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Posts tagged media

Televisão | Revolução e Droga de Massas

O Brief do Lombo dá-nos a Revolução na Publicidade com uma das minhas músicas preferidas, The Revolution Will Not Be Televised, desta por Gil Scott Heron (não consigo deixar de pensar de quem é a versão que aparece na compilação da Ninja Tunes de há alguns anos, a minha versão preferida).

Esta música faz-me recordar uma outra que cumpre mais ou menos o mote, embora de forma mais abrangente. Television, originalmente mandada para a praça pelos Beat Nigs, viu-se redescoberta pelo próprio Michael Franti na versão do seu projecto ulterior, os Disposable Heroes Of Hiphoprisy.

Adenda: É que nem a revolução começa, nem a droga acaba…

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Matemática | Aula Sobre Fracções

A percentagem de fumadores era de 18%. Agora, é de 12%.

A descida não é de 6%.

A descida é de (18%-12%)/18%=33%, mais coisa, menos coisa. Não é?

A descida é de seis pontos percentuais.

Digo eu, que não sou jornalista… 

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Media | A Orquestra do Titanic

LONDON - APRIL 04:  Christies employee Ansie E...

Image by Getty Images via Daylife

Leio este texto de Scott Rosenberg reproduzido pelo Paulo Querido e comparo-o com o que li à hora do almoço no Jornal de Notícias e cada vez mais me parece que o autismo dos media portugueses só se compara a uma orquestra de paquete que continua a polca enquanto o barco afunda. Sinceramente…

Adenda: acerca da GANNET, “menos” de 3.000 despedimentos.

Adenda: acerca do The Christian Science Monitor” que abandona o papel.

Adenda: acerca da quebra de 98,4& nos lucros do grupo de Balsemão.

Adenda: acerca da quebra de mais de 7.000 unidades na mádia de circulação do “Público”.

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Media Social | Relatório da PRNEWS/Cision

Gmail Custom Time feature hoax

Image via Wikipedia

Os resultados do inquérito levado a cabo pela PRNews em conjunto com a Cision saíram, deixando desde já uma certeza: O envolvimento nos media sociais e o seu seguimento são já prática corrente das Relações Públicas.
Os mais de 900 profissionais que responderam a este inquérito expressaram um misto de preocupação, cepticismo e optimismo em relação ao valor de blogues e redes sociais que estão a ser correntemente implementadas nas suas organizações.
«Envolvermo-nos nos media sociais é agora uma prática corrente das Relações Públicas, mas os entrevistados indicam que a maioria deste envolvimento é reactiva», diz Stephen Debruyn, vice-presidente do Marketing da Cision North América.
«As companhias pedem aos sues RP que monitorizem e respondam às conversas em blogues e redes de media sociais que tenham potencial para prejudicar (ou auxiliar ao prejuízo) as sua imagem de marca e reputação corporativa.»
Esta situação é indiciadora de que o mundo dos media digitais é ainda um “Oeste Selvagem” para a maioria dos executivos, que aceitam o facto de que estas plataformas são partes necessárias de uma estratégia de comunicação, mas que procuram ainda os melhores meios de envolvimento com estas e a melhor forma para a sua implementação nas suas iniciativas diárias. No entanto, esta incerteza nos mais elevados níveis das administrações foi lentamente abrindo as portas aos profissionais de comunicação, “donos” do espaço digital, que se tornam os líderes “puro-sangue” na alavancagem deste potencial de forma a criar um valor mensurável.

A oportunidade das relações públicas, os cuidados a ter e os métodos a utilizar na interacção com os media sociais para ler nos Cadernos de Comunicação Estratégica.

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Comunicação de Crise | Lidar com Hoaxes

Graphic representation of a minute fraction of...

Image via Wikipedia

Todos nós apanhamos já com a nossa parte de “hoaxes” na Internet. O e-mail aleatório que nos apela ao boicote a uma companhia petrolífera, a mensagem reencaminhada de uma mãe preocupada cuja filha adoeceu devido a um alimento popular, o blogue que publica um post dizendo que uma marca de moda está ligada a actividades terroristas.
Infelizmente, a integridade jornalística nem sempre se aplica no mundo dos media sociais. A Web proporciona uma plataforma sem filtros para qualquer consumidor desavindo que resolva danificar uma reputação, apenas com um clique.
Embora os embustes na Web possam parecer algo menor, não devem ser negligenciados, já que têm o potencial para desgastar reputações e criar um dilema em relação ao negócio global de uma organização ou marca.
O que devem as organizações fazer quando são vítimas de um embuste por e-mail? Algumas estratégias que podem auxiliar eficazmente a contrariar falsas acusações online, a ler nos Cadernos de Comunicação Estratégica.

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