Eis o sério regabofe das nossas vidas.
 18 | 06 | 2009
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Grato pela visita! Resta-nos a carne, consolai-vos pouco porque vos resta o que somente nos deram: a carne; que a palavra, essa, nunca existiu senão para arder em si mesma. E nós, esses nós, nunca existiram senão para deixarmos de existir em nós mesmos; carnes refactárias, achais, por certo, alguns de vós, mas sem palavras que as salvem. Eis o sério regabofe das nossas vidas.
Até Setembro, Miss Allen
A democracia que a revolução digital nos trouxe pode reforçar e acelerar, também, o poder das marcas na criação de um futuro melhor.
A esta circunstância não é estranho o facto de as organizações não-governamentais e os activistas acharem mais eficaz a acção junto de uma marca global com o objectivo da mudança ambiental ou social, do que apresentarem queixa a instituições governamentais, mandatadas pela sociedade para tratarem desses assuntos.
É assim que os media digitais criam uma nova democracia global, em que as pessoas com acesso à Internet e com algum poder criativo podem significar influência no comportamento das organizações e das marcas.
 18 | 06 | 2009
Algumas organizações e modelos de negócio tomaram os desenvolvimentos das tecnologias de informação e comunicação como um sinal evidente da sua desgraça. A música e a fotografia, entre outros, são bons exemplos desses modelos de negócio. Os restantes empresários, marketeers e comunicadores, para quem as previsões do fim da publicidade na televisão se revelaram prematuras, foram seduzidos, após um susto inicial, por um falso sentimento de segurança causado pela profundidade das mudanças que a Internet haveria de oferecer.
As alternativas à publicidade televisiva ilustraram o quão fascinantes são as oportunidades de comunicação oferecidas pelo mundo digital. Mas muito mais interessante do que isso é o facto de a natureza e as regras das marcas estarem a mudar.
No velho mundo top-down da comunicação de sentido único, uma organização dizia o que queria fazer ouvir e o consumidor tinha a escolha de pegar ou largar. Neste novo mundo de transparência e acesso livre a uma cada vez maior informação detalhada acerca de quase tudo, as empresas serão cada vez mais julgadas pelo que dizem e pelo que fazem, pelos seus pontos de vista acerca de problemas relacionados com os consumidores e pela agenda-setting determinada por estes.
Neste contexto, o que é excitante no mundo da comunicação e do marketing actual é o facto de serem as marcas, elas próprias, o veículo pelo qual os consumidores assim actuam. As marcas são o ponto de encontro entre desejos e preocupações dos consumidores por um lado, e compromissos das organizações, por outro.

Quais são as preocupações dos consumidores?
Estas ultrapassam cada vez mais as simples exigências de funcionalidade. Influências sobre os consumidores aparecem agora de todos os lados e as marcas passaram a ser objecto de discussão nas mais diversas plataformas onde académicos, celebridades, especialistas e opinion makers discutem tópicos do foro funcional, emocional, ambiental e social.
E desde que a comunicação deixou de se restringir a anúncios televisivos de 30 segundos, as marcas têm que levar em linha de conta todas estas preocupações dos consumidores, mesmo que se tratem de assuntos acerca dos quais a organização não se sinta confortável. Podemos querer falar de desporto e por “just doing it”, originarmos levantamento de questões acerca das “sweat-shops”. Podemos querer falar acerca da importância da hidratação da pele na auto-estima feminina e estar a levantar a questão da desflorestação ou da sustentabilidade da produção de óleo de palma.
Por muito dispendioso que um anúncio possa ser, existem sempre consumidores que, gratuitamente, podem sabotar o campo comunicacional de uma marca.
Um dos efeitos da actual crise financeira é uma revisão dos bastiões da confiança. As marcas fazem parte deste processo.
Pode, no entanto, surgir aqui uma oportunidade oferecida pelo mercado de informação que a Internet nos traz, para separar a percepção dos consumidores entre o bom e o menos bom, o relevante do irrelevante, o verde da lavagem verde.
Os consumidores querem, cada vez mais, saber qual o ponto de vista de uma organização acerca dos grandes temas que lhes interessam.
A comunicação digital está a trazer as preocupações destes consumidores para a frente de uma forma completamente nova e poderosa. Exigem transparência, mais do que nunca.
Há dez anos atrás, os consumidores apenas escreveriam uma carta de reclamação, remetendo-a a um serviço de apoio ao cliente. Hoje, a tecnologia permite ao consumidor que se faça ouvir por canais como o Youtube, Twitter, Blogs…
A democracia que a revolução digital nos trouxe pode reforçar e acelerar, também, o poder das marcas na criação de um futuro melhor.
A esta circunstância não é estranho o facto de as organizações não-governamentais e os activistas acharem mais eficaz a acção junto de uma marca global com o objectivo da mudança ambiental ou social, do que apresentarem queixa a instituições governamentais, mandatadas pela sociedade para tratarem desses assuntos.
É assim que os media digitais criam uma nova democracia global, em que as pessoas com acesso à Internet e com algum poder criativo podem significar influência no comportamento das organizações e das marcas.
O que se vai tornando cada vez mais claro é o facto de a Internet ser maior – e muito mais interessante – do que a simples tarefa de descobrir qual é o próximo anúncio televisivo.
Estamos numa nova era da comunicação de marketing e desenvolvimento de marca, assustadora e atraente, que merece o maior cuidado possível.
If you like these themes, please pay a visit to Melle and to Dave. They deserve it.
 18 | 06 | 2009
The increasing Twitter and Facebook addiction is not only the cause for the verified blogging downsizing, it seems to be also responsible for the lowest templates and skins production ever. Until some months ago, it was really simple to find new templates in Wordpress Extend or at Weblogger Tools Collection, just to name a few. Nowadays it’s getting difficult to find really new works.
However, there is a group of people insisting on weblog tools development.


In one week I’ve made several changes on the template. First, I installed Fazyvo, now the blog runs with Minimalia.
A few words about Fazyvo and Melle. Fazyvo is a really nice template. Clean and content oriented, brings several special features, like an options page and special Cufon fonts. I installed it for the first time; however, there was the usual problem: “special” characters. I don’t understand why they are so special; I use them every day, together with some million people all over the world.
So, I posted a comment about this issue on Melle’s blog. Unlike the most developers I posted the same issue – it’s recurrent – Melle took care of the business and released a new version of this wonderful template.
OK, I know my problem: I want it all. So, I made some tweeks, mostly related to headers and space changes, and it became more or less what I wanted: a really nice blog, focused on content, but also attractive to our eyes.

There was a problem still. I can’t see my own blog unless some seconds after I load it, and also some elements appear on the wrong place. This issue is clearly related to IE6 and some restrictions I have to accomplish (doesn’t matters to explain them). But, anyway, I decided to post another comment to Melle.
And, surprise, I got an answer, not only on the comments box, but also on my e-mail! I must say: Melle, you’re really nice. Thanks!
For those who are asking “How much do we have to pay for this?”, I can say that I payd ZERO. However, if you want to have a great Fazyo, fully customized and with many special features, you can call Melle. You’ll have it for a REALLY LOW price.

But I can’t “live in a blog” which I can’t see correctly. So, after considering that my problem is this preference for “hi-tech” blogs – those who know this blog will understand… -, I changed it to a minimal template, which I hope you like. This is Minimalia, a white, clean and fast loading theme. Yeap, of course! – I made already some minor teaks… hopefully, it will work.
If you like these themes, please pay a visit to Melle and to Dave. They deserve it.
 SECÇÃO: bocas
Mas, se fosse, talvez ainda fizesse umas coisas engraçadas. O que falta aqui é apenas um conhecimento profundo das matérias e tempo para publicar. Haja quem os tenha, haja quem o faça.
 17 | 06 | 2009
Se isto se passa neste blog, o que se passaria num blog conceituado, como os que existem de comunicadores profissionais, ou mesmo nos sites e blogs das associações? Isto prova apenas que existe interesse na matéria. Mas prova ainda que esta anda a ser tratada de forma insuficiente e, pior, deficiente.

O que falta aqui é apenas um conhecimento profundo das matérias e tempo para publicar. Haja quem os tenha, haja quem o faça.
Sou da opinião de que as empresas se devem concentrar no que podem controlar. O que as empresas podem controlar neste momento é a consolidação da sua imagem e reputação, no mercado e na sociedade. Falar com as pessoas acerca de quem somos, ao que vimos e do que temos para dar. Parece simples, mas não o é assim tanto.
 17 | 06 | 2009
Fala-se por aí da “morte” das Relações Públicas. Este vaticínio parece vir, por um lado, emprestado da situação actual dos media tradicionais, com especial ênfase para os jornais que têm vindo a sofrer dificuldades levantadas pela utilização das novas tecnologias de informação e comunicação; por outro, pela reconhecida dificuldade que esta prática tem na medição de resultados, pelo menos na sua forma mais quantitativa, o que leva as empresas a adoptar estratégias de marketing em detrimento das de comunicação estratégica.

O artigo de Wendy Marx para o Fast Company, " Public Relations: Call of the Undertakers" – apontado pelo João Duarte no Do Fundo da Comunicação –, vem chamar a atenção para coisas simples e quase óbvias mas que merecem destaque. A estas, junto eu mais algumas reflexões. Ler DA MORTE DAS RELAÇÕES PÚBLICAS: ENGANO DE CANGALHEIRO »
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