Do País Eduquês
Ax imprexas d teknuluxia extao cum falta d profs k saibam exkrver.
Talvez assim se entenda a notícia do Público que nos dá conta da difuculdade que as empresas de tecnologias de informação têm em recrutar jovens com capacidade de comunicação escrita. Quem conclui esta realidade é a ANETIE [Associação Nacional de Empresas de Tecnologia de Informação e Electrónica], num estudo que abarcou vinte empresas responsáveis pelo emprego de 3100 pessoas, representantes de cerca de 25 por cento do sector.
Segundo Fernando Fernández, “Esta não é uma competência técnica, é uma competência essencial, que tem de ser trabalhada desde cedo. Não se pode esperar pela faculdade“.
Outra questão relacionada com estas empresas é a da escassez de recursos humanos. Segundo o responsável, a introdução do sistema de Bolonha vem beneficiar as empresas, dado o espaço de formação ter sido comprimido em três anos e, assim, antecipar a entrada dos profissionais na vida activa. Não deixou, no entanto, de criticar as instituições de ensino que não oferecem uma instrução adequada no primeiro ciclo e que forçam os alunos a entrar num mestrado. Acrescentou, por fim, haverem “pessoas que saem de boas universidades sem saber fazer nada de prático“.
Kumprenderam?

February 18th, 2008 at
[...] publicado por aqui que os jovens saídos das faculdades não têm capacidade de comunicação escrita para o capaz exercíc…. Francamente, a avaliar pelos resultados que frequentemente obtenho sob a forma de matéria [...]
May 14th, 2008 at
[...] conclusões complementam, em grande medida, dois artigos por aqui publicados: “Do País Eduquês” e o recente “Escrita de Negócios: Tempo de Mudar“. Tanto num como no outro são [...]