...<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/redundancia-a-pescadinha-de-rabo-na-boca-da-blogosfera/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fredundancia-a-pescadinha-de-rabo-na-boca-da-blogosfera%2F&amp;linkname=REDUND%C3%82NCIA%3A%20A%20PESCADINHA%20DE%20RABO%20NA%20BOCA%20DA%20BLOGOSFERA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fredundancia-a-pescadinha-de-rabo-na-boca-da-blogosfera_2F_amp_linkname=REDUND_C3_82NCIA_3A_20A_20PESCADINHA_20DE_20RABO_20NA_20BOCA_20DA_20BLOGOSFERA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>HOJE É DIA DE LUTA POR UMA NOVA TRADIÇÃO TAUROMÁQUICA!</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 14:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
		<category><![CDATA[actua!]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
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		<category><![CDATA[tortura]]></category>
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		<category><![CDATA[touros]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei aprovará SORTE DE VARAS nos Açores. Mais sangue para a populaça descontente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Já tinha dito que <a rel="nofollow" target="_blank" title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/sociedade/civilizacao/este-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica/" target="_blank">ESTE BLOG APOIA UMA NOVA TRADIÇÃO TAUROMÁQUICA</a>. Hoje reafirmo-o, fazendo câmara de eco de <a title="In Concreto" href="http://inconcreto.blogspot.com/2009/05/adesoes-ao-movimento-contra-sorte-de.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/inconcreto.blogspot.com/2009/05/adesoes-ao-movimento-contra-sorte-de.html?referer=');">outros apoiantes dos Açores</a> onde parece que vai passar a lei a aprovar a SORTE DE VARAS.

Ficam abaixo alguns folhetos para distribuição. Adira.
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ui7KQuwBd38/SglE0Ofz_AI/AAAAAAAADgs/XkwD9_9WrKo/s1600/nao%2B3.jpg" alt="" width="439" height="632" /></p>

O <a rel="nofollow" target="_blank" title="Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=KyeT0Zv2oF4&amp;eurl=http%3A%2F%2Ffractura%2Enet%2F%3Fp%3D440%26preview%3Dtrue&amp;feature=player_embedded" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=KyeT0Zv2oF4_amp_eurl=http_3A_2F_2Ffractura_2Enet_2F_3Fp_3D440_26preview_3Dtrue_amp_feature=player_embedded&amp;referer=');">vídeo</a> seguinte tem algo de chocante e não se aconselha a pessoas mais sensíveis. Claro que não é, de forma alguma, tão chocante como uma faena ou uma sorte de varas. <span id="more-440"></span>
<p align="center"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/KyeT0Zv2oF4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KyeT0Zv2oF4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ui7KQuwBd38/SglEzpddWXI/AAAAAAAADgc/lYu8iuBETbo/s400/nao.jpg" alt="" width="325" height="400" /><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/hoje-e-dia-de-luta-por-uma-nova-tradicao-tauromaquica/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fhoje-e-dia-de-luta-por-uma-nova-tradicao-tauromaquica%2F&amp;linkname=HOJE%20%C3%89%20DIA%20DE%20LUTA%20POR%20UMA%20NOVA%20TRADI%C3%87%C3%83O%20TAUROM%C3%81QUICA%21" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fhoje-e-dia-de-luta-por-uma-nova-tradicao-tauromaquica_2F_amp_linkname=HOJE_20_C3_89_20DIA_20DE_20LUTA_20POR_20UMA_20NOVA_20TRADI_C3_87_C3_83O_20TAUROM_C3_81QUICA_21&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>A DISCUSSÃO ACERCA DO ENSINO DA MORAL E DA RELIGIÃO SEGUE NUMA CASA AO LADO</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/a-discussao-acerca-do-ensino-da-moral-e-da-religiao-segue-numa-casa-ao-lado/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 19:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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		<description><![CDATA[.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Se leram o post "<a rel="nofollow" target="_blank" title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/sociedade/educacao/etica-filosofia-historia-antropologia-religiao-para-os-meninos/" target="_blank">Ética? Filosofia? História? Antropologia? Qual quê! Religião é que é bom para os meninos</a>" e o acharam minimamente interessante, talvez seja interessante saberem que <a title="Esquerda Republicana" href="http://esquerda-republicana.blogspot.com/2009/05/revista-de-blogues-952009.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/esquerda-republicana.blogspot.com/2009/05/revista-de-blogues-952009.html?referer=');">a discussão segue no "Esquerda Republicana"</a>, que fez o favor de transcrever parte do artigo.
<p align="center"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/T69TOuqaqXI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T69TOuqaqXI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>
<p style="text-align: left;">O <a rel="nofollow" target="_blank" title="Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=T69TOuqaqXI&amp;feature=player_embedded" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=T69TOuqaqXI_amp_feature=player_embedded&amp;referer=');">vídeo</a> chega pelas mãos do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Avenida Central" href="http://feedproxy.google.com/~r/AvenidaCentral/~3/tkp0zNYL8BA/open-mindedness.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/feedproxy.google.com/_r/AvenidaCentral/_3/tkp0zNYL8BA/open-mindedness.html?referer=');">Jorge Sousa</a></p><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/a-discussao-acerca-do-ensino-da-moral-e-da-religiao-segue-numa-casa-ao-lado/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fa-discussao-acerca-do-ensino-da-moral-e-da-religiao-segue-numa-casa-ao-lado%2F&amp;linkname=A%20DISCUSS%C3%83O%20ACERCA%20DO%20ENSINO%20DA%20MORAL%20E%20DA%20RELIGI%C3%83O%20SEGUE%20NUMA%20CASA%20AO%20LADO" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fa-discussao-acerca-do-ensino-da-moral-e-da-religiao-segue-numa-casa-ao-lado_2F_amp_linkname=A_20DISCUSS_C3_83O_20ACERCA_20DO_20ENSINO_20DA_20MORAL_20E_20DA_20RELIGI_C3_83O_20SEGUE_20NUMA_20CASA_20AO_20LADO&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>O MUNDO É MEU - UMA UTOPIA FUTURISTA DE JOÃO DUARTE</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 18:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma lufada de esperança no futuro, bem necessária. Diria mais: a esperança possível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Não resisto à republicação de parte do artigo do João Duarte para o Semanário Económico que podem ler na íntegra <a rel="nofollow" target="_blank" title="Young Network" href="http://www.youngnetwork.net/media/noticiasDocs/doc_166se.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youngnetwork.net/media/noticiasDocs/doc_166se.pdf?referer=');">descarregando o pdf</a> ou visitando o <a rel="nofollow" target="_blank" title="Do Fundo da Comunicação" href="http://dofundodacomunicacao.blogspot.com/2009/05/o-mundo-e-meu.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/dofundodacomunicacao.blogspot.com/2009/05/o-mundo-e-meu.html?referer=');">Do Fundo da Comunicação</a>. Se não estiverem para isso, então sim, leia a segunda parte do artigo, logo abaixo. Uma lufada de esperança no futuro, bem necessária. Diria mais: a esperança possível.

<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img src="http://img224.imageshack.us/img224/6984/pict20080307pht23353.jpg" alt="imagem: www.europarl.europa.eu/" width="450" height="300" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">imagem: www.europarl.europa.eu</p></div>
<span id="more-425"></span>
<h2>O Mundo em 2015</h2>
<blockquote>(...)

Felizmente, hoje, o mundo está diferente. Está melhor (exceptuando ainda estarmos a pagar para a conta da crise do início da década).

Uma mudança radical na forma de viver que registámos pela força do passado recente. E que nos tornou, enquanto civilização, e Portugal foi muito bafejado por estes novos ventos, mais aptos.

Ao contrário do que então fazíamos, deixámos de premiar os cinzentos. O controlo saiu das mãos dos financeiros e dos operacionais. Não foram eles que venceram a crise e nos recolocaram no carril da evolução. Foram os visionários, os inovadores, os empreendedores, os comunicadores, os que buscaram em Gates, Jobs, Bezos (obrigado pelo Kindle, Jeff), Page e Welch a inspiração.

<strong>Acabámos com o espírito pequenino. Largámos o certinho, o rapaz atilado, que introduziu um milhão de dados no sistema, mas que nunca perguntou porquê nem para que servia. Demos espaço aos mais livres, aos das ideias – organizadas – e com força para implementar e andar para a frente.</strong>

<strong>A vida não é feita apenas de pequenos momentos, da soma de pormenores. Ela é feita de grandes momentos. E é preciso ter a audácia de trabalhar para esses grandes momentos. Foi preciso espicaçar as novas gerações, tirando-as da zona de conforto. Elas sentiram que o futuro era delas, e que seriam elas a levar-nos até onde hoje estamos.</strong> Perceberam que queriam tentar as grandes vitórias, e estariam preparadas para algumas grandes derrotas, se necessário. Inspiraram-se e empenharam-se. O Governo nada podia fazer por elas. Mas, as próprias podiam. Tanto assim é, que conseguiram. Aliás, conseguimos. Todos. Por efeito catalisador, todos foram atingidos e mudaram.

E estamos surpreendidos e satisfeitos. Há em nós qualquer coisa de Tony Montana: “The World is mine”.</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/o-mundo-e-meu-uma-utopia-futurista-de-joao-duarte/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fo-mundo-e-meu-uma-utopia-futurista-de-joao-duarte%2F&amp;linkname=O%20MUNDO%20%C3%89%20MEU%20-%20UMA%20UTOPIA%20FUTURISTA%20DE%20JO%C3%83O%20DUARTE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fo-mundo-e-meu-uma-utopia-futurista-de-joao-duarte_2F_amp_linkname=O_20MUNDO_20_C3_89_20MEU_20-_20UMA_20UTOPIA_20FUTURISTA_20DE_20JO_C3_83O_20DUARTE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-interpessoal/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 17:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
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		<description><![CDATA[TEORIAS E MODELOS DE COMUNICAÇÃO #1.003 &#124; PERSPECTIVA HISTÓRICA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img23.imageshack.us/img23/365/ertaztdrxsa.jpg" alt="" width="450" height="86" /></p>

Iniciada com o Homo Sapiens, <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/comunicacao/teoria-modelos/historia-conceitos/escalas-circulacao-fases-episodios-comunicacao/" target="_blank">nesta fase</a> apenas a comunicação interpessoal era possível, sendo caracterizada pelas linguagens de exteriorização. A associação do gesto à articulação de sons, formando palavras e tendo o ambiente imediato como referente, permitiu-lhe a exteriorização de ideias, desejos e necessidades através do seu corpo.
Nesta fase o homem é ainda o único meio de comunicação, época em que a linguagem não é ainda predominantemente acústica, assumindo uma forma audiovisual: a comunicação não é puramente linguística, tem o gesto como parte integrante, é uma comunicação de forma integrada.
O seu alcance, neste período da evolução humana, limita-se à sua capacidade auditiva e visual. A comunicação à distância exige-lhe que se desloque ou que faça alguém deslocar-se por si para transportar a mensagem. Nasce o mensageiro que reproduz pelas suas palavras e gestos a mensagem que lhe foi confiada, podendo ser este considerado um verdadeiro medium de comunicação.

<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img src="http://img162.imageshack.us/img162/7761/guerradofogo.jpg" alt="imagem: A Guerra do Fogo, de Jean-Jacques Annaud" width="450" height="308" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">imagem: &quot;A Guerra do Fogo&quot;, de Jean-Jacques Annaud</p></div>

A duração da comunicação é, nesta fase, extremamente limitada, resumindo-se esta ao momento em que é transmitida. Poderão existir, no entanto, repetições dessa mensagem, podendo dizer-se que a duração desta se reduzia ao período da sua vida. Para contornar este problema, o homem passou a confiar a sua mensagem a outros homens, os contadores, que se encarregavam de a conservar e passar ao longo do tempo, tais enciclopédias, assumindo a função de “memória do tempo”: bardos celtas e trovadores da idade média são disso exemplo.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-interpessoal/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Ffases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-interpessoal%2F&amp;linkname=FASES%20OU%20EPIS%C3%93DIOS%20DA%20COMUNICA%C3%87%C3%83O%3A%20COMUNICA%C3%87%C3%83O%20INTERPESSOAL" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Ffases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-interpessoal_2F_amp_linkname=FASES_20OU_20EPIS_C3_93DIOS_20DA_20COMUNICA_C3_87_C3_83O_3A_20COMUNICA_C3_87_C3_83O_20INTERPESSOAL&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

<p><small>o que outros estão a ler:<ol><li><a href='http://fractura.net/blogica/fases-ou-episodios-da-comunicacao-comunicacao-de-elite/' rel='bookmark' title='Permanent Link: FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO DE ELITE'>FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO DE ELITE</a> <small>TEORIAS E MODELOS DE COMUNICAÇÃO #1.004 | PERSPECT</small></li></ol></small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>PRESIDENTE MINTY E GOLFINHO CHEGAM A ACORDO QUANTO A NOVO PLANO AMBIENTAL</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/presidente-minty-e-golfinho-chegam-a-acordo-quanto-a-novo-plano-ambiental/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 16:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>
		<category><![CDATA[ah! new york times]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>

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		<description><![CDATA["Este pode ter sido um encontro entre mamíferos", declarou Minty. "Mas não se enganem. Vamos trabalhar juntos para preservar e enriquecer as vidas de todos os que vivem debaixo das ondas".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><blockquote>«Utilizando um teclado para sonar de altas frequências, o Presidente Minty conversou com um membro líder da comunidade de golfinhos, discutindo a preservação dos oceanos do mundo.

O Presidente Minty promoveu este encontro num esforço para melhor compreender as necessidades e preocupações de todos os habitantes submarinos.

"Este pode ter sido um encontro entre mamíferos", declarou Minty. "Mas não se enganem. Vamos trabalhar juntos para preservar e enriquecer as vidas de todos os que vivem debaixo das ondas".»</blockquote>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class=" " src="http://ec.mashable.com/wp-content/uploads/2009/05/nytimes_future.jpg" alt="imagem: www.mashable.com" width="420" height="359" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">imagem: www.mashable.com</p></div>

Esta é a notícia de primeira página do The New York Times de Sexta-feira, 11 de Maio de 2040. <a rel="nofollow" target="_blank" title="Mashable" href="http://mashable.com/2009/05/11/new-york-times-future/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mashable.com/2009/05/11/new-york-times-future/?referer=');">Podem ir lá ver as restantes</a>.

Este artigo chega-me pela mão do <a rel="nofollow" target="_blank" title="Ponto Media" href="http://feedproxy.google.com/~r/PontoMedia/~3/K_sf3-Eyb6M/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/feedproxy.google.com/_r/PontoMedia/_3/K_sf3-Eyb6M/?referer=');">António Granado</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/presidente-minty-e-golfinho-chegam-a-acordo-quanto-a-novo-plano-ambiental/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fpresidente-minty-e-golfinho-chegam-a-acordo-quanto-a-novo-plano-ambiental%2F&amp;linkname=PRESIDENTE%20MINTY%20E%20GOLFINHO%20CHEGAM%20A%20ACORDO%20QUANTO%20A%20NOVO%20PLANO%20AMBIENTAL" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fpresidente-minty-e-golfinho-chegam-a-acordo-quanto-a-novo-plano-ambiental_2F_amp_linkname=PRESIDENTE_20MINTY_20E_20GOLFINHO_20CHEGAM_20A_20ACORDO_20QUANTO_20A_20NOVO_20PLANO_20AMBIENTAL&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>RUI VELOSO: NÃO CUMPRISTE O PROMETIDO</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/rui-veloso-nao-cumpriste-o-prometido/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 16:00:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p align="center"><object width="450" height="375" data="http://sic.aeiou.pt/online/flash/consola_video_sap.swf?urlvideo=http://videos.sic.pt/CONTEUDOS/sicweb/7_112009142132_web.flv" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://sic.aeiou.pt/online/flash/consola_video_sap.swf?urlvideo=http://videos.sic.pt/CONTEUDOS/sicweb/7_112009142132_web.flv" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/rui-veloso-nao-cumpriste-o-prometido/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Frui-veloso-nao-cumpriste-o-prometido%2F&amp;linkname=RUI%20VELOSO%3A%20N%C3%83O%20CUMPRISTE%20O%20PROMETIDO" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Frui-veloso-nao-cumpriste-o-prometido_2F_amp_linkname=RUI_20VELOSO_3A_20N_C3_83O_20CUMPRISTE_20O_20PROMETIDO&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BAIRRO DA BELAVISTA E OUTROS GHETTOS PORTUGUESES SEM SOLUÇÃO À VISTA</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/bairro-da-belavista-e-outros-ghettos-portugueses-sem-solucao-a-vista/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 15:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[We always have Paris.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><div class="wp-caption alignleft" style="width: 330px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; float: left;"><img src="http://ultimahora.publico.clix.pt/imagens.aspx/267659?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;w=320" alt="imagem: www.publico.clix.pt" width="320" height="213" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">imagem: www.publico.clix.pt</p></div>

<em>«A fonte dos problemas do Bairro da Belavista é haver um modelo social que cria Bairros da Belavista um pouco por todo o país.»</em>

<a rel="nofollow" target="_blank" title="Dolo Eventual" href="http://odoloeventual.blogspot.com/2009/05/fonte.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/odoloeventual.blogspot.com/2009/05/fonte.html?referer=');">José Raposo acerta na mouche</a>. A política de ghetto existente num país de migrações só pode originar graves problemas de integração. <a rel="nofollow" target="_blank" title="Público PT" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379771&amp;idCanal=62" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379771_amp_idCanal=62&amp;referer=');">Já todos esquecemos Paris</a>?<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/bairro-da-belavista-e-outros-ghettos-portugueses-sem-solucao-a-vista/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fbairro-da-belavista-e-outros-ghettos-portugueses-sem-solucao-a-vista%2F&amp;linkname=BAIRRO%20DA%20BELAVISTA%20E%20OUTROS%20GHETTOS%20PORTUGUESES%20SEM%20SOLU%C3%87%C3%83O%20%C3%80%20VISTA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fbairro-da-belavista-e-outros-ghettos-portugueses-sem-solucao-a-vista_2F_amp_linkname=BAIRRO_20DA_20BELAVISTA_20E_20OUTROS_20GHETTOS_20PORTUGUESES_20SEM_20SOLU_C3_87_C3_83O_20_C3_80_20VISTA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ESTE BLOG APOIA UMA NOVA TRADIÇÃO TAUROMÁQUICA</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/este-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica/</link>
		<comments>http://fractura.net/blogica/este-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 11:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo os defensores da tourada, este espectáculo – que de nada mais se compõe a não ser da crueldade contra touros (e cavalos) – é uma arte, património da cultura portuguesa.
Não será antes, objectivamente, um acto de tortura?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->Iniciada que está a nova temporada tauromáquica e sabendo que Portugal é um país que preza as suas mais nobres tradições, resolvo que o : fractura.net! apoia, a partir deste momento, uma nova tradição tauromáquica.
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-387" href="http://fractura.net/sociedade/civilizacao/este-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica/attachment/bullfight/"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-387  aligncenter" title="bullfight" src="http://fractura.net/wp-content/uploads/2009/05/bullfight.jpg" alt="bullfight" width="450" height="316" /></a></p>

Esta nova tauromaquia consiste simplesmente numa completa sinergia entre homens-cavalos-touros, remetendo a cada um deles um papel desempenhado em igualdade de circunstâncias, a bem da nobreza de todas as espécies envolvidas e para calar os que dizem que a tourada representa uma exploração da fragilidade dos animais em relação ao homem.

Já agora, dadas as evidentes dificuldades com que o touro se deparará relativamente ao exercício da faena do homem, suponho não ser demais dispensá-lo desta e, em vez disso, podermos ver os toureiros a fazê-la uns aos outros, à vez.

Seria bonita a fiesta, pá!

<span id="more-386"></span>

Todo o decorrer da chamada corrida de touros à portuguesa consiste na “lide” de seis touros, habitualmente.
Cada um dos touros é primeiro toureado pelo cavaleiro tauromáquico, que lhe crava cerca de quatro ferros compridos e, como referido, com amplos arpões na ponta.
Seguidamente, é comum entrar em cena o bandarilheiro, que faz o toureio a pé, “lidando” um touro já febril, brutalmente enfraquecido, confuso e assustado.
O bandarilheiro espeta, habitualmente, mais quatro farpas no dorso do touro, que assim vai continuando a ser exposto a todo este horror.
Segundo os defensores da tourada, este espectáculo – que de nada mais se compõe a não ser da crueldade contra touros (e cavalos) – é uma arte, património da cultura portuguesa.
Não será antes, objectivamente, um acto de tortura?
<h3>Tortura será Cultura?</h3>
Sempre justificadas como tradição, as corridas de touros – vulgarmente conhecidas como touradas – são, na verdade, um dos costumes mais bárbaros de um sector minoritário e ultrapassado da sociedade portuguesa. Por trás da suposta bravura dos cavaleiros tauromáquicos, dos bandarilheiros, dos forcados e dos demais intervenientes neste espectáculo medieval e degradante, esconde-se uma triste e horrível realidade – a perseguição, molestação e violentação de touros e cavalos que, aterrorizados e diminuídos nas suas capacidades físicas, são forçados a participar num espectáculo de sangue em que a arte é a violência e a tortura é a cultura.
<h3>O Touro Bravo enfraquecido para a Tourada</h3>
O sofrimento dos animais começa quando os touros – principais vítimas desta actividade (além dos cavalos e das vacas, assim como dos novilhos, quando são usados ainda enquanto bebés e jovens) –, depois de terem já perdido cerca de 10% do seu peso na viagem da ganadaria (onde são criados e onde estão habituados a uma vida tranquila) para a praça de touros, devido ao stress, são mantidos nos curros, até à hora de entrarem na arena, onde a angústia e o medo são crescentes. Junta-se a isto o sofrimento físico, que aqui começa, não só porque os animais são conduzidos com aguilhões e à paulada, mas também porque, entre outros métodos de preparação, são-lhes serrados os chifres a sangue frio para serem embolados (nas touradas portuguesas, os touros não têm sequer os seus chifres inteiros e expostos, para terem uma oportunidade mínima de se defenderem).
<h3>O Pânico dos Touros nas Touradas</h3>
Ao entrar na arena, os touros vão já fortemente enfraquecidos e feridos (devido aos chifres serrados a sangue frio antes da tourada), além de apavorados. O pânico do touro é tão grande, que fugiria deste cenário aterrorizador, se tivesse essa possibilidade. Ao contrário do que os defensores das touradas alegam, é possível observar a expressão de medo e de confusão dos touros sempre que entram na arena, e que se agrava quando a tortura da tourada se acentua, à medida que as bandarilhas e os restantes ferros (que podem ter comprimentos variáveis entre os 8cm e os 30 cm, além de terem arpões na ponta, para se prenderem à carne e aos músculos dos animais, rasgando os seus tecidos e provocando-lhes um sofrimento atroz, além de febres imediatas, acrescidas de um enfraquecimento acentuado pela perda de litros de sangue).
<h3>Cavalos – As Outras Vítimas das Touradas</h3>
Se os touros adultos e os novilhos (bebés e jovens) são vítimas das touradas, também os cavalos são brutalizados neste espectáculo cruel. Na tourada à portuguesa, os cavaleiros tauromáquicos fazem o comum toureio a cavalo, expondo o cavalo às investidas que os pobres touros tentam, embora em vão, sempre para se tentarem defender. Os cavaleiros tauromáquicos, montando cavalos, cravam os ferros enormes no dorso dos touros, sem se exporem a qualquer perigo, enquanto os cavalos tentam esquivar-se, sofrendo com o pânico de se confrontarem com os touros, sendo comum ficarem feridos pelos chifres e pelas pancadas dos touros. Além disso, ao usarem esporas e ao serem extremamente agressivos com os cavalos para os forçarem a dirigir-se aos touros, os cavaleiros rasgam as costelas dos cavalos, que ficam severamente feridos, sangrando consideravelmente.
<h3>Depois da Tourada, O Sofrimento Nos Curros</h3>
Depois da tourada, com o toureio a cavalo, toureio a pé e pega, cada touro regressa aos curros, horrivelmente ferido, com um sofrimento agonizante, onde, uma vez mais a sangue frio, lhe será cortada a carne e os tecidos musculares para lhe serem arrancados os ferros com os seus arpões, que lhe foram cravados durante a tourada. A dor é indescritível. Tanto nas touradas à portuguesa, sejam corridas de touros ou garraiadas, como nas largadas, touradas à corda, ou mesmo nas sortes de varas, tentas públicas e touradas de morte que, embora ilegais, acontecem em Portugal com a permissão das autoridades, os touros (e os cavalos) são as vítimas de um espectáculo com características extraordinariamente cruéis, envergonhando Portugal, por ser um país em que cerca de 3.000 touros e 100 cavalos por ano sofrem indefesos o mal que é a tourada.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/este-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Feste-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica%2F&amp;linkname=ESTE%20BLOG%20APOIA%20UMA%20NOVA%20TRADI%C3%87%C3%83O%20TAUROM%C3%81QUICA" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Feste-blog-apoia-uma-nova-tradicao-tauromaquica_2F_amp_linkname=ESTE_20BLOG_20APOIA_20UMA_20NOVA_20TRADI_C3_87_C3_83O_20TAUROM_C3_81QUICA&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>VINI REILLY / THE DURUTTI COLUMN: THE MISSING BOY</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/vini-reilly-the-durutti-column-the-missing-boy/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[Vini Reilly e os The Durutti Column - uma e a mesma pessoa - entraram-me ouvidos dentro em 1980, pelos meus quinze anos de idade, altura em que, cá pelo burgo, se iam conhecendo as novas sonoridades que lá fora se faziam ouvir. Felizmente, estas chegavam-nos na altura do seu lançamento e, a par dos trabalhos dos Joy Division, Echo &#038; The Bunnymen, Cocteau Twins, Bauhaus, Einstürzende Neubauten, entre tantos outros, foram responsáveis pela minha escolha musical, continuando a influenciar as minhas listas de escuta, ainda hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><a rel="nofollow" target="_blank" href="”http://www.youtube.com/watch?v=4VTk-puyfbU/”"></a>
<p align="center"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/4VTk-puyfbU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4VTk-puyfbU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>
<p align="center"><span id="more-321"></span></p>

<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="”http://pt.wikipedia.org/wiki/Ian_Curtis/”"><em>There was a boy</em></a><em> I almost knew him A glance exchanged Made me feel good Leaving some signs Now a legend The dream was wrought Where thoughts were heard Love is reserved From previous times</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Like a dead bird in the dirt Like a rusty can on the ground I don't believe in stardom Machinery in action Full of experts Full of experts Same old order Same old order Same old order</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Watch with obsession Some accident of beauty Try to capture As the light begins to fail Shapes to compose Shadows of frailty The dream is better Dissolves into softness But the end The end is always the same</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Like a dead bird in the dirt Like a rusty can on the ground I don't believe in stardom Machinery in action Full of experts Full of experts Same old order Same old order Same old order</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>There was a boy I almost knew him A glance exchanged Made me feel good Leaving some signs</em></p>
</blockquote><script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/vini-reilly-the-durutti-column-the-missing-boy/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fvini-reilly-the-durutti-column-the-missing-boy%2F&amp;linkname=VINI%20REILLY%20%2F%20THE%20DURUTTI%20COLUMN%3A%20THE%20MISSING%20BOY" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fvini-reilly-the-durutti-column-the-missing-boy_2F_amp_linkname=VINI_20REILLY_20_2F_20THE_20DURUTTI_20COLUMN_3A_20THE_20MISSING_20BOY&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ÉTICA? FILOSOFIA? HISTÓRIA? ANTROPOLOGIA? QUAL QUÊ! RELIGIÃO É QUE É BOM PARA OS MENINOS!</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/etica-filosofia-historia-antropologia-religiao-para-os-meninos/</link>
		<comments>http://fractura.net/blogica/etica-filosofia-historia-antropologia-religiao-para-os-meninos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 May 2009 12:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[O que se pretende é dar formação católica disfarçada de teologia comparada, antropologia e ética. O que se pretende é dar a entender que existe uma abertura ao ensino da compreensão do sagrado enquanto fenómeno social, enquanto se evangeliza e converte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img504.imageshack.us/img504/9717/44040852.jpg" alt="" width="450" height="235" /></p>

<a rel="nofollow" target="_blank" title="Público PT" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379311" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379311&amp;referer=');">O Conselho das Conferências Episcopais Europeias defende o ensino da religião nas escolas</a> baseado na ideia segundo a qual «Se estamos a formar para uma sociedade multicultural, é necessário conhecer os outros porque a religião pode ser um factor de divisão». Esta ideia, de Peter Stilwell, perito do CCEE e responsável pelo diálogo inter-religioso do patriarcado de Lisboa, encontra eco em Jorge Paulo, coordenador do departamento de Educação Moral e Religião Católica, que afirma que todos os alunos deveriam frequentar esta ou outra cadeira, de carácter obrigatório, onde tivessem formação religiosa, não necessariamente católica.

Primeiramente, não compreendo em que é que a formação religiosa pode contribuir para uma aprendizagem do multiculturalismo, a não ser o conhecimento de usos e costumes. Para tal, disciplinas como História, Filosofia, Geografia, entre outras, podem dar ao jovem aluno a formação essencial acerca, não só dos costumes, mas também das suas origens: credos, fés, confissões, práticas, políticas, tudo isto bem enquadrado numa perspectiva social e, por fim, de uma educação da ética.
Depois, como fazer um programa que abranja todas as confissões religiosas, ao abrigo do que diz Jorge Paulo? É que são muitas.

Estas propostas revelam-se as falácias do costume. O que se pretende é dar formação católica disfarçada de teologia comparada, antropologia e ética. O que se pretende é dar a entender que existe uma abertura ao ensino da compreensão do sagrado enquanto fenómeno social, enquanto se evangeliza e converte.
Portugal é um país laico, embora os seus representantes mais elevados por vezes não o sejam e passem ao lado dessa característica. E como laico se deve manter.
Desta forma, não me parece que as aulas de religião venham trazer algo mais do que aquilo que as disciplinas de carácter científico e filosófico podem oferecer. Antes pelo contrário.
Se as igrejas estão a passar períodos de crise de fé e de vocação, que activem os seus aparelhos, que cativem os jovens e os seus pais para as catequeses. Mas deixem as escolas, que são de todos – inclusivamente dos ateus e agnósticos – em paz.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/etica-filosofia-historia-antropologia-religiao-para-os-meninos/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fetica-filosofia-historia-antropologia-religiao-para-os-meninos%2F&amp;linkname=%C3%89TICA%3F%20FILOSOFIA%3F%20HIST%C3%93RIA%3F%20ANTROPOLOGIA%3F%20QUAL%20QU%C3%8A%21%20RELIGI%C3%83O%20%C3%89%20QUE%20%C3%89%20BOM%20PARA%20OS%20MENINOS%21" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fetica-filosofia-historia-antropologia-religiao-para-os-meninos_2F_amp_linkname=_C3_89TICA_3F_20FILOSOFIA_3F_20HIST_C3_93RIA_3F_20ANTROPOLOGIA_3F_20QUAL_20QU_C3_8A_21_20RELIGI_C3_83O_20_C3_89_20QUE_20_C3_89_20BOM_20PARA_20OS_20MENINOS_21&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ESCALAS E CIRCULAÇÃO, FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/escalas-circulacao-fases-episodios-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 09:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[TEORIAS E MODELOS DE COMUNICAÇÃO #1.002 &#124; PERSPECTIVA HISTÓRICA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img23.imageshack.us/img23/365/ertaztdrxsa.jpg" alt="" width="450" height="86" /></h3>
<h3>ESCALAS E CIRCULAÇÃO DE INFORMAÇÃO</h3>
Mattelard conclui que «cada época histórica e cada tipo de sociedade possuem uma determinada configuração que lhes é devida. Esta configuração com os seus diversos níveis (económico, social, técnico ou mental) e as suas diferentes escalas (local, nacional, regional ou internacional) produz um conceito de comunicação hegemónica», originando, na passagem de uma configuração a outra, continuidades e rupturas.
Verifica-se que os discursos circulam primeiramente no interior de uma sociedade, isto é, de um grupo possuidor de uma língua, um código cultural comum, ainda que possam existir no seu seio diferentes classes sociais, subgrupos religiosos, étnicos, profissionais, políticos, etc. Mas os discursos circulam também entre civilizações, ou seja, grupos separados por distâncias geográficas por vezes consideráveis, fronteiras, diferenças linguísticas ou culturais, etc.
A circulação intra-social dos discursos possui as dimensões espacial (centro e periferia) e hierárquica (poder e massas). A circulação entre culturas obriga ao estudo da transmissão das mensagens ao longo dos diferentes estádios da história, já que as distâncias e diversos factores espaciais rarificam a circulação dos discursos em regiões afastadas.
<h3>FASES OU EPISÓDIOS DA COMUNICAÇÃO</h3>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" src="http://img16.imageshack.us/img16/9879/fasesdacomunicacao.jpg" alt="" width="450" height="324" /></p>

O conceito de comunicação e da sua circulação, estudado ao longo do tempo, recompõe-se muitas vezes numa figura inédita, sem se abstrair dos elementos presentes no modo de comunicação anterior, conforme as teses de Jean Coultier sobre a matéria, nas quais este autor, referindo-se à história da comunicação humana, identifica quatro fases sobrepostas, sendo cada uma delas caracterizada pela utilização de novas formas de comunicação, transformadoras da sociedade e constituintes de um novo tipo de comunicação: comunicação interpessoal, comunicação de elite, comunicação de massas e comunicação individual.
As quatro fases, embora desfasadas no tempo durante o seu processo de evolução, apresentam-se sobrepostas para o homem contemporâneo.

Estas fases serão abordadas individualmente nos artigos seguintes <a title=": fractura.net!" href="http://fractura.net/tag/serie-21/" target="_blank">desta série</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/escalas-circulacao-fases-episodios-comunicacao/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Fescalas-circulacao-fases-episodios-comunicacao%2F&amp;linkname=ESCALAS%20E%20CIRCULA%C3%87%C3%83O%2C%20FASES%20OU%20EPIS%C3%93DIOS%20DA%20COMUNICA%C3%87%C3%83O" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Fescalas-circulacao-fases-episodios-comunicacao_2F_amp_linkname=ESCALAS_20E_20CIRCULA_C3_87_C3_83O_2C_20FASES_20OU_20EPIS_C3_93DIOS_20DA_20COMUNICA_C3_87_C3_83O&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>TORTURA É LER O QUE O LUCIANO AMARAL ESCREVE</title>
		<link>http://fractura.net/blogica/tortura-e-ler-o-que-o-luciano-amaral-escreve/</link>
		<comments>http://fractura.net/blogica/tortura-e-ler-o-que-o-luciano-amaral-escreve/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 20:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
				<category><![CDATA[bLógica]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixemos então em paz os interrogadores voluntariosos que, num acesso compreensível de zelo, andaram a fazer waterboardings e coisas assim que, sabemos, não são bem, bem, bem tortura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><blockquote>Chamar tortura àquilo que foi praticado pela CIA em cerca de uma dúzia de suspeitos, dentro dos quais apenas uma proporção ínfima foi sujeita às técnicas mais violentas, é ofensivo para inúmeros países por esse mundo fora que praticam métodos de interrogatório infinitamente mais brutais de forma descomplexada (tortura propriamente dita, digamos). (...) Até se pode não gostar da ideia, mas daqui a defini-los como tortura será talvez uma perigosa banalização do termo.</blockquote>
Bem se vê que o Luciano Amaral está com a vocação errada. O que ele deveria fazer era, <a rel="nofollow" target="_blank" title="O Gato do Cheshire" href="http://gatodocheshire.wordpress.com/2009/05/05/torturas/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/gatodocheshire.wordpress.com/2009/05/05/torturas/?referer=');">em vez de escrever atoardas destas</a>, arranjar tempo para um argumento da série 24, a que tudo desculpa em nome de um bem maior.

Ou então, experimentar fazer umas piscinas de olhos vendados e com um pano na boca e no nariz, preso de pés e mãos, após meia dúzia de dias em dormir, nú, lá no balneário do clube. Talvez lhe fizesse bem. Ou talvez ficasse a gostar.

A pérola de post chegou-me pela mão do <a rel="nofollow" target="_blank" title="O Insurgente" href="http://oinsurgente.org/2009/05/07/aquilo-que-obama-consegue-fazer-sem-se-ouvir-uma-unica-voz-critica/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/oinsurgente.org/2009/05/07/aquilo-que-obama-consegue-fazer-sem-se-ouvir-uma-unica-voz-critica/?referer=');">André Azevedo Alves</a>.<script src="http://feeds.feedburner.com/~s/fracturafeed?i=http://fractura.net/blogica/tortura-e-ler-o-que-o-luciano-amaral-escreve/" type="text/javascript" charset="utf-8"></script><!-- google_ad_section_end --><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffractura.net%2Fblogica%2Ftortura-e-ler-o-que-o-luciano-amaral-escreve%2F&amp;linkname=TORTURA%20%C3%89%20LER%20O%20QUE%20O%20LUCIANO%20AMARAL%20ESCREVE" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.addtoany.com/share_save?linkurl=http_3A_2F_2Ffractura.net_2Fblogica_2Ftortura-e-ler-o-que-o-luciano-amaral-escreve_2F_amp_linkname=TORTURA_20_C3_89_20LER_20O_20QUE_20O_20LUCIANO_20AMARAL_20ESCREVE&amp;referer=');"><img src="http://fractura.net/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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