Despedimentos | Primeiro de Janeiro
Algo vai mal quando um jornal diário fecha durante um mês para «modernização». Algo vai mal quando os seus funcionários se juntam à porta depois de um despedimento com dois meses de salários em atraso. Algo vai muito mal quando uma instituição de 140 anos sucumbe aos interesses de um grupo editorial.
Estava escrito, dirão alguns. Faltará quem escreva, digo eu, a fazer fé no facto de serem agora unicamente jornalistas desportivos a garantir a continuidade do jornal.
Mas não há nada como acompanharem o desenrolar dos acontecimentos pelas palavras de quem participa em nome próprio e em causa própria. O Filinto, jornalista do Primeiro de Janeiro, vai disponibilizando o diário da luta.
